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| Subject: Resumindo e concluindo... | |
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Author: Guilherme Statter |
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Date Posted: 4/10/06 11:29:09 In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "Modelos e realidade" on 3/10/06 19:12:02 Já cá faltava a questão dos "preços" e dos "valores"... Pelos vistos nem te deste ao trabalho de ler uma só das mensagens que aqui coloquei na série paralela àcerca do teu "desafio". Moral da estória: pelos vistos estive a gastar o meu latim para o boneco... Não há crise. Há sempre um ponto da discussão em que este tema aparece. Claro. É o tema central desta chachada toda... Para resumir e concluir... 1. Pelos vistos não reconheces interesse ou validade à ideia de "valor" (distinta da ideia de "preço"...). Embora reconheças - ou tenhas reconhecido - que a "fonte do valor" é o trabalho. Nisso estás de acordo com milhares de fiscalistas e contabilistas em todo o mundo que se entretem rotineiramente a calcular o IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado). 2. Pelos vistos não aceitas a hipótese de que o "tempo-de-trabalho" seja o melhor (já não digo o único...) critério de medida do valor produzido. Nisso não estás de acordo com milhares de engenheiros de produção, gestores, sociologos do trabalho e consultores que em todo o mundo se entretêm rotineiramente a calcular os "tempos médios de execução" e inventar formas de aumentar a "intensidade" ou "minimizar os tempos perdidos", ou etc. etc... 3. A ideia de que alguma coisa, ideia ou conceito possa ser "assim, porque sim", parece repugnar-te (e por essa razão reclamavas uma "argumentação sólida". Mas a verdade é que há montes de coisas que são verdades (até operativas em ciência e tecnologia) e que são "assim, porque sim". Só a título de exemplo refiro o caso dos "números imaginários". Como o próprio nome parece sugerir, diríamos do "número imaginário" que ele não existe. A esse respeito a minha dúvida (metafísica... não me deixa dormir!) é a de saber se o "número imaginário" afinal existe "porque sim", porque é assim mesmo e existe intrinseco e inerente ao caracter intímo das coisas da Natureza. Ou se, antes pelo contrário, é apenas e tão somente uma convenção inventada pelos matemáticos para manter a coerência interna e global do edifício das matemáticas. Seja como for, a realidade concreta e objectiva das coisas é que sem o conceito de "número imaginário" não teríamos raíz quadrada de "-1" ("menos um"). E sem isso não teríamos equações para explicar determinados fenómenos correntes da electricidade. Na volta não teríamos lampadas, interruptores, ligações eléctricas, baterias ou digitalismos... Face ao acima exposto venho por este meio (muito respeitosamente) requerer que seja deferido o pedido de encerrar aqui este diálogo. [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Resumindo e concluindo...(também eu) | Fernando Penim Redondo | 4/10/06 13:12:00 |