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| Subject: Presidenciais: Contestação de Alegre é imprópria de um democrata - Jerónimo | |
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Author: Lusa |
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Date Posted: 13/11/05 17:50:25 In reply to: Christiana Martins 's message, "Socialistas avançam com manifesto anti-Alegre" on 13/11/05 14:53:32 13-11-2005 16:37:00. Fonte LUSA. Notícia SIR-7486647 Temas: política portugal eleições Presidenciais: Contestação de Alegre é imprópria de um democrata - Jerónimo Lisboa, 13 Nov (Lusa) - O candidato presidencial Jerónimo de Sousa considerou hoje a contestação do seu adversário Manuel Alegre às suas críticas imprópria de um democrata e prometeu não se calar em relação a ninguém, embora apontando Cavaco Silva como principal adversário. Num almoço com cerca de 250 apoiantes, em São Domingos de Rana, Cascais, Jerónimo de Sousa voltou a criticar Manuel Alegre por ter afirmado que "dormiria descansado" se Cavaco Silva fosse eleito presidente, dizendo ser uma posição "de quem não conheceu" a acção governativa do ex-primeiro-ministro social-democrata. "Vimos Manuel Alegre muito irritado connosco porque fazemos esta crítica. Então, um democrata deve crispar-se só porque se confrontam argumentos, opiniões? Acho um mau princípio para um democrata", declarou o secretário-geral do PCP. O candidato comunista comentava afirmações feitas por Manuel Alegre, no sábado, em Coimbra, nas quais contestou a campanha "estranhamente agressiva" de Jerónimo de Sousa contra si, questionando- o se "está a combater a direita ou a esquerda" e se desiste de ir a votos e "a favor de quem". "Para descanso de Manuel Alegre, esta candidatura vai até ao fim, o mais longe possível, até onde o nosso povo queira", respondeu Jerónimo de Sousa, aplaudido pelos apoiantes presentes no almoço, antes de assegurar que não poupará críticas a qualquer candidato. "O nosso objectivo principal é derrotar Cavaco Silva. Mas não vamos calar as diferenças que existem entre a nossa candidatura e as outras. Não calaremos a diferença em relação a Mário Soares, tendo em conta as suas responsabilidades passadas e a sua não demarcação em relação à política do actual Governo", disse. "Não calaremos as diferenças em relação a Manuel Alegre, que em 30 anos como dirigente e deputado não se demarcou do que consideramos más políticas. Também não calaremos as diferenças - apesar de não fazermos desta a mãe das nossas batalhas - que temos com Francisco Louçã", acrescentou. Jerónimo de Sousa resumiu a sua candidatura a Belém, apoiada pelo PCP e por "Os Verdes", como a única que quer "de facto uma ruptura com o passado" e "um Portugal melhor, mais justo e mais fraterno" e esclareceu que não apela ao voto de todos os portugueses. "Não fazemos o apelo ao voto dos grandes grupos económicos, da direita mais trauliteira, dos que não gostam da liberdade, da democracia e do 25 de Abril", sublinhou, identificando-se "com os trabalhadores, os pequenos e médios empresários e agricultores, os mais pobres, os reformados, os que foram excluídos da sociedade". O candidato a Presidente da República considerou que as sondagens se enganam, garantindo ir conseguir "uma grande votação" nas eleições de 22 de Janeiro e terminou a sua intervenção pedindo aos presentes que, através "de conversas, contactos, no local de trabalho", espalhem "a ideia de que vale a pena votar nesta candidatura". IEL. Lusa/Fim [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| A guerra dos sapos | Fernando Penim Redondo | 13/11/05 18:24:45 |