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| Subject: Lamúria de puta velha transformada em virgem ofendida? | |
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Author: vou ali volto já |
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Date Posted: 22/05/06 20:33:13 In reply to: Guilherme Statter 's message, "O insulto costuma ser o argumento dos ignorantes... Mas," on 22/05/06 16:48:02 Sr. Ignorante Statter. Estás sempre a falar em livros, e a dizeres que os lês, mas parece-me que nos livros aprendes muito pouco. Onde tu ainda aprendes qualquer coisita é aqui neste forum. Mas, claro, aqui aprendes pouco e mal, que a fauna não é versada e tu és burro com ares de doutor. Com tais "apendizagens", de vez em quando mandas umas bocas. As confusões, porém, são mais que muitas, e num parágrafo dizes uma coisa e no seguinte até podes dizer o seu contrário, tudo com o maior dos desplantes. Para o confirmar, não vou enumerar as tuas recentes baboseiras sobre o trabalho produtivo e sobre a mais-valia, muito menos outras anteriores. Socorro-me apenas desta: "Vamos a supor que o Tono quer (ou tem que) vender a sua "força-de-trabalho" e que uma boa disposição psico-física e uma boa saúde contribuem para valorizar a sua "mercadoria" (que é a tal "força-de-trabalho"). Primeira conclusão: tudo o que se faça para aumentar a aquela "força-de-trabalho" é susceptível de se considerar "valor acrescentado". Nota àparte: Experimente o amigo Joaquim Pedro "vender" a sua força-de-trabalho (na premissa de que precisa de o fazer) que é - o mais das vezes - como quem diz "arranjar emprego", estando com cara macilenta pela má-alimentação (não mastiga bem...) e tendo que fazer uns examos médicos... Vai logo ver o valor mercantil de uma boa e santa saúde! Portanto temos que terá havido "acréscimo de mais-valia", no trabalho do protésico, na boca do nosso "Tono-portador-de-força-de-trabalho" e por fim no trabalho do médico dentista. Ou a lógica é uma batata. Sendo que às vezes é uma cebola. E que quanto mais se descasca mais dá vontade de chorar...". Deste naco de prosa escorreitíssima, retiro esta barbaridade: "... temos que terá havido "acréscimo de mais-valia" (...), no trabalho do protésico, na boca do nosso "Tono-portador-de-força-de-trabalho" e por fim no trabalho do médico dentista". Não colhe vires agora com essa da distinção entre "criação" e "realização" da mais-valia, porque tu não sabes o que seja a mais-valia. É que, se soubesses, não dizias as barbaridades citadas. E não só não sabes o que seja a mais-valia como não sabes o que seja valor acrescentado. Este é o outro nome com que o marxismo vulgar batisa, erradamente, a mais-valia, no sentido de que a força de trabalho acrescentaria valor ao produto, valor acrescentado esse que seria retirado ao trabalhador. É o trabalho, pelo seu consumo produtivo, que acrescenta valor a trabalho passado ou às ofertas da natureza, não a força de trabalho. E o valor que o trabalho acrescenta está representado no valor do produto, sob a forma do somatório do tempo de trabalho passado com o tempo de trabalho vivo. Este acréscimo de valor é o tempo de trabalho vivo consumido, não é puto a mais-valia. No modo de produção capitalista, como o trabalho assalariado é vendido por tempo de uso, homogeneizando os diferentes tipos de trabalho concreto e reduzindo-os a trabalho geral ou abstracto, a unidade do valor pode muito bem ser reduzida a esse tempo de uso. A troca desigual entre o trabalhador assalariado e o capitalista, pela venda da força de trabalho, que é o que origina a mais-valia, é então facilmente medida pela diferença entre o tempo de trabalho que a sua mercadoria fornece e o tempo de trabalho que ele recebe em troca. A mais-valia é, portanto, a parte do produto apropriada pelo capitalista pela compra da força de trabalho. Se o capitalista realiza em capital-dinheiro o capital-mercadoria em que está materializado o valor, e, nesse sentido, realiza a mais-valia como capital, esse é problema secundário. Pelos vistos, os capitalistas realizam mais-valia; se a realizam na quantidade prevista (fixada pelos termos da troca), é outra questão. Uma parte dela é desperdiçada, jogada no lixo com as mercadorias não vendidas, e outra, ainda, é transferida, através dos preços e da perequação dos lucros, de uns capitalistas para outros. Não é coisa que afecte a realidade de o trabalhador ter sido alvo de uma troca desigual, a tal que origina a mais-valia. Perante a realidade da tua nulidade em termos de compreensão do marxismo ou em termos de compreensão da essência da realidade empírica, escusas de vir com lamúrias de virgem ofendida quando te rotulo de ignorante. Não é qualquer insulto, é a crua realidade! Espero, apesar da tua provada incapacidade, que continues porfiando, mas lendo a valer e fazendo esforço para compreender, não fazendo que lês nem cabulando. Ao menos, a ver se aqui se pode discutir alguma coisa com "sustância". Ah! E vê se a cebola da dialéctica não te faz lacrimejar tanto... [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
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| Tenho um neto pequenito que já sabe contar até mil... | Guilherme Statter | 23/05/06 16:11:39 |
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