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| Subject: Re: Reabriu o CT de Viana do Castelo, para implementar o comunismo com 7% de votos.e porque não? | |
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Author: visitante |
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Date Posted: 11/10/06 18:01:39 In reply to: visitante 's message, "Re: Reabriu o CT de Viana do Castelo, para implementar o comunismo com 7% de votos." on 8/10/06 14:37:24 >>>> >>>>Reabriu o CT de Viana do Castelo >>>>Uma porta aberta >>>>para os trabalhadores >>>> >>>>Seis anos depois do incêndio que o destruiu, o >Centro >>>>de Trabalho do PCP de Viana do Castelo reabriu as >>suas >>>>portas. A inauguração realizou-se no sábado, com a >>>>participação de Jerónimo de Sousa. >>>> >>>>«Isto vai, meus amigos, isto vai/ um passo atrás são >>>>sempre dois em frente/ e um povo verdadeiro não se >>>>trai/ não quer gente mais gente que outra gente.» O >>>>poema de José Carlos Ary dos Santos, O Futuro, está >>>>gravado na placa de mármore colocada no logradouro >>>>interior do Centro de Trabalho do PCP de Viana do >>>>Castelo. A placa foi descerrada pelo >secretário-geral >>>>do PCP no passado sábado, perante a emoção geral. >>>>As palavras do poeta não se podiam adequar melhor à >>>>situação: seis anos depois de ter sido destruído por >>>>um violento incêndio, o Centro de Trabalho reabriu e >>>>os comunistas de Viana do Castelo regressaram à sua >>>>casa. E estavam felizes por isso. >>>>No comício realizado na rua, em frente ao edifício, >>>>Jerónimo de Sousa lembrou o dia fatídico de 12 de >>>>Agosto de 2000: «O incêndio que destruiu este Centro >>>>de Trabalho doeu-nos muito.» Referindo-se aos seis >>>>anos que se seguiram, realçou que «foi preciso muito >>>>esforço» até se chegar à reabertura do Centro de >>>>Trabalho. Mas, prosseguiu, «aqui está uma prova da >>>>nossa capacidade não apenas de resistir mas de >>>>construir». >>>>Para o dirigente comunista, o processo de angariação >>>>de fundos para as obras revelam outra >particularidade >>>>do PCP. «Num momento em que a generalidade dos >>>>trabalhadores atravessa sérias dificuldades >>>>económicas», Jerónimo de Sousa considera ter um >>grande >>>>significado que o Partido, que depende >exclusivamente >>>>da contribuição de camaradas e amigos, realize esta >>>>inauguração. «Quantas e quantas vezes, conhecendo >>>>derrotas e recuos, muitos foram aqueles que pensaram >>>>que o PCP ia definhar, ficar residual, desaparecer. >>>>Esta iniciativa mostra que não é assim e é mais uma >>>>prova de que é possível crescer e avançar.» >>>>Reafirmando que «as derrotas não nos desanimam e as >>>>vitórias não nos descansam», o secretário-geral do >>>>Partido lembrou a vitória alcançada com a reabertura >>>>do Centro de Trabalho. E apelou à participação de >>>>todos na jornada de luta do próximo dia 12 de >>Outubro. >>>> >>>>Condições para crescer >>>> >>>>«Não nos vamos encerrar dentro das paredes deste >>>>Centro de Trabalho», afirmou Jerónimo de Sousa. >>>>Lembrando que «temos necessidade de organização, da >>>>reunião, da nossa discussão interna», o dirigente do >>>>PCP realçou: «Este Centro de Trabalho deve ter a >>porta >>>>aberta para a população, para os trabalhadores, já >>que >>>>o distrito apresenta problemas de fundo que precisam >>>>da contribuição dos comunistas.» >>>>Em sua opinião, há que fazer deste local um «centro >>de >>>>irradiação do nosso trabalho de organização e da >>nossa >>>>intervenção política junto dos trabalhadores e da >>>>população do distrito». O CT, prosseguiu, serve para >>>>organizar os militantes comunistas mas sempre «com >>uma >>>>grande ligação à vida». >>>>Para o secretário-geral do Partido, «aqueles que >>falam >>>>da possibilidade do nosso desaparecimento nunca >>>>perceberam que o “segredo” deste Partido não é que >>>>sejamos sobrenaturais, nem seres superiores. Nada >>>>disso». É outra coisa, confessou: «É a sua ligação >ao >>>>povo e aos trabalhadores, às suas aspirações e aos >>>>seus interesses.» >>>>«Estamos num bom momento», afirmou o dirigente do >>PCP. >>>>Desde Março de 2005, prosseguiu, entraram para o >>>>Partido 4 mil novos militantes, 36 por cento dos >>quais >>>>com menos de 30 anos. Para a JCP entraram mil desde >o >>>>ano passado, acrescentou. É possível avançar, >>>destacou. >>>>Antes do secretário-geral, Manuel Almeida, do >>>>Executivo da Direcção da Organização Regional de >>Viana >>>>do Castelo do PCP afirmou que «com as condições de >>>>trabalho que as novas instalações nos proporcionam >>>>temos mais condições para reforçar a organização e >>>>intervenção do Partido, temos um bom instrumento >para >>>>o aumento da nossa influência». Este é, confessou, >>>>outro sonho da organização de Viana do Castelo, no >>dia >>>>em que viu um dos seus maiores sonhos se tornar >>>>realidade. >>>> >>>>Um dia feliz >>>> >>>>O Centro de Trabalho do PCP em Viana do Castelo >>>>localiza-se numa rua histórica da cidade. A sua cor >>>>azul faz com que se destaque dos restantes >edifícios. >>>>Reconstruído de raiz no mesmo local onde se >>encontrava >>>>a anterior sede, o CT do Partido é um edifício >>>>moderno, muito embora respeitando, no essencial, o >>>>traçado original. >>>>O rés-do-chão será ocupado por lojas e os dois >>últimos >>>>por escritórios particulares. No primeiro andar >>>>funcionará a sede da DORVIC e da Comissão Concelhia >>de >>>>Viana do Castelo. Há salas de reuniões e gabinetes >de >>>>trabalho. Cá em baixo, para lá do pátio interior, um >>>>salão poderá albergar plenários, assembleias e mesmo >>>>iniciativas culturais. >>>>Mas no passado sábado o Centro de Trabalho pareceu >>>>pequeno. De todo o distrito e de várias regiões do >>>>País veio gente partilhar a alegria de um dia feliz. >>O >>>>reforço do Partido tinha naquela iniciativa um >>momento >>>>particularmente visível. De alguns rostos caíam >>>>lágrimas. >>>>A festa começou antes da hora marcada. Pelas ruas de >>>>Viana andava o grupo de bombos «Amigos de Vila Fria» >>e >>>>o coral alentejano do Clube Recreativo do Feijó, em >>>>Almada. Depois do comício e da inauguração >>>>«propriamente dita», prosseguiu a festa, noite fora. >>>>Antes do jantar, servido num conhecido restaurante >da >>>>região, um rancho folclórico animou os presentes. >>>>Depois foi a vez dos cantares de intervenção. Após >os >>>>discursos, de Raimundo Cabral e Jerónimo de Sousa, a >>>>música popular prosseguiu. O que o Avante! não >>>>conseguiu descobrir foi a hora do fim da festa. >>Talvez >>>>continue ainda… >>>> >>>> >>>>Solidariedade e dedicação >>>> >>>>A reconstrução do Centro de Trabalho de Viana do >>>>Castelo começou no próprio dia do incêndio, em >Agosto >>>>de 2000, contaram ao Avante! Raimundo Cabral e >Manuel >>>>Almeida, dirigentes regionais do Partido. >>>> >>>>Raimundo Cabral, membro do Comité Central do PCP e >>>>responsável pela Organização Regional de Viana do >>>>Castelo, considera que a inauguração do Centro de >>>>Trabalho é um momento muito importante na vida do >>>>Partido na região. Nos últimos anos, a organização >do >>>>Partido atravessou momentos muito difíceis e sofreu >>>>sérios recuos, tanto ao nível orgânico como >>eleitoral. >>>>Muita gente perdeu a confiança, conta o dirigente do >>>>PCP. >>>>«Na inauguração do Centro de Trabalho esteve >presente >>>>muita gente que não tinha abandonado o Partido mas >>que >>>>estava muito recuada», lembra Raimundo Cabral. Com >>>>este acto, prosseguiu, muitos verificam que é >>possível >>>>«ultrapassar as dificuldades e os retrocessos que >>>>tivemos». E esta confiança só pode trazer resultados >>>>políticos, confia. «Não só no imediato mas também em >>>>termos de organização e intervenção do Partido.» >>>>A reabertura do Centro de Trabalho é, também, um >>>>primeiro passo para reconquistar muita da confiança >>>>perdida, considera o membro do Comité Central. Mas, >>>>alerta, isto não chega. Uma vez inaugurado, é >>>>necessário dar-lhe vida e abri-lo aos trabalhadores >e >>>>à população. >>>> >>>>Vizinhança solidária >>>> >>>>Manuel Almeida, da DORVIC, considera que a >>>>reconstrução do Centro de Trabalho começou logo no >>>>próprio dia do incêndio, a 12 de Agosto de 2000. >>>>«Andaram camaradas no meio dos escombros. Uns com >>>>fitas métricas, outros a recuperar o material que se >>>>estragou e outros ainda com a preocupação de apanhar >>>>os ficheiros.» Ainda as chamas mal tinham acabado de >>>>consumir o edifício e já o sonho de o ver reaberto >>>>tomava forma. >>>>O impacto do incêndio fez-se sentir muito para lá >das >>>>fronteiras do PCP. «Era a rua, a cidade, uma >multidão >>>>de gente preocupada com o incêndio e criou-se uma >>onda >>>>de solidariedade», lembra Manuel Almeida: No dia do >>>>fogo os vizinhos e os comerciantes da rua >reuniram-se >>>>e, dias depois, entregaram 250 contos ao Partido. >>>>«A dor também era deles», explica o dirigente >>>>comunista. O Centro de Trabalho do PCP em Viana do >>>>Castelo era como «outra casa qualquer daquela rua, >>>>como uma casa de família». E assim continuará a ser, >>>>acredita. >>>> >>>>Objectivo: reconstruir >>>> >>>>Depois do incêndio ter destruído o Centro de >Trabalho >>>>do Partido, grande parte das atenções da organização >>>>regional centraram-se no objectivo de conseguir >>>>dinheiro para fazer as obras e reabrir a sede. >>>>Traçaram-se metas de recolha de fundos, fizeram-se >>>>jantares, festas e arraiais. >>>>De todas as iniciativas realizadas, Manuel Almeida >>>>destaca as exposições e os leilões de obras de arte. >>>>Centenas de artistas, conta o membro da DORVIC, >>>>ofereceram ao Partido as suas obras. Entre as quais >>um >>>>«desenho da prisão» original, cedido por Álvaro >>>>Cunhal, e um desenho em papel vegetal feito pelo >>>>famoso arquitecto brasileiro Oscar Niemeier. >>>>Apesar do sucesso da campanha de fundos (angariou-se >>>>cerca de 24 mil contos), o processo de reabertura do >>>>Centro de Trabalho «foi-se arrastando», conta Manuel >>>>Almeida. Foi necessário pagar as eleições >autárquicas >>>>de 2001 e adquirir um armazém para instalar a >>>>tipografia. Somando processos com a autarquia e >>>>problemas com o IPPAR, as obras apenas se iniciaram >>em >>>>Outubro de 2004. >>>>Mas o dinheiro disponível era ainda insuficiente e >>foi >>>>necessário tomar medidas «duras para todos». E >>>>optou-se por vender o segundo andar a particulares. >>>>Mas, frisou, «continuamos a ter duas lojas no >>>>rés-do-chão, para alugar, e o pátio interior é para >>>>uso exclusivo do Partido, bem como o pavilhão de >>>>trás». O primeiro andar tem três gabinetes de >>trabalho >>>>e «uma boa sala de reuniões», realça o dirigente >>>>comunista. [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |