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Date Posted: 14:25:35 04/23/04 Fri
Author: Fernanda Figueiredo da Silva Campos
Subject: Tarefa 4 - grupo 3 Inglês



Tarefa 4

Pontos relevantes em cada capítulo:

Capítulo I - Ensinar e Aprender uma Língua Estrangeira na Escola

 Por motivos socioculturais uma ou mais línguas estrangeiras fazem parte do currículo escolar.
 Há uma tensão entre a abordagem tradicional da escola, a abordagem do professor e a do material didático. Os filtros afetivos do aluno e do professor também influenciam o aprendizado.
 O desencontro entre abordagens cria resistência, desânimo e até fracasso no ensino e aprendizagem da LE.
 A LE se desestrangeiriza à medida que é aprendida e usada para e na comunicação.
 A Operação Global de ensino é tarefa do professor.
 Superação da visão do professor como emissor e do aluno como mero receptor.


Capítulo II - A Operação Global no Ensino de Línguas

 Operação Global de Ensino é o processo constituído pelas seguintes fases: o planejamento do curso, a produção ou seleção de material didático, realização de experiências com a LE dentro e fora da sala de aula, avaliação dos alunos e auto-avaliação (ou avaliação externa do professor).
 Uma mudança em qualquer uma das fases citadas acima implica em mudanças nas outras.
 A abordagem imprime movimento ao processo de ensinar.
 O professor deve estar consciente de sua abordagem para poder refletir sobre ela e melhorá-la.
 Um professor deve possuir três competências: Competência Básica, Aplicada e Profissional.
 O professor deve fazer uma análise de abordagem para verificar o grau de influência de cada força (abordagem do aluno, filtros afetivos, tradição da escola, etc.) incidente no processo de ensino-aprendizagem.

Capítulo III - A aula comunicativa de língua estrangeira na escola.
 Nesse capítulo, Almeida Filho começa falando da importância da aula no processo de aprender e ensinar línguas.
 Ele chama a atenção para o filtro afetivo que pode influenciar o aluno e sue aprendizado da língua.
 Outro ponto citado no texto é a formação do professor de língua estrangeira. Muitas vezes a aula fica prejudicada pela má formação do professor.
 autor propõe 3 fases para a aula comunicativa:
1. Clima de confiança – para minimizar os problemas de aprendizado causados pelo filtro afetivo e levando em conta fatores pessoais. (duração 5-10 min)
2. Apresentação de insumo novo – familiarização do aluno com estruturas linguísticas. ( duração10 -15 min)
3. Ensaio e Uso – Busca de proficiência e fluência através de simulações de situações em sala de aula (20 min)
4. Pano – fechamento da aula, uma espécie de sumário, podendo ser momento de interação social entre as pessoas. ( duração de 5 – 10 min)
 protótipo das 4 fases devem ajudar o professor ter uma visão crítica do processo de aprendizado e uma reflexão sobre o papel da aula no ensino da língua.

Capítulo IV - Métodos comunicativos do ensino.

 Neste capítulo o autor fala da importância de como aprender e ensinar línguas.
 Os métodos comunicativos têm em comum uma primeira característica: foco no sentido, no significado e na interação propositada entre sujeitos na LE, buscando tarefas de real interesse.
 Os métodos comunicativos não são de um só tipo. Não é um método que não estuda a gramática e outras formalizações, mas é o método que tem como objetivo criar condições favoráveis para a aquisição de um desempenho real numa nova língua. Não basta só saber fazer uma aula comunicativa, mas sim compreender seus objetivos.


Capítulo V - O que quer dizer ser comunicativo na sala de aula de língua estrangeira

 O autor chama atenção para a importância do uso de um método comunicativo nas aulas de língua estrangeira e explica as características básicas do ensino e aprendizado de línguas por esse método.
 São discutidas as necessidades de se ir além do livro didático, sendo mais críticos, participativos e preparando melhor as aulas.
 Professores precisam estar constatemente envolvidos em projetos de reciclagem, trocando e aprendendo novas experiências.
 Para ser comunicativo e adotar esse método, professores devem ver seus alunos como agentes ativos no processo de aprendizagem.
 Alunos devem ser o foco da aula e eles são responsáveis pelo próprio aprendizado.
 O ambiente da sala de aula deve ser agradável e interessante.
 Baseado nisso, o autor descreve 8 aspectos relacionados com o fato de se ser comunicativo:
1. O significado e a importância do que é ensinado
2. O uso de uma nova nomenclatura comunicativa
3. A consciência sobre a função da língua materna em se aprender uma outra língua
4. A aceitação de exercícios mecânicos como base para a comunicação
5. Oferecer condições para um aprendizado consciente de aspectos lingüísticos
6. Trazer o mundo do alunos para a aula como assunto de discussão
7. Estar atento a alguns fatores como ansiedade, inibição e identificação com a língua-alvo que possam interferir no aprendizado
8. Mudança na maneira de avaliação

Capítulo VI - Alguns significados de ensino comunicativo de línguas

 Ser um professor comunicativo
 O ensino comunicativo é organizado através da experiência de aprendizado através de atividades baseadas nos interesses e necessidades reais dos alunos, tornando-os capazes de usar a língua em situações diferentes e imprevisíveis
 A sala de aula deve ser um ambiente de interação entre os alunos
 Gramática não é a única ferramenta das aulas
 A língua-alvo deve ser ensinada de forma dinâmica
 Os professores devem saber a teoria por trás da metodologia e devem estar atualizados
 Apesar de não terem que usar um livro baseado no método comunicativo, professores devem sempre estudar, pesquisar novas atividades e trabalhar em grupo com outros professores

Capítulo VII – A fusão da gramática com a coerência comunicativa

 O autor fala de uma rota para a integração da estrutura gramatical e vocabulário de um lado com a questão de seleção de conteúdos comunicativos do outro.
 Ele diz que na aprendizagem formal de línguas a ênfase tem sido na norma gramatical e não no seu uso como ferramenta de comunicação interpessoal.
 “Não é somente o que nos ensinam explicitamente que aprendemos.”
 A cognição humana é versátil.
 Unidades fragmentadas da gramática, nem funções comunicativas fragmentadas são suficientes.
 Busca nas outras matérias escolares de conteúdos e metodologia para a aprendizagem de língua estrangeira.

Capítulo VIII – Como avalia um professor que começa a ensinar língua estrangeira num contexto comunicativo

 Deve-se avaliar o desempenho através do uso da língua-alvo
 Os procedimentos devem ser quantitativos e holísticos.
 A avaliação deve confrontar o aprendiz com situações e tarefas autênticas e talvez até em tempo real.
 Uso de conceito ao invés de nota.
 Há necessidade de se expandir a variedade de avaliações comunicativas.
 É necessário investimento em professores.


GLOSSÁRIO

 Abordagem: Conjunto de disposições, conhecimentos, crenças, pressupostos e eventualmente princípios sobre o que é linguagem humana, LE, e o que é aprender e ensinar a língua-alvo
 Abordagem de ensino: uma espécie de filosofia, uma força potencial que capaz de orientar todas as decisões e ações da operação global de ensinar línguas
 Behaviorismo: escola de psicologia baseada no estudo do comportamento observável e mensurável. Trabalha com estímulo-resposta em situações específicas. O ensino de língua foi fortemente influenciado por essa corrente, segundo a qual os alunos deveriam, dentre outras tarefas, ser treinados a repetir frases prontas. Felizmente, foi altamente criticada posteriormente.
 Competência aplicada: o professor ensina conscientemente o que sabe
 Competência básica: competência implícita do professor, como conhecimentos lingüísticos.
 Competência profissional: a ética de trabalho do professor
 Desestrangeirização: Resultado do processo de aprendizado, uso e "total" familiarização com uma LE.
 filtro afetivo: "Atitudes, motivações, bloqueios, grau de identificação ou tolerância com a cultura-alvo, capacidade de risco e níveis de ansiedade" por parte do professor ou do aluno, o que afeta a evolução do processo de ensino/aprendizagem.
 Filtro afetivo: é a relação pessoal do aluno com a língua, material didático, assunto abordado, colegas e professo. É diretamente relacionado com os sentimentos e impressões do aluno.
 Holístico - total
 Intuitivo: termo que na lingüística se refere ao julgamento de um falante nativo acerca de sua língua, especialmente ao decidir se uma sentença é aceitável ou não, e como as sentenças se inter-relacionam.
 Nocional-funcional: Características de muitas análises gramaticais tradicionais, que pressupunham a existência de categorias extralingüísticas que serviam para a definição das unidades da gramática, como substantivo (nome de pessoa, coisa ou lugar), verbo (palavra de ação), sentença (pensamento completo), etc.
 Norma: o sentido geral do termo é usado na lingüística com referência a uma prática padronizada na fala ou na escrita. A norma em questão pode-se aplicar a grupos de vários tamanhos dentro de uma comunidade de fala ou à comunidade como um todo.
 Operação global de ensino: Tarefas do professor, como o planejamento do curso, a produção ou seleção de material didático, realização de experiências com a LE dentro e fora da sala de aula, avaliação dos alunos e auto-avaliação (ou avaliação externa do professor).
 Regra: termo usado na lingüística, e especialmente na gramática gerativa, para indicar uma declaração formal de correspondência entre os elementos ou estruturas lingüísticos

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Replies:

[> Re: Tarefa 4 - grupo 3 Inglês -- Fernanda Figueiredo da Silva Campos, 14:26:54 04/23/04 Fri [1]

>
>
>Tarefa 4
>
>Pontos relevantes em cada capítulo:
>
>Capítulo I - Ensinar e Aprender uma Língua Estrangeira
>na Escola
>
> Por motivos socioculturais uma ou mais
>línguas estrangeiras fazem parte do currículo escolar.
> Há uma tensão entre a abordagem tradicional
>da escola, a abordagem do professor e a do material
>didático. Os filtros afetivos do aluno e do professor
>também influenciam o aprendizado.
> O desencontro entre abordagens cria
>resistência, desânimo e até fracasso no ensino e
>aprendizagem da LE.
> A LE se desestrangeiriza à medida que é
>aprendida e usada para e na comunicação.
> A Operação Global de ensino é tarefa do
>professor.
> Superação da visão do professor como emissor
>e do aluno como mero receptor.
>
>
>Capítulo II - A Operação Global no Ensino de Línguas
>
> Operação Global de Ensino é o processo
>constituído pelas seguintes fases: o planejamento do
>curso, a produção ou seleção de material didático,
>realização de experiências com a LE dentro e fora da
>sala de aula, avaliação dos alunos e auto-avaliação
>(ou avaliação externa do professor).
> Uma mudança em qualquer uma das fases citadas
>acima implica em mudanças nas outras.
> A abordagem imprime movimento ao processo de
>ensinar.
> O professor deve estar consciente de sua
>abordagem para poder refletir sobre ela e melhorá-la.
> Um professor deve possuir três competências:
>Competência Básica, Aplicada e Profissional.
> O professor deve fazer uma análise de
>abordagem para verificar o grau de influência de cada
>força (abordagem do aluno, filtros afetivos, tradição
>da escola, etc.) incidente no processo de
>ensino-aprendizagem.
>
>Capítulo III - A aula comunicativa de língua
>estrangeira na escola.
> Nesse capítulo, Almeida Filho começa falando
>da importância da aula no processo de aprender e
>ensinar línguas.
> Ele chama a atenção para o filtro afetivo que
>pode influenciar o aluno e sue aprendizado da língua.
> Outro ponto citado no texto é a formação do
>professor de língua estrangeira. Muitas vezes a aula
>fica prejudicada pela má formação do professor.
> autor propõe 3 fases para a aula comunicativa:
>1. Clima de confiança – para minimizar os problemas de
>aprendizado causados pelo filtro afetivo e levando em
>conta fatores pessoais. (duração 5-10 min)
>2. Apresentação de insumo novo – familiarização do
>aluno com estruturas linguísticas. ( duração10 -15 min)
>3. Ensaio e Uso – Busca de proficiência e fluência
>através de simulações de situações em sala de aula (20
>min)
>4. Pano – fechamento da aula, uma espécie de sumário,
>podendo ser momento de interação social entre as
>pessoas. ( duração de 5 – 10 min)
> protótipo das 4 fases devem ajudar o
>professor ter uma visão crítica do processo de
>aprendizado e uma reflexão sobre o papel da aula no
>ensino da língua.
>
>Capítulo IV - Métodos comunicativos do ensino.
>
> Neste capítulo o autor fala da importância de
>como aprender e ensinar línguas.
> Os métodos comunicativos têm em comum uma
>primeira característica: foco no sentido, no
>significado e na interação propositada entre sujeitos
>na LE, buscando tarefas de real interesse.
> Os métodos comunicativos não são de um só
>tipo. Não é um método que não estuda a gramática e
>outras formalizações, mas é o método que tem como
>objetivo criar condições favoráveis para a aquisição
>de um desempenho real numa nova língua. Não basta só
>saber fazer uma aula comunicativa, mas sim compreender
>seus objetivos.
>
>
>Capítulo V - O que quer dizer ser comunicativo na sala
>de aula de língua estrangeira
>
> O autor chama atenção para a importância do
>uso de um método comunicativo nas aulas de língua
>estrangeira e explica as características básicas do
>ensino e aprendizado de línguas por esse método.
> São discutidas as necessidades de se ir além
>do livro didático, sendo mais críticos, participativos
>e preparando melhor as aulas.
> Professores precisam estar constatemente
>envolvidos em projetos de reciclagem, trocando e
>aprendendo novas experiências.
> Para ser comunicativo e adotar esse método,
>professores devem ver seus alunos como agentes ativos
>no processo de aprendizagem.
> Alunos devem ser o foco da aula e eles são
>responsáveis pelo próprio aprendizado.
> O ambiente da sala de aula deve ser agradável
>e interessante.
> Baseado nisso, o autor descreve 8 aspectos
>relacionados com o fato de se ser comunicativo:
>1. O significado e a importância do que é ensinado
>2. O uso de uma nova nomenclatura comunicativa
>3. A consciência sobre a função da língua materna em
>se aprender uma outra língua
>4. A aceitação de exercícios mecânicos como base para
>a comunicação
>5. Oferecer condições para um aprendizado consciente
>de aspectos lingüísticos
>6. Trazer o mundo do alunos para a aula como assunto
>de discussão
>7. Estar atento a alguns fatores como ansiedade,
>inibição e identificação com a língua-alvo que possam
>interferir no aprendizado
>8. Mudança na maneira de avaliação
>
>Capítulo VI - Alguns significados de ensino
>comunicativo de línguas
>
> Ser um professor comunicativo
> O ensino comunicativo é organizado através da
>experiência de aprendizado através de atividades
>baseadas nos interesses e necessidades reais dos
>alunos, tornando-os capazes de usar a língua em
>situações diferentes e imprevisíveis
> A sala de aula deve ser um ambiente de
>interação entre os alunos
> Gramática não é a única ferramenta das aulas
> A língua-alvo deve ser ensinada de forma
>dinâmica
> Os professores devem saber a teoria por trás
>da metodologia e devem estar atualizados
> Apesar de não terem que usar um livro baseado
>no método comunicativo, professores devem sempre
>estudar, pesquisar novas atividades e trabalhar em
>grupo com outros professores
>
>Capítulo VII – A fusão da gramática com a coerência
>comunicativa
>
> O autor fala de uma rota para a integração da
>estrutura gramatical e vocabulário de um lado com a
>questão de seleção de conteúdos comunicativos do outro.
> Ele diz que na aprendizagem formal de línguas
>a ênfase tem sido na norma gramatical e não no seu uso
>como ferramenta de comunicação interpessoal.
> “Não é somente o que nos ensinam
>explicitamente que aprendemos.”
> A cognição humana é versátil.
> Unidades fragmentadas da gramática, nem
>funções comunicativas fragmentadas são suficientes.
> Busca nas outras matérias escolares de
>conteúdos e metodologia para a aprendizagem de língua
>estrangeira.
>
>Capítulo VIII – Como avalia um professor que começa a
>ensinar língua estrangeira num contexto comunicativo
>
> Deve-se avaliar o desempenho através do uso
>da língua-alvo
> Os procedimentos devem ser quantitativos e
>holísticos.
> A avaliação deve confrontar o aprendiz com
>situações e tarefas autênticas e talvez até em tempo
>real.
> Uso de conceito ao invés de nota.
> Há necessidade de se expandir a variedade de
>avaliações comunicativas.
> É necessário investimento em professores.
>
>
>GLOSSÁRIO
>
> Abordagem: Conjunto de disposições,
>conhecimentos, crenças, pressupostos e eventualmente
>princípios sobre o que é linguagem humana, LE, e o que
>é aprender e ensinar a língua-alvo
> Abordagem de ensino: uma espécie de
>filosofia, uma força potencial que capaz de orientar
>todas as decisões e ações da operação global de
>ensinar línguas
> Behaviorismo: escola de psicologia baseada no
>estudo do comportamento observável e mensurável.
>Trabalha com estímulo-resposta em situações
>específicas. O ensino de língua foi fortemente
>influenciado por essa corrente, segundo a qual os
>alunos deveriam, dentre outras tarefas, ser treinados
>a repetir frases prontas. Felizmente, foi altamente
>criticada posteriormente.
> Competência aplicada: o professor ensina
>conscientemente o que sabe
> Competência básica: competência implícita do
>professor, como conhecimentos lingüísticos.
> Competência profissional: a ética de trabalho
>do professor
> Desestrangeirização: Resultado do processo de
>aprendizado, uso e "total" familiarização com uma LE.
> filtro afetivo: "Atitudes, motivações,
>bloqueios, grau de identificação ou tolerância com a
>cultura-alvo, capacidade de risco e níveis de
>ansiedade" por parte do professor ou do aluno, o que
>afeta a evolução do processo de ensino/aprendizagem.
> Filtro afetivo: é a relação pessoal do aluno
>com a língua, material didático, assunto abordado,
>colegas e professo. É diretamente relacionado com os
>sentimentos e impressões do aluno.
> Holístico - total
> Intuitivo: termo que na lingüística se refere
>ao julgamento de um falante nativo acerca de sua
>língua, especialmente ao decidir se uma sentença é
>aceitável ou não, e como as sentenças se
>inter-relacionam.
> Nocional-funcional: Características de muitas
>análises gramaticais tradicionais, que pressupunham a
>existência de categorias extralingüísticas que serviam
>para a definição das unidades da gramática, como
>substantivo (nome de pessoa, coisa ou lugar), verbo
>(palavra de ação), sentença (pensamento completo), etc.
> Norma: o sentido geral do termo é usado na
>lingüística com referência a uma prática padronizada
>na fala ou na escrita. A norma em questão pode-se
>aplicar a grupos de vários tamanhos dentro de uma
>comunidade de fala ou à comunidade como um todo.
> Operação global de ensino: Tarefas do
>professor, como o planejamento do curso, a produção ou
>seleção de material didático, realização de
>experiências com a LE dentro e fora da sala de aula,
>avaliação dos alunos e auto-avaliação (ou avaliação
>externa do professor).
> Regra: termo usado na lingüística, e
>especialmente na gramática gerativa, para indicar uma
>declaração formal de correspondência entre os
>elementos ou estruturas lingüísticos


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[> Re: Tarefa 4 - grupo 3 Inglês -- Vera, 07:47:44 04/26/04 Mon [1]

Fernanda,

Você fez a tarefa sozinha? Onde estão os nomes dos componentes do grupo?

Bem, a tarefa está bem feita e revela que houve leitura e apreensão dos pontos mais relevantes.

Vera


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[> [> Re: Tarefa 4 - grupo 3 Inglês -- lucas, 23:36:36 04/27/04 Tue [1]

Oi Vera. A tarefa foi 4 foi feita por todo o grupo 3 de inglês. É neccessário sempre colocar os nomes uma vez que a Júnia já está acompanhando o trabalho do grupo? Um abraço,
Lucas
ps grupo: Letícia Peixoto, Cristina, Fernanda, Lucas e Hélio. Não sei os sobrenomes. Um abraço
Lucas


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[> [> [> Re: Tarefa 4 - grupo 3 Inglês -- Vera, 10:28:01 04/28/04 Wed [1]

Oi Lucas,

Júnia só apura a freqüência. Coloquem sempre os nomes para que seus colegas conheçam os autores.

Abraço,

Vera


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