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| Subject: PCP: quem foi à vida e a voz que fica | |
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Author: jf |
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Date Posted: 29/07/06 12:05:39 "Sou um dos que a Direcção do PCP quis e pensou que fosse "à vida", conforme a expressão que J. Catalino utilizou na sua recente entrevista publicada no "Diário do Alentejo". Catalino, quiçá involuntariamente, confessa que assim quis a Direcção do PCP, pensando que resultaria – mesmo que para tanto tenha sido utilizado um método anti-estatutário e ilegal – como processo de resolver administrativamente questões de ordem ideológica. A Direcção Central do PCP ordenou, a Direcção Regional cumpriu, e a estrutura local aceitou que o Partido ficasse sem voz nas questões de política de saúde a nível do Alentejo (os distraídos podem consultar os arquivos do "Diário do Alentejo" desde 1980). Senão, veja-se o silêncio cúmplice dos dirigentes da Rua da Ancha perante todas as mais graves investidas contra o Serviço Nacional de Saúde levadas a cabo nestes últimos anos (desde a chamada empresarialização dos hospitais) na nossa região. Sim, digo cúmplice porque destacados membros do PCP estiveram activamente envolvidos nas decisões que levaram à implementação no terreno, designadamente no distrito de Beja, de medidas inseridas numa política contrária à definida nos documentos e na linha programática do PCP. Esses "camaradas", que verdadeiramente andavam na sua "vidinha" instalados nos meandros do poder (não importando a cor político-partidária que tivesse...), não quis o PCP "mandar à vida"… Nestes anos, a DORBe preferiu ser (mal) "informada" da situação local da saúde por esse "canal preferencial", ignorando alertas vindos de várias estruturas, inclusive de centrais sindicais! (Estavam proibidos de dar ouvidos a "um perigoso renovador"...) No decorrer dos anos, as famigeradas previsões quanto aos chamados "trânsfugas" falharam rotundamente (indubitavelmente no que me diz pessoalmente respeito – não tomei outro Partido...), ficando no ar o ridículo vazio de tais acusações… E entretanto também, vimos outros serem premiados pelos resultados da sua aplicação na gestão de outras políticas (não comunistas, bem entendido…): vejam-se recentes nomeações hospitalares e respectivas deslocações de colaboradores... O facto de não existir uma célula com militância na Saúde em Beja tem vindo a calhar às mil maravilhas para a política neo-liberal de destruição do SNS, que "à vontadinha" e com o silêncio do PCP vai fazendo tudo o que bem pretende, sem qualquer oposição organizada. A quem pedir responsabilidades por este verdadeiro capitulacionismo? Catalino já teve a resposta de Lopes Guerreiro. Hoje tem a minha. A Direcção do PCP esbulhou-me de um direito sem qualquer explicação, ignorando até hoje os pedidos formais escritos que lhe enderecei, dos quais não desisto. Esta voz crítica, como a de Lopes Guerreiro, também ficou. Resiste, ainda que a não aceitem no PCP." Munhoz Frade (in Diário do Alentejo) [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Re: PCP: quem foi à vida e a voz que fica | visitante | 30/07/06 18:08:09 |
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