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Subject: O amigo Morais


Author:
gato das botas
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Date Posted: 26/04/07 22:57:48

ANTÓNIO JOSÉ MORAIS: O PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA, NÃO CONHECEU NEM DE QUEM QUER OUVIR FALAR, A BEM DA NAÇÃO.

Chama-se António José Morais e é engenheiro a sério, daqueles reconhecidos pela Ordem (não é uma espécie de Engenheiro, como diriam os Gatos Bem Cheirosos).

O Eng. Morais é primo em primeiro grau da Dr.ª Edite Estrela. É um transmontano, tal como a prima, e conterrâneo do também licenciado pela Universidade Independente Dr. Armando Vara, antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos e actualmente Administrador da mesma Caixa Geral de Depósitos. Tal como a prima Edite Estrela e Armando Vara, António José Morais é também um grande amigo do Eng. José Sócrates.

O Eng. Morais trabalhou no prestigiado Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). Devido ao seu elevado empreendedorismo, o Eng. Morais canalizava para uma empresa em que era parte interessada trabalhos destinados ao LNEC. Por esta infeliz conduta, um dia foi convidado a sair.

O Eng. Morais trabalhou também para outras empresas, entre as quais a HIDROPROJECTO, da qual foi convidado a sair pelas mesmas razões.

Homem sempre assoberbado de trabalho, para além de professor na Universidade da Beira Interior (UBI) o Eng. Morais acumulava com a consultadoria privada. Na sua faceta de consultor de reconhecido mérito, o Eng. Morais trabalhou para a Câmara da Covilhã, a quem vendeu serviços requisitados pelo técnico municipal Eng. Sócrates. Daí nasce a sua amizade.

É desta amizade entre o Eng. da Câmara da Covilhã e o Eng. Consultor da Covilhã que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à prima do Eng. Morais, a Dr.ª Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista. Começa assim a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista, em Lisboa, apadrinhada pela famosa Dr.ª Edite Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.

Detentor de um curso de bacharelato em engenharia civil, que na altura lhe concedia o título de Engenheiro-Técnico, o homem era tratado por sr. Engenheiro, mas não podia, em boa verdade, afirmar-se Engenheiro. Para a ambição legítima do político Sócrates era importante acrescentar a licenciatura, visto a política ser arte reservada a doutores e a engenheiros. Matricula-se então num curso de Direito, numa das universidades privadas que foram surgindo. Não sente especial vocação, como aliás não sentia pela engenharia. Marca passo durante uns três anos, à procura de inspiração, paga as propinas respectivas mas não faz nenhuma cadeira. Resolve tentar um Curso de Estudos Superiores Especializados em Engenharia Civil no prestigiado Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL).

Aí “encontra” como professor o amigo Eng. Morais. Demasiado envolvido noutros projectos, o Eng. Morais faltava amiúdes vezes às aulas, e naturalmente foi convidado a sair daquela docência. Homem de grande espírito de iniciativa e de invejável currículo, rapidamente arranjou colocação na Universidade Independente. Transfere-se então para a Universidade Independente, e passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno – o bacharel José Sócrates Pinto de Sousa. O seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na política e na governação, seguiu-o “porque era a escola mais perto do ISEL que encontrou”.

E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. Ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador-estudante, licencia-se, e passa a ser Engenheiro, à revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que, segundo consta, é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo-se completamente ao Ministério que tutela o ensino superior.

Eis que, licenciado o governante, há que retribuir o esforço do HIPER MEGA PROFESSOR, que, com o sacrifício do seu próprio descanso, deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora do normal, e com exames ao Domingo, já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.

O amigo Vara, também secretário da Administração Interna, coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério.

O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa, teve que ser demitido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança Rodoviária fundada pelo Secretário de Estado Vara (lembre-se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o então já ministro Vara, diz-se que por pressões do Presidente Sampaio, o que levou ao corte de relações do Dr. Vara com o Dr. Sampaio e, ao que consta, ao nascimento de um ódiozinho de estimação entre o Dr. Vara e o ex-Presidente).

O Eng. Guterres, farto que estava do Partido Socialista (porque é um homem de bem, acima de qualquer suspeita, íntegro e patriota), aproveitando a derrota nas autárquicas, dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda-os todos para o desemprego.

Segue-se o Dr. Durão Barroso e o Dr. Santana Lopes, que não se distinguem em praticamente nada de positivo, e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates E GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA.

Eis que, amigo do seu amigo é, e toca a dar mais uma oportunidade ao Morais, que o tipo não é para brincadeiras. E assim o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça.

O Eng. Morais homem sensível e de coração grande, tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo. Como a paixão obnubila a mente e trai a razão, nomeia a “brasuca “ Directora de Logística dum organismo por ele tutelado, a ganhar 1600 € por mês. Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava. Daí a ser publicado no “24 HORAS” foi um ápice.

E ASSIM lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.

E “prontos” é esta a história duma bela amizade.

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Subject Author Date
eles são mais que as mãesatento27/04/07 14:02:49


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