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Subject: Presidenciais: Poder económico mandará no país se Cavaco ganhar - Jerónimo


Author:
Lusa
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Date Posted: 13/11/05 17:43:51
In reply to: Jerónimo de Sousa 's message, "No debate sobre o Orçamento de Estado" on 11/11/05 15:14:18


13-11-2005 17:10:00. Fonte LUSA. Notícia SIR-7486702
Temas: política portugal eleições economia

Presidenciais: Poder económico mandará no país se Cavaco ganhar - Jerónimo


Lisboa, 13 Nov (Lusa) - O secretário-geral do PCP e candidato presidencial Jerónimo de Sousa disse hoje que o seu adversário Cavaco Silva fará o "frete" ao poder económico e este mandará no país se o ex- primeiro-ministro ganhar as presidenciais de 2006.

"O poder económico não se pode sobrepor ao poder político", frisou Jerónimo de Sousa, num almoço em São Domingos de Rana, Cascais, defendendo que, "se Cavaco Silva fosse Presidente da República", esse "poder económico que hoje maltrata e despreza até o poder político" mandaria no país.

"Vêem como Cavaco Silva trata o seu partido, o PSD, e como trata o CDS - de uma forma arrogante, de marginalização. Porque não precisa do seu partido nem do CDS. Precisa é dos meios e do apoio do grande capital, a quem fez o frete durante a sua governação e a quem está disposto a fazer o frete se for eleito presidente", acusou.

Perante cerca de 250 apoiantes, o candidato a Belém concluiu que é preciso evitar que "o poder económico tome conta dos decisões do país, que as suas propostas neoliberais prevaleçam e que Cavaco Silva possa, se eleito Presidente da República, fazer-lhe a vontade".

Antes, Jerónimo de Sousa tinha ressalvado não se tratar "do fulano em si, sem ofensa, do professor Cavaco Silva", que sublinhou não ver como "um ditador", mas sim "das forças que o apoiam, aquelas figuras, aqueles testas-de-ferro do poder económico que defendem que o Estado social seja desmantelado, despedimentos selvagens e liquidar os serviços públicos".

Quanto ao próprio ex-primeiro-ministro social-democrata, o secretário-geral do PCP afirmou não haver "grandes diferenças" entre a "política económica, de privatizações, e em relação ao défice" que este defende e a do "actual primeiro-ministro", José Sócrates.

Jerónimo de Sousa fez questão, no entanto, de lembrar que Cavaco Silva "teve responsabilidades durante dez anos" e considerou que "o seu Governo ficou marcado pelo carácter autoritário e pela forma como tratou os funcionários públicos".

"Clamando contra as forças de bloqueio, desafiou o Tribunal Constitucional, desafiou o Tribunal de Contas e a própria Presidência da República, levando a que muitas leis fossem vetadas porque não respeitavam precisamente a nossa Lei Fundamental", acrescentou.

Num discurso dirigido sobretudo a criticar o ex-presidente do PSD, o candidato às presidenciais de 2006 apoiado pelo PCP e por "Os Verdes" salientou ainda que, depois de, na apresentação da sua candidatura, ter manifestado a vontade de "ajudar o país", usando "oito vezes a expressão de ajudante", Cavaco Silva veio prometer ser "vigilante".

"Depois veio dizer que quer também ser vigilante da acção do Governo. Que quer vigiar principalmente a política económica", recordou Jerónimo, sustentando que Cavaco Silva reserva-se "ao máximo dos silêncios" porque "quanto mais falar, mais votos perde".

No início da sua intervenção, o secretário-geral do PCP revelou estar "em condições, se fosse necessário", de entregar na próxima semana no Tribunal Constitucional as 7.500 assinaturas necessárias por lei para formalizar a sua candidatura presidencial.

IEL.

Lusa/Fim

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isso significa que por enquanto ainda não manda... (NT)Não há pachorra...13/11/05 18:17:21


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