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Date Posted: 11:25:30 04/22/04 Thu
Author: Luiz Henrique Oliveira
Subject: Tarefa 4

UFMG
FALE
DISCIPLINA: DIMENSÕES COMUNICATIVAS NO ENSINO DE L.E.
PROFESSORA: Vera Menezes
TAREFA 4

GRUPO 1 PORTUGUÊS
- Luiz Henrique S. Oliveira
- Tereza Pereira
- Vânia Gomes


PONTOS RELEVANTES:


APRESENTAÇÃO

1- Na apresentação, o autor fala da importância do ensino de LE nas escolas, e da grande busca da mesma em instituições particulares.
2- Ele critica o uso do termo Língua Estrangeira, pois o mesmo dá a idéia de que a LE é uma "língua estranha ou língua de estranhos".
3- Ele fala sobre o "ensino comunicativo" de hoje, e fala també sobre competência Comunicativa.

CAPÍTULO I
ENSINAR E APRENDER UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA NA ESCOLA

1 - Capítulo I, o autor critica novamente o uso do termo Língua Estrangeira, e sugere que o professor reflita sobre tal conceito.
2- Ele propõe uma figura que sistematiza os principais fatores intervenientes no processo de ensinar e aprender uma outra língua.
3- O autor fala sobre uma abordagem de aprender e uma abordagem de ensinar (cujos conceitos encontram-se no glóssario).
4- No capítulo II o autor dá exemplos de atividades do processo de ensinar línguas em quatro dimensões distintas:
(1) o planejamneto das unidades de um curso;
(2) a produção de materiais de ensino ou de seleção deles;
(3) as experiências na, com e sobre a língua-alvo realizadas com os alunos principalmente dentro mas também fora da sala de aula;
(4) a avaliação de rendimento dos alunos (mas também a própria auto-avaliação do professor e avaliação dos alunos e ou externa do trabalho dos professores).
5- Ele dá o conceito de abordagem (que está no glossário) e problematiza outros conceitos da mesma.
6- Ele fala sobre a operação global do ensino de línguas (que está no glossário), e propõe uma figura como modelo dessa operação.
7- Ele problematiza os métodos de ensino de LE na sala de aula e propõe uma análise de abordagem (que está no glossário).
8- O capítulo III é dividido em três tópicos:
(1) Na introdução, o autor fala sobre a aula de ensino de LE e diz que ela deveria ser levada para fora da sala de aula (também). Ele fala sobre a pouca importância que se dá para a discussão e para um estudo sobre a própria aula. Ele propõe um esquema em forma de figura sobre "a aula no processo de aprender e ensinar línguas".
(2) No tópico "Discussão", ele trabalha mais as críticas propostas no tópico anterior, e fala das dificuldades de se ensinar e de se aprender uma LE. Fala sobre os problemas das escolas públicas. O autor fala das fases de uma aula convencional de LE e de sua duração. Essas fases são:
- Fase 1: Clima e confiança. Fase 2: Apresentação. Fase 3: Ensaio e Uso. Fase 4: Pano.
(3) No tópico "Conclusão", o autor propõe 4 fases "necessárias à fruição da aula de LE:
- o estabelecimento de clima e confiança; a apresentação (de insumo novo); ensaio e uso e pano.
-
CAPÍTULO III
AULA COMUNICATIVA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA ESCOLA

1- A aula comunicativa em LE: é um processo que envolve o mecanismo de ensino face a face, sendo fundamentais a preparação das aulas, a seleção e/ou produção de material didático, avaliação de desempenho geral, e constante aperfeiçoamento profissional; não obstante, liberdade aos alunos e temáticas relevantes para o aluno, amparada pela comunicabilidade inerente à LE alvo. Tem como fases:

A) Clima e confiança - premeditação ou preparação dos “passos” a serem seguidos; orientação relativa ao calendário escolar; atividades práticas envolvendo os materiais previamente preparados.
B) Apresentação - familiarização do aluno com amostras de uso da linguagem e de pontos específicos do conteúdo lingüístico.
C) Ensaio e uso – como o nome diz, ensaia-se situações de uso da LE; aqui importa bastante o direito (outrora outorgado) do aluno poder escolher aquilo que vai dizer/utilizar.
D) Pano: etapa de fechamento; re-conchecimento dos conteúdos enfocados e um sumário dos objetivos específicos daquela aula. Engajamento às atividades anteriores.
CAPÍTULO IV
MÉTODOS COMUNICATIVOS DE ENSINO DE LÍNGUAS

1- Métodos comunicativos – enfatizam a produção de significados em detrimento a´s formas do sistema gramatical. Difere-se dos demais porque incentiva/leva o aluno a expressar aquilo que ele quer ou precisa.
2- Ser comunicativo em sala de aula envolve vários fatores:
a) proporcionar experiências de aprender com conteúdos de relevância;
b) tolerar o papel de apoio da LÍNGUA MATERNA;
c) representar temas e conflitos do universo do aluno na forma de problematização dialógica;
d) oferecer condições para a fixação das formas ou estruturas da língua de modo a torna-las automáticas.

CAPÍTULOS V eVI:
O QUE QUER DIZER SER COMUNICATIVO NA SALA DE AULA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA/ ALGUNS SIGNIFICADOS DE ENSINO COMUNICATIVO DE LÍNGUAS

1- Ser comunicativo no ensino de LE é:
ter uma postura profissional coerente com um conjunto de pressupostos ditos comunicativos; é diferente de estar comunicativo temporariamente para realizar uma atividade com os alunos.
- Ser comunicativo não é necessariamente ser extrovertido ou simpático e também não é sinônimo de ser informativo ao ensinar uma língua nem é equivalente a ensinar língua oral.
-
As questões que devem passar pelo pensamento do professor de LE:
Um pouco de história:
Os diversos conceitos :
-Ensino científico das línguas modernas; o ensino das línguas vivas(1935). Como estudar uma língua clássica: regras de gramática, ler e apreciar os bons autores, analisar e traduzir textos.
-Reforma Francisco Campos: método alternativo: direito intuitivo: a expectativa da auto-expressão oral e por escrito tenta modificar a postura anterior dada ao aprendizado formal das línguas.
-Portaria Ministerial no. 114 de 29.01.43, citada em Chagas(1979)prevê o uso do método direto com ênfase prática e objetivos 1-Instrumentais: ler, escrever, compreender linguagem oral e falar; 2- educativos: formação da mentalidade, observação e reflexão; 3- culturais: conhecimento da civilização estrangeira.
O método direto não criou firme tradição do Brasil. Entre 60 e 70 predominou o ensino da língua inglesa com a metodologia ortodoxa norte-americana de ensino de línguas; o estruturalismo lingüístico acoplado às bases psicológicas behaviorista de ensino audiolingual: ouvir, repetir, substituir e ler.
-Anos 80, no Brasil: surgiram livros didáticos importados preparados sobre uma base funcional –comunicativa. Livros nacionais, na época não incorporaram a novidade.
2.1 o que é ensino comunicativo?
 é aquele que organiza as experiências de aprender em termos de atividades/tarefas de real interesse e/ou necessidade do aluno para que ele se capacite a usar a L-alvo para realizar ações de verdade na integração com outros falantes-usuários dessa língua;
 é aquele que não toma as formas descritas nas gramáticas como o modelo eficiente para organizar as experiências de aprender outra L mas sim aquele que toma unidades de ação feitas como linguagem como organizatórias das amostras autênticas de L-alvo que se vão oferecer ao aluno aprendiz.
 2.2 – exemplos de aprendizagem comunicativa
 2.3 - cronologia de expectativas comunicativas
 nesse item, Almeida Filho cita diversos autores que escreveram a respeito da idéia de ensinar para a comunicação, de 1545 a 1968- quando fala sobre os "livros de frases para viajar": o que dizer na tinturaria e não entender o que a outra pessoa vai responder? ( isso achei ótimo!)
 2.4 Movimento comunicativo
 começa em 1972- Wilkins – sistematiza uma nomenclatura de funções comunicativas, tópicos, cenários, papéis sociais e psicológicos e noções de gramática nocional.
- 1978 - Widdowson - argumentos na confusão profunda existente entre ensinar forma gramatical e uso. Enfatiza a importância do conceito de competência
comunicativa no movimento de renovação metodológica.
- 1982 - Johnson - propõe critérios básicos para uma metodologia de base comunicativa. As técnicas de ensino e pratica em sala de aula tem de passar por
algumas provas para serem admitidas como comunicativas: ser praticáveis/exeqüíveis, ter um hiato de informação a ser preenchido, ser relevante enquanto tarefa, transferir informação de um meio para o outro, ser do tipo quebra-cabeças.
- 1980 - Carroll – construção de procedimentos de avaliação comunicativa: descrição de tarefas necessárias, grau de habilidade desejada etc.
1986 - Almeida Filho - teorizações e criticas contra o movimento comunicativo funcional.
 1987 - Almeida Filho escreve "O que que quer dizer ser comunicativo na
sala de aula de língua estrangeira"- revista Perspectiva no. 08, Editora UFSC,
Florianópolis.
3. Como é não ser comunicativo?
4. É possível ser comunicativo só querendo sê-lo?( o professor nem sempre
operou mudanças profundas em suas convicções sobre o que é língua, o que é aprender e o que é ensinar para ser mesmo comunicativo.)
5. O que é preciso saber para ser verdadeiramente comunicativo?
-conhecer a crítica –séria- que já se fez sobre o ensino de base gramaticalista
-conhecer as bases teóricas que possibilitam o estudo continuado de novas maneiras de ensinar comunicativamente
-fazer a leitura de resultados de pesquisas sobre os processos internos de aprendizagem de uma língua estrangeira
6. A aula comunicativa, como é?
As quatro fazes prototípicas: o estabelecimento de clima e confiança; apresentação de amostras significativas de linguagem; ensaio para fluência coerente e uso real; fechamento do encontro, compensação, estratégias de aquisição
7. Como ser comunicativo com LD-não comunicativo. Nesse caso é preciso subverter o ideário e introduzir ilhas de significação com tamanho e freqüência que só as capacidades teórica e de uso da LE podem determinar
Almeida Filho conclui esse capítulo dizendo que "não se conhece ainda tudo sobre esse modo comunicativo de ensinar."

VII
A FUSÃO DA GRAMÁTICA COM A COERÊNCIA COMUNICATIVA

O ensino da Língua Estrangeira Moderna (LEM)  ausência de diretrizes estáveis e seguras que possam facilitar a atuação dos professores dessa disciplina.
 Predomínio da noção centralizante da estrutura gramatical em torno do que se montam as unidades dos planejamentos escolares e dos livros didáticos
o professor de LEM fica angustiado, deseja encontrar uma maneira de fazer a transição simbiótica do ensino das estruturas gramaticais para as novas propostas funcionalistas
proposta do autor do livro especular sobre um possível caminho a seguir para a junção dos métodos de ensino e fornecer amostras de material e exercícios, que objetivam atingir esse fim, os quais estão inseridos em apêndices incluídos ao final de cada capítulo.
A regra e o uso
- A dificuldade de aprender a regra(conhecimento sobre sua língua) e aprender o uso da língua (conhecimento da língua para realizar tarefas através dela).
- Wilkins:” de um ponto de vista positivo, a seleção de estruturas gramaticais é necessária sim, mas insuficiente em qualquer operação de ensino de línguas.
- Embora muitos estudantes de línguas obtêm sucesso nos seus propósitos, independente dos métodos, muitos mais acabam frustrados no seu esforço de equacionar o uso comunicativo com seu conhecimento de regras.
- Atualmente, há um número cada vez maior de profissionais de LE criando condições para que a aprendizagem se dê através do uso comunicativo da linguagem.
- Almeida Filho justifica que quando propõe uma direção comunicativa para o ensino da leitura em língua estrangeira, pressupondo o trabalho com alunos não-principiantes da língua estrangeira. – final de 1º grau ou início do 2º . Sua idéia básica( espelhando-se em Widdowson-1978) é buscar nas outras matérias escolares as fontes potenciais de conteúdos e metodologia para suplementar a aprendizagem de língua estrangeira.
- Conteúdos das outras matérias para o ELE
(Por textos de um livro de Geografia)
- Utilização de textos que não são meros mostruários de vocabulário
- Despertar a atenção dos alunos para além dos limites da sala de aula em algo que valha a pena ser aprendido
- Texto com uso autêntico da língua estrangeira estudada
- Tais textos podem ser não somente comunicativamente relevante mas também lingüisticamente apropriado. ( Esses materiais já são dosados para a faixa etária e de conhecimentos na qual se encontram os alunos de língua estrangeira).
- Possibilidade do uso de recursos não- lingüísticos; mapas, quadros numéricos, diagramas
- Conhecimento e desempenho da língua se beneficiariam do fato de serem percebidos nos textos como parte integral do uso comunicativo propositado.

Requisitos importantes na escolha do texto de conteúdo real:
1- o apelo ao interesse do autor
2- o potencial de conter informação que já é ou pode ser codificada em diagramas ou quadros de percepção imediata
3- relativa familiaridade do conteúdo, por já Ter sido, pelo menos em parte, ensinado anteriormente pelo outro professor(de geografia, por exemplo)

Pontos de precaução:
-trabalho extra para o professor: necessidade de se familiarizar com conceitos, vocabulários específico e estruturas de unidades de discurso das outras matérias.
-repetição na LE de um tópico já ensinado( redundância, falta de interesse)
-os alunos deveriam ainda ser capazes de reconhecer os diferentes propósitos comunicativos dos distintos tipos de textos escritos: a linguagem de persuasão e debate, os pontos principais, a linguagem de precaução/cuidado, inferências e hipóteses a confirmar.

VIII
COMO AVALIA UM PROFESSOR QUE COMEÇA A ENSINAR LÍNGUA ESTRANGEIRA NUM CONTEXTO COMUNICATIVO

1.Definição do contexto
a questão da avaliação não tem merecido o mesmo volume de iniciativas de pesquisa que as outras fases da operação global de ensino de línguas (trata-se, segundo o autor, da menos discutida questão nas pesquisas nacionais)
2. Informações nesse sentido foram coletadas por Morrow”1979), Carrol (1980) e Wesche(1983). Principais características teóricas de avaliações comunicativas:
- os instrumentos devem ser capazes de produzir ação concreta( o que o aprendiz já pode fazer?)
- o contexto lingüístico e situacional para o desempenho dos alunos deve ser comunicativamente autêntico ou verossímil (com que fim ou devido a que necessidade comunicativa a linguagem será criada?)
- imprevisibilidade na produção em tempo real
- a avaliação será mais qualitativa do que numérica-quantitativa
- as validades de conteúdo e externa (plausibilidade) das amostras de desempenho terá precedência sobre a confiabilidade que possam possuir

3. Discussão dos resultados
velhos formatos de testes gramaticais e os chamados testes objetivos não estavam em uso pelos professores ( a avaliação já visava mostrar o progresso dos alunos em termos de capacidade funcional comunicativa(uso) e não, em termos de formas(gramaticais)
3.1 – Como o professor percebe a questão da avaliação
¾ dos professores considerou a questão de avaliação num programa comunicativo de ensino como de fato importante e merecedora de maior investigação e desenvolvimento.
3.2 Procedimentos de avaliação comunicativa:
Rubricas(tipos)
Observacional contínuo
Comunicativo oral
Comunicativo escrito
Comunicativo escrito e combinado com gramática
Auto-avaliação
Auto-avaliação combinada com avaliação feita pelo professor

4.conclusões
traços característicos das formalizações teóricas sobre avaliação comunicativa:
trata-se da avaliação de desempenho através do uso(embora nem sempre real) da língua-alvo.
São procedimentos mais quantitativos e holísticos dos que formas quantitativas de avaliação de pontos isolados
Tipos de avaliação que exigem do aluno um comando coordenado de capacidades comunicativas
É avaliação expressa em conceitos que indicam competência e desempenho em tarefas específicas

Glossário
livro-didático não-comunicativo: qualquer livro-didático elaborado de forma diferente do modo comunicativo de ensinar
língua viva: a que é comumente falada por um ou mais povos ou nações.
ensino comunicativo de LE: segundo Almeida Filho,é aquele que organiza as experiências de aprender em termos de atividades/tarefas de real interesse e/ou necessidade do aluno para que ele se capacite a usar a L-alvo para realizar ações de verdade na interação com outros falantes-usuários dessa língua; ou: é aquele que não toma as formas da línguas descritas nas gramáticas como o modelo suficiente para organizar as experiências de aprender outra L, mas sim aquele que toma unidades de ação feitas com linguagem como organizatórias das amostras autênticas de língua-alvo que se vão oferecer ao aluno aprendiz.
discurso comunicativo: qualquer manifestação concreta dentro de ensino de abordagem comunicativa
escopo: alvo, intuito, intenção
recurso não verbal: qualquer ato ou efeito de comunicação através de linguagem não expressa por meio de palavras faladas ou escritas
inferência: conclusão deduzida pelo raciocínio

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Replies:

[> Re: Tarefa 4 -- Vera, 08:35:40 04/26/04 Mon [1]

De um modo geral o texto de vocês está muito bom e demonstra conhecimento do assunto. Em alguns poucos momentos, no entanto, sinto que vocês ficam na superfície. Por exemplo. Vocês dizem, logo no início, "Ele propõe uma figura que sistematiza os principais fatores intervenientes no processo de ensinar e aprender uma outra língua.", mas não dizem quais são. O glossário tem poucos termos técnicos específicos do tópico do livro. Alguns termos como os 3 últimos, por exemplo, não acrescentam muita coisa, pois fazem parte do vocabulário de qualquer intelectual.

Me pareceu ainda, posso estar errada, que reuniram contribuições individuais sem sistematizá-las. Um evidência é a menção duplicada à unidade 3 e as formas diferentes de organizar o texto.

Vera


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