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| Subject: Pequim ignora 40 anos da revolução de Mao | |
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Author: Jorge Heitor |
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Date Posted: 17/05/06 12:22:36 In reply to: Luís Naves 's message, "Revolução Cultural é memória sensível" on 17/05/06 12:20:21 Os media na China praticamente ignoraram ontem o quadragésimo aniversário do início da Grande Revolução Cultural Proletária, um dos maiores movimentos sociais do século XX. Foi em 16 de Maio de 1966 que o presidente do Partido Comunista, Mao Tsetung, no poder desde 1949, lançou a Revolução Cultural, dizendo que "representantes da burguesia" se tinham infiltrado no partido e que era preciso afastá-los, o que procurou fazer apoiado num grupo de radicais, entre os quais a sua mulher, Jiang Qing. Tudo se apresentou, ao longo de dez anos, como um amplo movimento de estudantes e de trabalhadores contra o que consideravam ser os burocratas que estariam a desviar o partido para uma linha revisionista, ao estilo da União Soviética. O apelo de Mao foi escutado por milhões de jovens radicais, conhecidos como os Guardas Vermelhos, para os quais a Grande Revolução constituía "uma nova fase no desenvolvimento" do país. Só conseguiram, afinal, mergulhá-lo no caos. Centenas de milhares de pessoas morreram nessa década e milhões de chineses foram torturados. [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Re: lembrar o genocídio! | bernardino sousa | 17/05/06 13:24:51 |
| Quem foram as principais vitimas da revolução cultural? | A verdade é necessária | 18/05/06 14:07:45 |
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