VoyForums
[ Show ]
Support VoyForums
[ Shrink ]
VoyForums Announcement: Programming and providing support for this service has been a labor of love since 1997. We are one of the few services online who values our users' privacy, and have never sold your information. We have even fought hard to defend your privacy in legal cases; however, we've done it with almost no financial support -- paying out of pocket to continue providing the service. Due to the issues imposed on us by advertisers, we also stopped hosting most ads on the forums many years ago. We hope you appreciate our efforts.

Show your support by donating any amount. (Note: We are still technically a for-profit company, so your contribution is not tax-deductible.) PayPal Acct: Feedback:

Donate to VoyForums (PayPal):

Login ] [ Contact Forum Admin ] [ Main index ] [ Post a new message ] [ Search | Check update time | Archives: 12[3]4 ]


[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

Date Posted: 19:23:14 04/30/04 Fri
Author: Ricardo Lima
Subject: Tarefa 5 - Grupo 2 - Inglês

Tarefa 5 - Adriana Carneiro, Alexandre David, Fabricío, Richard e Ricardo Lima.

Modelo Fractal De Aquisição De Línguas

Teoria fractal seria o somatório de alguns modelos de aquisição de língua estrangeira, tendo em conta que cada um desses enfatiza/prioriza um aspecto relevante para o aprendizado de uma segunda língua. Um outro aspecto importante enfatizado por essa teoria e o fato de que o conhecimento de uma segunda língua não se dá de forma linear e previsível. O que funciona para um grupo não necessariamente pode funcionar para um outro, portanto, o aprendizado pode ocorrer de forma diferente para cada pessoa. Desta maneira, a aquisição de uma segunda língua é vista como algo complexo no qual várias dimensões estão envolvidas. Para dar conta dessa complexidade a teoria fractal propõem uma interconexão das várias formas de abordagens de aquisição (fractais) de uma segunda língua existentes. A combinação entre os fractais será feita levando-se em conta o contexto onde se dá o aprendizado, o perfil e as necessidades do aprendiz, com o objetivo de proporcionar ao aluno um aprendizado mais eficiente e de acordo com as suas expectativas. O professor teria como papel o de perceber o aluno como parte principal do processo e tratá-lo como um ser individual que precisa de diferentes métodos e abordagens para aprender um idioma.
Entre os integrantes do grupo, podemos notar diversas experiências quanto a aquisição de uma segunda língua. Para alguns, o início do processo se deu através de uma maneira mais formal, isto é, dentro de uma instituição escolar com predominância de técnicas behavioristas que enfatizam exercícios de repetição como forma de assimilação da língua. A combinação entre a memorização de palavras e o aprendizado de regras gramaticais com o objetivo de se formar frases é, também, uma das técnicas que visavam a aquisição do conhecimento e que estavam presentes nas escolas. Essa técnicas, se não faziam os alunos falarem, pelo menos serviam como forma de fixação de alguns aspectos formais da gramática. As cursos livres de idioma são apresentados como o local onde a verdadeira comunicação se deu. O audiovisual, onde o aluno primeiro escuta ou vê gravuras e depois repete, é a técnica predominante nesses cursos. A interação entre os alunos em sala de aula ou com outros alunos mais proficientes, também é citada nas narrativas como uma forma de se adquirir novo vocabulário, como já havia observado Hatch (1978), e como treino do que já foi aprendido. A presença de um professor, fornecedor de INPUT compreensível, que incentivava e estimulava, é um outro aspecto que colaborou de forma positiva para um aprendizado mais eficiente da língua. O contato com a cultura do outro, neste caso, com a cultura de língua inglesa, através de música, livros, filmes e intercâmbio, também ajudou no processo de aquisição da língua. Esse aprendizado, ou aculturação como é chamado por Schumann, é menos formal do que os citados anteriormente, e são sempre lembrados como estimulantes e prazerosos e que ajudam na assimilação de uma língua mais verdadeira e próxima da realidade. Por último, pode-se citar, como um ponto comum entre todos, a autonomia do aluno. A curiosidade em aprender músicas, entender filmes e usar o computador, fez com que todos adquirissem um conhecimento de forma mais informal. Ao se depararem com estruturas gramaticais desconhecidas e/ou com palavras novas, situação provocadora de desequilíbrio, todos buscavam a elucidação do problema através do uso de dicionários ou de livros especializados, na tentativa de solucionar a incógnita e de restabelecer o equilíbrio. E ao restabelecer o equilíbrio, todos estavam mais ricos em termos de conhecimento, pois uma informação nova foi acrescentada ao repertório anteriormente estabelecido. Portanto, todos tiveram, ao longo de suas vidas como aprendizes e agora como professores, contato com várias técnicas de aprendizagem e a combinação de todas essas contribuíram e continuam a contribuir de alguma forma para a aquisição da língua estrangeira de uma forma mais eficiente.

[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]


Replies:

[> Re: Tarefa 5 - Grupo 2 - Inglês -- Vera, 19:28:25 04/30/04 Fri [1]

O grupo está de parabéns, pois conseguiu aplicar a teoria proposta às experiências individuais. Vocês apresentaram reflexões bastante amadurecidas e demonstram muita sensibilidade para as questões da aprendizagem.

Parabéns.

Vera


[ Edit | View ]

[> Re: Tarefa 5 - Grupo 2 - Inglês -- Alexandre, 08:06:16 05/01/04 Sat [1]

Pessoal, na minha opiniao, o resumo do Ricardo ficou mais do que excelente. Para mim ele comparou e contrastou de forma bastante objetiva a coletânia de nossas experiênicas. Ficou 10.


[ Edit | View ]

[> Re: Tarefa 5 - Grupo 2 - Inglês -- Lilian Aparecida de Souza, 16:17:05 05/01/04 Sat [1]

Parabéns, pessoal! O texto de vocês ficou super claro, principalmente porque vocês compararam a teoria com as próprias experiências do grupo. É super interessante saber mais sobre o processo de aprendizagem de LEs depois que a gente já se "estabilizou" (vamos dizer assim) enquanto falantes da língua, não acham? Foi muito legal ler o texto e relacionar os fatores (componentes dos fractais) com a meu próprio processo de aprendizagem do inglês - fantástico! Talvez um dos pontos mais interessantes que notamos (e vocês também) tenha sido a capacidade de adaptação do ser humano - como cada um de nós "se virou" para superar as falhas do aprendizado.

Abraços,
Lilian.


[ Edit | View ]



[ Contact Forum Admin ]


Forum timezone: GMT-8
VF Version: 3.00b, ConfDB:
Before posting please read our privacy policy.
VoyForums(tm) is a Free Service from Voyager Info-Systems.
Copyright © 1998-2019 Voyager Info-Systems. All Rights Reserved.