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Date Posted: 04:46:12 04/19/04 Mon
Author: Lucas Vieira
Subject: Tarefa 2

Desde criança tenho um fascínio por língua estrangeira, o que até hoje
não
encontro razões claras. Nenhum de meus familiares próximos falam outra
língua, e o fato de ter passado minha infância no interior de certa
forma me
privou de um contato mais efetivo com uma língua diferente do
português.
Nessa época língua estrangeira era sinônimo de inglês, era o que ouvia
através das músicas, o que via escrito em alguns lugares e o que era
ensinado na escola. Contudo, todo meu desejo de aprender inglês só se
concretizou quando comecei a 7ª série, ano em que era ensinado na
escola
estadual onde eu estudava. Fui um bom aluno obviamente, queria
aprender.
Todavia, as limitações de uma escola no interior se manifestavam mais
fortemente quando o assunto era língua estrangeira. A professora, hoje
posso
dizer isso, não tinha muito preparo, e as aulas não eram levadas a
sério,
nem mesmo pela direção da escola ? Inglês não é o mesmo que matemática,
português, e outras disciplinas. Conclui a sétima série e me mudei para

onde fui estudar em uma escola particular onde se era ensinado inglês
desde
muito cedo. Foi um choque, tive que ter aulas particulares. Mas sempre
gostei de estudar e tinha facilidade para assimilar regras gramaticais
que
eram a base do que era ensinado e avaliado nos testes. Terminei o
primeiro
grau e fui estudar no COLTEC-UFMG, que adotava uma abordagem diferente:
inglês instrumental. Na verdade, minha turma passou por vários
problemas,
falta de professores e pouco valor dado ao ensino da língua. Apesar de
gostar de inglês, não procurava estudar fora da escola e assim foi até
começar a estudar na Fundação João Pinheiro que tinha um convênio com a
Cultura Inglesa e o Centro Cultural Brasil Espanha. Comecei então a ter
aulas nesses cursos privados e percebi o quanto tinha que aprender e o
verdadeiro valor de uma língua estrangeira. Meu interesse foi tal que
optei
por estudar Inglês em um curso de graduação. Fiz o vestibular para
Letras, e
após um ano fui para Malta onde estudei 8 semanas em uma escola de
Inglês.
Passei algum tempo viajando e tive a sensação de não ter aprendido nada
aqui
no Brasil. A experiência de viver a língua 24 horas, cotidianamente,
foi
importantíssima. Adquiri melhor fluência e uma vontade de estudar mais,
ficou claro que falar uma segunda língua é algo extremamente complexo,
difícil. Voltei e me matriculei no curso preparatório para o FCE.
Cursei um
semestre, mas não dei continuidade. Fiz o supletivo na Letras e fui
para
Habilidades Integradas III. Contudo, optei por trancar o semestre
seguinte,
já que fui para os EUA pelo programa de intercâmbio da ACM. Passei três
meses em Houston, aprimorei o uso da língua, todavia a fluência não
estava
satisfatória, o que me frustrou bastante. Voltei, cursei Habilidades
Integradas III sem maiores problemas e em 2003 voltei para os EUA,
novamente
pela ACM, buscando um aperfeiçoamento da língua. Obtive uma boa
melhora, mas
continuei frustrado. Mais por reconhecer que deveria estudar mais, me
dedicar. Pretendo passar pelo menos um ano no exterior com o objetivo
de
adquirir uma melhor fluência. Sei que não é necessário morar em um país
no
qual se fala a língua alvo para ser fluente nela. Entretanto essa é a
maneira com a qual mais me identifico. Pratico a língua sempre que
posso.
Não dou aulas, mas nas viagens que fiz pude conhecer vários falantes
nativos
do inglês, dentre outros com os quais me comunico também em inglês. È
um
exercício e aprendizado valioso. No mais procuro aproveitar as aulas na
faculdade.

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