Show your support by donating any amount. (Note: We are still technically a for-profit company, so your
contribution is not tax-deductible.)
PayPal Acct:
Feedback:
Donate to VoyForums (PayPal):
| 19/04/26 7:57:35 | [ Login ] [ Contact Forum Admin ] [ Main index ] [ Post a new message ] [ Search | Check update time | Archives: 1, [2], 3, 4, 5, 6, 7, 8 ] |
| Subject: Re: Reabriu o CT de Viana do Castelo, para implementar o comunismo com 7% de votos. | |
|
Author: visitante |
[
Next Thread |
Previous Thread |
Next Message |
Previous Message
]
Date Posted: 8/10/06 14:37:24 In reply to: visitante 's message, "Re: Reabriu o CT de Viana do Castelo, para continuar a luta!" on 8/10/06 13:41:44 >>> >>>Reabriu o CT de Viana do Castelo >>>Uma porta aberta >>>para os trabalhadores >>> >>>Seis anos depois do incêndio que o destruiu, o Centro >>>de Trabalho do PCP de Viana do Castelo reabriu as >suas >>>portas. A inauguração realizou-se no sábado, com a >>>participação de Jerónimo de Sousa. >>> >>>«Isto vai, meus amigos, isto vai/ um passo atrás são >>>sempre dois em frente/ e um povo verdadeiro não se >>>trai/ não quer gente mais gente que outra gente.» O >>>poema de José Carlos Ary dos Santos, O Futuro, está >>>gravado na placa de mármore colocada no logradouro >>>interior do Centro de Trabalho do PCP de Viana do >>>Castelo. A placa foi descerrada pelo secretário-geral >>>do PCP no passado sábado, perante a emoção geral. >>>As palavras do poeta não se podiam adequar melhor à >>>situação: seis anos depois de ter sido destruído por >>>um violento incêndio, o Centro de Trabalho reabriu e >>>os comunistas de Viana do Castelo regressaram à sua >>>casa. E estavam felizes por isso. >>>No comício realizado na rua, em frente ao edifício, >>>Jerónimo de Sousa lembrou o dia fatídico de 12 de >>>Agosto de 2000: «O incêndio que destruiu este Centro >>>de Trabalho doeu-nos muito.» Referindo-se aos seis >>>anos que se seguiram, realçou que «foi preciso muito >>>esforço» até se chegar à reabertura do Centro de >>>Trabalho. Mas, prosseguiu, «aqui está uma prova da >>>nossa capacidade não apenas de resistir mas de >>>construir». >>>Para o dirigente comunista, o processo de angariação >>>de fundos para as obras revelam outra particularidade >>>do PCP. «Num momento em que a generalidade dos >>>trabalhadores atravessa sérias dificuldades >>>económicas», Jerónimo de Sousa considera ter um >grande >>>significado que o Partido, que depende exclusivamente >>>da contribuição de camaradas e amigos, realize esta >>>inauguração. «Quantas e quantas vezes, conhecendo >>>derrotas e recuos, muitos foram aqueles que pensaram >>>que o PCP ia definhar, ficar residual, desaparecer. >>>Esta iniciativa mostra que não é assim e é mais uma >>>prova de que é possível crescer e avançar.» >>>Reafirmando que «as derrotas não nos desanimam e as >>>vitórias não nos descansam», o secretário-geral do >>>Partido lembrou a vitória alcançada com a reabertura >>>do Centro de Trabalho. E apelou à participação de >>>todos na jornada de luta do próximo dia 12 de >Outubro. >>> >>>Condições para crescer >>> >>>«Não nos vamos encerrar dentro das paredes deste >>>Centro de Trabalho», afirmou Jerónimo de Sousa. >>>Lembrando que «temos necessidade de organização, da >>>reunião, da nossa discussão interna», o dirigente do >>>PCP realçou: «Este Centro de Trabalho deve ter a >porta >>>aberta para a população, para os trabalhadores, já >que >>>o distrito apresenta problemas de fundo que precisam >>>da contribuição dos comunistas.» >>>Em sua opinião, há que fazer deste local um «centro >de >>>irradiação do nosso trabalho de organização e da >nossa >>>intervenção política junto dos trabalhadores e da >>>população do distrito». O CT, prosseguiu, serve para >>>organizar os militantes comunistas mas sempre «com >uma >>>grande ligação à vida». >>>Para o secretário-geral do Partido, «aqueles que >falam >>>da possibilidade do nosso desaparecimento nunca >>>perceberam que o “segredo” deste Partido não é que >>>sejamos sobrenaturais, nem seres superiores. Nada >>>disso». É outra coisa, confessou: «É a sua ligação ao >>>povo e aos trabalhadores, às suas aspirações e aos >>>seus interesses.» >>>«Estamos num bom momento», afirmou o dirigente do >PCP. >>>Desde Março de 2005, prosseguiu, entraram para o >>>Partido 4 mil novos militantes, 36 por cento dos >quais >>>com menos de 30 anos. Para a JCP entraram mil desde o >>>ano passado, acrescentou. É possível avançar, >>destacou. >>>Antes do secretário-geral, Manuel Almeida, do >>>Executivo da Direcção da Organização Regional de >Viana >>>do Castelo do PCP afirmou que «com as condições de >>>trabalho que as novas instalações nos proporcionam >>>temos mais condições para reforçar a organização e >>>intervenção do Partido, temos um bom instrumento para >>>o aumento da nossa influência». Este é, confessou, >>>outro sonho da organização de Viana do Castelo, no >dia >>>em que viu um dos seus maiores sonhos se tornar >>>realidade. >>> >>>Um dia feliz >>> >>>O Centro de Trabalho do PCP em Viana do Castelo >>>localiza-se numa rua histórica da cidade. A sua cor >>>azul faz com que se destaque dos restantes edifícios. >>>Reconstruído de raiz no mesmo local onde se >encontrava >>>a anterior sede, o CT do Partido é um edifício >>>moderno, muito embora respeitando, no essencial, o >>>traçado original. >>>O rés-do-chão será ocupado por lojas e os dois >últimos >>>por escritórios particulares. No primeiro andar >>>funcionará a sede da DORVIC e da Comissão Concelhia >de >>>Viana do Castelo. Há salas de reuniões e gabinetes de >>>trabalho. Cá em baixo, para lá do pátio interior, um >>>salão poderá albergar plenários, assembleias e mesmo >>>iniciativas culturais. >>>Mas no passado sábado o Centro de Trabalho pareceu >>>pequeno. De todo o distrito e de várias regiões do >>>País veio gente partilhar a alegria de um dia feliz. >O >>>reforço do Partido tinha naquela iniciativa um >momento >>>particularmente visível. De alguns rostos caíam >>>lágrimas. >>>A festa começou antes da hora marcada. Pelas ruas de >>>Viana andava o grupo de bombos «Amigos de Vila Fria» >e >>>o coral alentejano do Clube Recreativo do Feijó, em >>>Almada. Depois do comício e da inauguração >>>«propriamente dita», prosseguiu a festa, noite fora. >>>Antes do jantar, servido num conhecido restaurante da >>>região, um rancho folclórico animou os presentes. >>>Depois foi a vez dos cantares de intervenção. Após os >>>discursos, de Raimundo Cabral e Jerónimo de Sousa, a >>>música popular prosseguiu. O que o Avante! não >>>conseguiu descobrir foi a hora do fim da festa. >Talvez >>>continue ainda… >>> >>> >>>Solidariedade e dedicação >>> >>>A reconstrução do Centro de Trabalho de Viana do >>>Castelo começou no próprio dia do incêndio, em Agosto >>>de 2000, contaram ao Avante! Raimundo Cabral e Manuel >>>Almeida, dirigentes regionais do Partido. >>> >>>Raimundo Cabral, membro do Comité Central do PCP e >>>responsável pela Organização Regional de Viana do >>>Castelo, considera que a inauguração do Centro de >>>Trabalho é um momento muito importante na vida do >>>Partido na região. Nos últimos anos, a organização do >>>Partido atravessou momentos muito difíceis e sofreu >>>sérios recuos, tanto ao nível orgânico como >eleitoral. >>>Muita gente perdeu a confiança, conta o dirigente do >>>PCP. >>>«Na inauguração do Centro de Trabalho esteve presente >>>muita gente que não tinha abandonado o Partido mas >que >>>estava muito recuada», lembra Raimundo Cabral. Com >>>este acto, prosseguiu, muitos verificam que é >possível >>>«ultrapassar as dificuldades e os retrocessos que >>>tivemos». E esta confiança só pode trazer resultados >>>políticos, confia. «Não só no imediato mas também em >>>termos de organização e intervenção do Partido.» >>>A reabertura do Centro de Trabalho é, também, um >>>primeiro passo para reconquistar muita da confiança >>>perdida, considera o membro do Comité Central. Mas, >>>alerta, isto não chega. Uma vez inaugurado, é >>>necessário dar-lhe vida e abri-lo aos trabalhadores e >>>à população. >>> >>>Vizinhança solidária >>> >>>Manuel Almeida, da DORVIC, considera que a >>>reconstrução do Centro de Trabalho começou logo no >>>próprio dia do incêndio, a 12 de Agosto de 2000. >>>«Andaram camaradas no meio dos escombros. Uns com >>>fitas métricas, outros a recuperar o material que se >>>estragou e outros ainda com a preocupação de apanhar >>>os ficheiros.» Ainda as chamas mal tinham acabado de >>>consumir o edifício e já o sonho de o ver reaberto >>>tomava forma. >>>O impacto do incêndio fez-se sentir muito para lá das >>>fronteiras do PCP. «Era a rua, a cidade, uma multidão >>>de gente preocupada com o incêndio e criou-se uma >onda >>>de solidariedade», lembra Manuel Almeida: No dia do >>>fogo os vizinhos e os comerciantes da rua reuniram-se >>>e, dias depois, entregaram 250 contos ao Partido. >>>«A dor também era deles», explica o dirigente >>>comunista. O Centro de Trabalho do PCP em Viana do >>>Castelo era como «outra casa qualquer daquela rua, >>>como uma casa de família». E assim continuará a ser, >>>acredita. >>> >>>Objectivo: reconstruir >>> >>>Depois do incêndio ter destruído o Centro de Trabalho >>>do Partido, grande parte das atenções da organização >>>regional centraram-se no objectivo de conseguir >>>dinheiro para fazer as obras e reabrir a sede. >>>Traçaram-se metas de recolha de fundos, fizeram-se >>>jantares, festas e arraiais. >>>De todas as iniciativas realizadas, Manuel Almeida >>>destaca as exposições e os leilões de obras de arte. >>>Centenas de artistas, conta o membro da DORVIC, >>>ofereceram ao Partido as suas obras. Entre as quais >um >>>«desenho da prisão» original, cedido por Álvaro >>>Cunhal, e um desenho em papel vegetal feito pelo >>>famoso arquitecto brasileiro Oscar Niemeier. >>>Apesar do sucesso da campanha de fundos (angariou-se >>>cerca de 24 mil contos), o processo de reabertura do >>>Centro de Trabalho «foi-se arrastando», conta Manuel >>>Almeida. Foi necessário pagar as eleições autárquicas >>>de 2001 e adquirir um armazém para instalar a >>>tipografia. Somando processos com a autarquia e >>>problemas com o IPPAR, as obras apenas se iniciaram >em >>>Outubro de 2004. >>>Mas o dinheiro disponível era ainda insuficiente e >foi >>>necessário tomar medidas «duras para todos». E >>>optou-se por vender o segundo andar a particulares. >>>Mas, frisou, «continuamos a ter duas lojas no >>>rés-do-chão, para alugar, e o pátio interior é para >>>uso exclusivo do Partido, bem como o pavilhão de >>>trás». O primeiro andar tem três gabinetes de >trabalho >>>e «uma boa sala de reuniões», realça o dirigente >>>comunista. [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Re: Reabriu o CT de Viana do Castelo, para implementar o comunismo com 7% de votos.e porque não? | visitante | 11/10/06 18:01:39 |