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| Subject: Re: Arte, mito e revolução: o prólogo | |
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Author: Guilherme Statter |
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Date Posted: 20/06/06 20:27:46 In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "Arte, mito e revolução: o prólogo" on 20/06/06 16:31:12 Pela minha parte recomendo (não tão vivamente como o Fernando) que se tenham em linha de conta alguns aspectos: À ideia de Revolução (pelo menos em ambientes como se supõe ser o deste Forum) está usualmente associada a ideia de optimismo e confiança no futuro da Humanidade. Ou ainda ideias como racionalidade, progresso e modernidade. Como assinala o texto referenciado pelo Fernando, Wagner (incidentalmente um dos compositores meus preferidos...) tinha um fascínio por Schopenhauer, o filósofo da irracionalidade da existência e do pessimismo radical. Schopenhauer era também o filósofo que considerava a musica como a arte suprema (até por "falar" directamente aos instintos do Homem...), sem racionalidade aparente. Daqui ao aproveitamento da arte como instrumento de alienação, vai um saltinho que os Nazis deram sem pejo algum. Até porque Wagner não escondera os seus sentimentos anti-semitas. Juntava-se a fome com a vontade de comer. Mas música é música e, repito, Wagner é um dos meus favoritos. Estava justamente a ouvir a Abertura "Tannhauser" quando abri o sitio do Dotecome... [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Não sejamos esquemáticos | Fernando Penim Redondo | 20/06/06 22:27:32 |
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