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Subject: China pode tornar-se a quarta potência económica mundial


Author:
Inês sequeira
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Date Posted: 18/12/05 18:49:03
In reply to: PÚBLICO/Lusa 's message, "China ultrapassa EUA na exportação de tecnologias da informação" on 14/12/05 0:01:15

A revisão das estatísticas nacionais deverá colocar o crescimento económico do gigante asiático entre 12 e 16 por cento ao ano, prevêem os economistas

A China prepara-se para publicar, nos próximos dias, uma revisão das estatísticas oficiais do país para 2005 e para os anos anteriores, o que deverá confirmar as suspeitas de muitos economistas ocidentais: o regime presidido por Jiang Zemin - que pelas contas actuais apresenta já um crescimento impressionante de nove por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2005 - tem andado a subestimar deliberadamente a verdadeira evolução económica do país. Isto para não aumentar as pressões internacionais, lideradas pelos Estados Unidos, para que Pequim valorize a moeda chinesa, o yuan.
Com efeito, prevê-se que a publicação dos dados revistos pelo gabinete nacional de estatísticas chinês irá apontar para um crescimento do PIB superior a 12 por cento, este ano, podendo mesmo ficar acima dos 16 por cento, indicava ontem o diário francês "Le Monde". Resultado? A confirmarem-se estas contas, o país mais populoso do mundo acrescentará, pelo menos, 249 mil milhões de euros ao seu PIB (300 mil milhões de dólares), passando a disputar o quarto lugar no ranking das maiores economias mundiais ao Reino Unido (ver gráfico). A China ocupa actualmente o sexto lugar neste ranking.
Um exemplo das discrepâncias encontradas pelos analistas são os dados referentes ao consumo de energia e de outros produtos, que não batem certo com a actual versão de Pequim sobre o estado da economia. O gigante asiático é hoje o segundo maior consumidor mundial de electricidade e lidera a mesma tabela em várias matérias-primas: carvão, aço e zinco, entre outras.
A revisão deverá incidir sobretudo sobre a componente dos serviços, que os economistas acusam de estar actualmente subavaliada: de acordo com as estatísticas oficiais, os serviços não representariam mais do que 31 por cento do PIB chinês, contra 53 por cento respeitantes à indústria.
Milhares de funcionários investigam comércio
Uma das dificuldades em tirar um "retrato" fidedigno à economia chinesa é a grande fatia de produção ocupada pelo "mercado negro", que por esse motivo não surge nas estatísticas oficiais. Com efeito, essa é uma tarefa de peso naquele que é um dos mais extensos territórios do mundo - além de ser aquele que tem a maior população. Para chegar mais próximo da realidade, o gabinete oficial de estatísticas optou por enviar dezenas de milhares de funcionários para todos os pontos do país, que pela primeira vez irão observar atentamente os pequenos comércios de rua que surgiram um pouco por toda a China nos últimos dez anos, relata o "Le Monde".
Sinal da importância cada vez maior daquela nação asiática no panorama internacional - e um novo motivo de preocupação para os norte-americanos - são as exportações chinesas de bens nas áreas de tecnologias de informação e de comunicações. De acordo com um relatório divulgado recentemente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), as vendas ao estrangeiro ascenderam a um total de 151 mil milhões de euros e elevaram o país acima dos Estados Unidos, com exportações neste domínio avaliadas em 125 milhões de euros.
O forte crescimento económico das últimas duas décadas traz também graves problemas ao país, alertou na semana passada o PNUD-Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Isto porque a distribuição da riqueza tem sido desigual, o que está a aumentar cada vez mais o fosso existente entre ricos e pobres. Para contrariar esta tendência, que pode mesmo ameaçar a estabilidade política e social, o organismo da ONU recomenda ao Governo de Pequim que aumente os gastos em políticas sociais e reforme o sistema fiscal, entre outras medidas.


O valor do PIB chinês chegará,
pelas previsões, aos 1,911 biliões de dólares no final do ano. Mas a reavaliação em curso poderá acrescentar-lhe mais 300 mil milhões. Se o cenário se confirmar, a China ultrapassará a França e, provavelmente, o Reino Unido.

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Replies:
Subject Author Date
Os americanos preocupados?!... Lá têm que avisar a Microsoft, a IBM, a Oracle, a HP e etc... (NT)Visitante Cinico (e numa de baralhado...)18/12/05 19:02:19


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