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Date Posted: 19:25:17 07/10/03 Thu
Author: Hilda Simone
Subject: Re: Semana 10- experiencialismo e morfossintaxe
In reply to: maura 's message, "Re: Semana 10- Mito é bem mais do que tais definições..." on 20:11:03 07/09/03 Wed

Maura,
Para mim você não está vendo chifre em testa de cavalo, talvez sonhando com uma mudança profunda. Concordo com seu comentário sobre a aplicação dessa teoria do experiencialismo no ensino da morfossintaxe, não só aí, mas no estudo do sentido, da semântica, tão discutido pelos autores nas páginas 308 a 314. Aliás, eles parecem criticar a forma com que enxergamos a sintaxe atualmente. Na explicação do sentido composicional - a teoria dos constituintes lingüísticos, que define as propriedades lingüísticas como define o mundo: "o mundo é feito de blocos para construção: objetos definíveis, propriedades inerentes e relações claramente delineadas" (p. 314). Nesta visão não importa a compreensão humana, ela é um "algo a mais", fator não necessário para oferecer condições de verdade à frase. Essa tradição é condensada pela lingüística de Noam Chomsky que tem sustentado firmemente que a gramática é uma questão de pura forma, independente do sentido ou da compreensão humana (p. 317). É um longo percurso até alcançarmos um ensino mais experiencialista que envolva as gestalts experienciais de nossos alunos, iria ser legal, não iria? Talvez a gramática passasse a ser vista como algo do cotidiano (como estamos começando a enxergar as metáforas) e não somente aquele monte de regras da gramática normativa que nossos alunos só encontram no contexto da sala de aula, com raras exceções. Um autor que me faz pensar sobre esse uso de normas gramaticais e abrir um pouco minha cabeça é Marcos Bagno. Bem, queria ser breve, mas acho que empolguei.
Um abraço,
Hilda Simone

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