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| Subject: Jerónimo recorda passado para criticar Soares | |
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Author: Público |
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Date Posted: 30/12/05 12:37:54 In reply to: Margarida 's message, "Por acaso nesta questão o Soares não disse o mesmo. Pelo contrário..." on 27/12/05 16:13:30 O papel de Mário Soares e do PS "na ofensiva contra a reforma agrária e a regionalização" foi ontem criticado por Jerónimo de Sousa, durante a inauguração da sua sede de candidatura em Beja. O candidato a Presidente da República recordou às cerca de duas centenas de pessoas presentes "o tempo" em que combateu "pela defesa dos interesses do Alentejo". Do outro lado, lembrou, "estava a direita que maltratou o povo" e o PS, que "em momentos decisivos participou na ofensiva contra a reforma agrária e a regionalização". E acrescentou, numa referência implícita a Mário Soares, que "há vozes que hoje vêm aqui prometer o que ontem esqueceram". Os socialistas, e o seu líder de então, Mário Soares, "têm responsabilidades históricas nos ataques aos direitos deste povo", referiu. Jerónimo salientou que a sua vida e a sua luta "sempre foram marcadas pela coerência" e que a sua candidatura "consagra valores que são sistematicamente esquecidos pelas outras". O regresso ao "Verão quente" de 1975 foi uma constante na intervenção fortemente afectiva do candidato apoiado pelo PCP. " Não vos prometo nada, senão solidariedade", afirmou, garantindo àqueles que nele votarem que "não trai, não mente, não esquece". Sobre Cavaco Silva, "o principal adversário", Jerónimo advertiu para os riscos que a sua presença em Belém representam para a democracia: "Sabemos que quer fazer um ajuste de contas com o 25 de Abril." Quem hoje representa "as grandes famílias que nunca se conformaram com a perda de parcelas de poder" e quem "coloca em perigo a democracia social, cultural e política é Cavaco Silva", sustentou. O líder comunista também criticou o Governo - "que governa mal e contra os trabalhadores, traindo promessas feitas". Já na quarta-feira à noite, durante um jantar no Barreiro, Jerónimo tinha considerado "inaceitável" a proposta do Executivo de aumentos de 1,5 por cento para a função pública, afirmando que os trabalhadores perdem poder de compra há três anos consecutivos. Carlos Dias, com Lusa [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |