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| Subject: Jerónimo de Sousa critica Manuel Alegre por falta de clareza | |
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Author: Graça Henriques, 01/12/05 |
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Date Posted: 1/12/05 9:07:12 In reply to: Luciano Amaral 's message, "Trinta anos depois" on 1/12/05 8:29:08 Jerónimo de Sousa critica Manuel Alegre por falta de clareza Jerónimo de Sousa jantou ontem com intelectuais, gente da educação, das artes e da ciência Graça Henriques, 01/12/05 Jerónimo de Sousa considera que os cidadãos que elegeram Manuel Alegre deputado à Assembleia da República o julgarão pela sua ausência na votação final do Orçamento do Estado para 2006. O candidato presidencial do PCP entende mesmo que a opção do parlamentar socialista se torna difícil do ponto de vista da "clarificação política". Jerónimo de Sousa criticou ontem o deputado socialista que concorre a Belém sem o apoio do seu partido, por não poder "acertar o seu discurso com o seu voto" - "não se pode falar em justiça social e fiscal, nos direitos da função pública e votar um Orçamento que contraria" esse discurso. É essa "clarificação", insistiu o secretário-geral dos comunistas, que se impõe. Mais do que a discussão sobre se deve ou não abdicar do lugar na Assembleia da República (mais noticiário na página 8). As palavras do candidato do PCP foram proferidas antes de um jantar que juntou, na Casa do Alentejo, em Lisboa, cerca de 200 pessoas, muitas delas intelectuais, e das áreas da educação, artes e ciência. Entre eles encontravam-se Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Gusmão, José Pessoa, Modesto Navarro, Graça Mexia, Eugénia Cunhal e Morais e Castro. Urbano Tavares Rodrigues é um eleitor comunista que "não dormirá descansado se Cavaco Silva for eleito" Presidente. Entende o escritor que a democracia não estará em risco quanto "à liberdade de expressão e à realização de eleições", mas estará ameaçada, nomeadamente no que concerne aos direitos dos trabalhadores. Também José Pessoa, do Instituto Português de Museus, aponta baterias ao ex-primeiro-ministro. Ou não fosse o candidato da direita eleito por Jerónimo o seu principal adversário. " Não sei se prefiro que fale ou fique calado. Quando se cala é um mau prenúncio - é porque não pode dizer o que pensa. Quando fala diz coisas horríveis e incómodas", afirma. Jerónimo tem outro adjectivo para classificar a opção de Cavaco em falar pouco, pelo menos, durante a pré-campanha "Silencioso é modéstia, é um vazio imenso!" Na sua opinião, se falasse, o candidato apoiado pelo PSD e CDS perderia nas intenções de voto e daria a conhecer os seus "reais objectivos". "Também mostraria que não mudou muito neste últimos dez anos." Cavaco foi, pois, um alvo no discurso do candidato comunista. Porque, "do seu núcleo duro de apoiantes" surgem vozes - como a de Francisco Pinto Balsemão - a defender um regime presidencialista ou - como Paulo Portas - a preconizar uma revisão profunda da Constituição da República. Durante o jantar, foi tornado público um manifesto de apoio a Jerónimo de Sousa, onde os subscritores também apelam ao candidato para que "rompa o falso dilema entre o apoio ao património cultural e à criação contemporânea". [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Presidenciais: Jerónimo de Sousa avisa para não se subestimar Cavaco Silva | Lusa | 1/12/05 9:23:02 |