| Subject: Re: ATL |
Author:
Membro da APEE
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Date Posted: 23:42:11 11/02/04 Tue
In reply to:
Ana Melro
's message, "Re: ATL" on 17:55:40 10/29/04 Fri
>mas como indica que já foi tentado quase tudo, gostava
>de saber o que foi feito em nome da AEPP para manter a
>D. Manuela a colaborar com os pais de TODOS os
>meninos, garantindo-lhe as condições profissionais que
>merece. Assim, a APEE já fez uma exposição e/ou abaixo
>assinado acerca do assunto para a DREL? Já se tentou
>uma reunião com o/a Director(a) Regional actual? É que
>os pais são normalmente bem recebidos junto desta
>entidade... Já se tentou um pedido de ajuda sobre
>meios ao nosso dispor junto da Associação Nacional de
>Pais? Tudo isto poderia ajudar num processo de
>reconhecimento público das competências da D. Manuela.
>E ter implicações práticas em termos de contratação.
>Mas, como a D. Manuela é que tem a última palavra e o
>direito de escolher, a dúvida sobre os auxiliares de
>AA da nova escola continua.
> Não acho que se tenha perdido ainda o bom senso.
>Claro que podemos conversar pessoalmente, mas o debate
>público nunca é demais, dentro do bom tom e respeito.
>Podem contar comigo!
===========================================
Penso que já se gerou uma grande troca de mensagens e se calhar perdeu o contexto em relação à sua questão, a Ana Paula Neto já respondeu, o que passo a transcrever:
"A contratação de auxiliares passa por um concurso publico,para a categoria de Auxiliar de Acção Educativa é exigido o 12º ano (que a D. Manuela não tem) que tenha alguma experiencia na area (que não é reconhecida por lei á D. Manuela porque a Sra. é tarefeira há 2 anos) e a prioridade de colocação é dada a quem já tenha mais anos de serviço com esta categoria, podendo vir a ser colocada uma pessoa transferida de outra escola. A Lei é bem clara neste assunto não há forma de a rodear, a unica hipotese que a APEE tem é pedir á DREL que acelere o processo do concurso para que a Escola só seja aberta com as auxiliares necessárias ( o que como já expliquei irá excluir a D. Manuela da Escola)e o agrupamento está neste momento numa luta quase eterna com a DREL porque a unica coisa que poderá ser concedida á Escola nova é o Seguinte :
1 auxiliar a tempo inteiro (Que já temos está na escola numero 1) e 3 tarefeiras com 4 horas diárias auferindo o que já referi no post anterior. Hora meus senhores esta história é um bocado como a do menino do velho e do burro para a APEE.
A APEE nasceu ha 3 meses não tem condições financeiras de fazer mais do que exigir de Caixa de Pandora que havendo 3 salas de ATL a funcionar 2 das auxiliares sejam aceites sem olhar ás habilitações. Trabalhando com salarios dignos com contratos dignos e ficando com a categoria profissional que tanto merecem, mas que o nosso estado insiste que não pode dar.
Já existem pedidos na DREL da APEE para resolver a questão das auxiliares... quantas respostas pensam que obtemos ? ... "
- É bom saber que podemos contar com pais que possam colaborar, é que não nos podemos esquecer de uma coisa, quando apontamos o dedo a alguem temos tres dedos a apontar para nos.
Aos pais que são tao criticos há que dar soluçoes construtivas, porque a APEE é constituida por todos os pais que se associaram, é que antes de aparecer a APEE actual, não havia tantas criticas, nem tantas ideias "construtivas". Existe na Quinta do Anjo um organismo que abarca todas as situações de meninos carenciados que é o Centro Social da Quinta do Anjo, porque é que a maior parte dos pais não são tão criticos com quem recebe subsideos estatais para esse fim? e pelo contrario são criticos com uma APEE que tem 3 meses de existência e que está neste momento a tentar fazer o que está ao seu alcance? Dá que pensar. Gostaria de saber o que já foi feito em prol da Quinta do Anjo por quem critica. Se calhar já fez muito, mas como não se identificam ficamos sem saber o seu valor.
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