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Date Posted: 10:00:43 05/28/04 Fri
Author: Grupo 1 Português, Larissa e Joaquim
Subject: Tarefa 9

Grupo 1 de Português: Larissa e Joaquim Neto
Tarefa 9:
Atividade 1:
Frases que julgamos mais importantes para serem expostas em cartazes em uma sala de aula :
· Como se fala...em português?
· Como se pronuncia...?
· Como se escreve... em português?
· Repita, por favor?
· Qual é o seu nome?
· Meu nome é...
· Bom dia !
· Boa tarde !
· Boa noite !
· Tudo bem com você ?
· Como vai você ?
· Quantos anos você tem ?
· Qual é o seu telefone ?
· Qual é o seu endereço ?
· De onde você é / veio?
· Qual é sua profissão ?
· Qual é a sua idade ?
· Quantas horas são?
· Olá !
· Oi !
· Com licença, posso entrar?
· Obrigado.
· Por favor.
· Desculpe-me

Atividade 3:

Após fazer a leitura dos textos propostos, analisamos os livros Avenida Brasil 2, Curso Básico de Português para Estrangeiros de Emma E. Lima, Cristián G. Bergweiler e Tokiko Ishihara ( gozado, parece que todos são estrangeiros!) e Conhecendo o Brasil- curso de português – vol. I – para falantes de espanhol, organizado pela Fundación Centro de Estudos Brasileiros ( Funceb ), e também pela Associação de Comunicação Educativa Roquette- Pinto ( Acerp- Tv Educativa do Rio de Janeiro ).
No que se refere ao primeiro livro citado acima, pudemos avaliá-lo como um material didático que vai ao encontro das propostas e sugestões dadas nos referidos textos para desenvolvimento da habilidade oral. O livro aproveita bem as estratégias de comunicação que ocorrem naturalmente numa sala de aula, por parte dos alunos, e também sugere atividades que promovam o desenvolvimento das habilidades orais. É importante dizer que consideramos a obra boa não apenas porque corresponde às idéias expostas nos textos teóricos mas também porque trabalha com a habilidade oral em todos os momentos de aprendizagem. As atividades que lidam com estratégias de comunicação são encontradas em todas as unidades sob o subtítulo: Fale com os seus colegas ou Converse com os seus colegas. Há de 5 a 8 atividades por unidade desse tipo. Assim, ao lidar com gramática, por exemplo, há atividades do tipo Fale com o seu colega sugerindo o uso dos tempos verbais em estudo. Ao tratar de leitura, há também esse tipo de atividade com perguntas que priorizam a verificação do entendimento do texto, numa conversa com o professor. Essa atividade é também proposta no que concerne à escrita, a fim de promover uma discussão sobre o tema que será utilizado como assunto da produção escrita. O mesmo acontece com as atividades de compreensão auditiva: o livro lança perguntas sobre o assunto a fim de que os alunos conversem primeiro sobre o que vão ouvir. Importante dizer que, para nós, essa atividade é bastante interessante pois fornece um “input” para o aprendiz, tanto para a discussão antes da atividade de escuta quanto para a que se segue a essa atividade. O aluno tem, assim, meios que estimulam sua produção oral. As tarefas do tipo Fale com o seu colega são, normalmente, feitas com algumas perguntas sobre um tema, ou mesmo com caixas de diálogo de cada lado, onde de um lado se vê expressões inacabadas e exemplos do outro, em que se pode completá-las na conversação de acordo com o gosto de cada um. O livro traz também perguntas iniciadas por “quem” de um lado, com o verbo no infinitivo e objetos (sintáticos) e, do outro lado, sujeitos postos desordenadamente. Essa atividade promove tanto a conversação quanto a estruturação de frases completas. As atividades de compreensão auditiva são também seguidas de Fale com o seu colega, onde se vê perguntas que estimulam o “reconto” escrito ou apenas oral (intuito primeiro desse exercício). Há também tarefas que estimulam os alunos a contar das diferenças de seu país em relação ao Brasil, e, para aqueles que vêm de outros países que também têm o português como língua oficial, essas atividades sugerem que se discuta a respeito das diferenças e semelhanças do português falado aqui e do português falado no país deles. Entendemos que essas atividades aproximam os alunos e os deixam mais a vontade na língua alvo.
Portanto, vimos apenas pontos positivos nessa primeira obra analisada, no que concerne ao trabalho com as habilidades orais, e compreendemos que uma boa proposta de atividade tal seria uma trazida pelo próprio livro em questão. Essa proposta segue logo abaixo.

Atividade proposta no livro analisado que seria recomendável para o desenvolvimento das habilidades orais (encontrada na página 56 do referido livro):

Faça uma cópia dessa página e recorte as fichas com as profissões. Misture bem e depois distribua, uma a uma, cinco fichas para cada colega.
Você pega uma ficha de um colega, lê em voz alta a profissão e a descreve citando pelo menos três atividades deste profissional. Se conseguir, a ficha sai do jogo e seu colega pega uma ficha sua. Se não conseguir, você devolve a ficha e pega outra.
Exemplo: o aluno 2 tira a ficha “serralheiro”. Ele anuncia em voz alta e diz: “O serralheiro pões grades na janela, conserta portões e também coloca grades nos jardins.”

(Palavras abaixo aprsentadas em um quadro)

serralheiro cabeleireiro costureira sapateiro marceneiro mestre-de-obras decorador pedreiro eletricista mecânico pintor chaveiro

Ressaltamos que atividades como a exposta acima são propostas dentro do tema de cada unidade e após algumas outras atividades de discussão sobre esse mesmo tema.Nesse caso, o tema da unidade que contém essa atividade é “Profissões”.

Quanto ao segundo livro analisado, constatamos, por conseguinte, que o livro em questão não explora bem as atividades voltadas para o desenvolvimento das habilidades orais. Apesar de ser uma obra que visa a propiciar a aprendizagem do português de nível básico, nada impediria que proposições de atividades de cunho oral fossem feitas, pois , como afirma Kátia Modesto Valério, em "Ensinando a falar inglês- sugestões para o ensino médio", mesmo nas primeiras aulas, é possível e desejável que os alunos produzam seu próprio discurso, porque os resultados são muito positivos, já que isso promove grande motivação nos alunos. Kátia M. Valério explica que a "constatação que se está falando uma língua estrangeira, por pouco que seja, dá ao aluno um sentimento de superação, o que alimenta a auto-estima e reverte em motivação." Porém, no livro analisado, notamos uma ênfase muito maior nos exercícios escritos, em detrimento dos orais. Este talvez seja o principal ponto negativo nesta obra de uma maneira geral.
Dada a escassez de atividades para o desenvolvimento das habilidades orais encontradas, analisamos apenas a utilização de fitas cassetes. "Conhecendo o Brasil- curso de português" é acompanhado de um material complementar composto por vídeo e fitas cassetes. Estes materiais estão articulados com os conteúdos linguísticos e gramaticais apresentados no livro. Pois bem. A utilização das fitas cassetes , conforme o que está descrito numa das páginas iniciais da obra em pauta, tem como finalidade a prática oral (elas permitem ao aluno escutar; escutar e repetir; escutar e ler ) . Ainda na mesma descrição, percebe-se as seguintes palavras : "O uso contínuo e repetitivo das fitas cassetes permite adquirir estruturas gramaticais e vocabulário desenvolvidas no curso." Realmente, tal atividade permite introjetar e incorporar o uso de certas formas lingüísticas ( o que constitui um ponto positivo , na nossa opinião), mas , por outro lado, não dá ao aluno condições de sair da mera esfera da reprodução/memorização do conteúdo que lhe é apresentado nas fitas ( e também no vídeo ). A produção oral, propriamente dita, fica em segundo plano, pois o livro não incentiva o aluno a desenvolver seu desempenho comunicativo efetivo. O desenvolvimento desta habilidade, a qual dependeria muito mais da interação verbal do aluno com o professor, ou mesmo com outro aluno, não é privilegiada. Cabe ressaltar, as atividades com áudio e vídeo, antes da produção oral, são aconselháveis, no ponto de vista de Kátia M. Valério ( com a qual concordo ); mas o que nos fez considerar o livro analisado como deficitário, no tocante ao desenvolvimento da oralidade, foi o fato de não termos encontrado nele outras sugestões fomentadoras de produção de discurso real após as atividades com os materiais complementares, ou independente do uso destes. É obvio que não se pode esperar que o livro cumpra todos os papéis necessários ao ensino de uma língua-alvo, pois cabe também ao professor desenvolver essa função. Portanto, qualquer atividade que almejássemos indicar para complementar a referida obra seria relevante. De qualquer forma, passamos, a partir daqui, a fazer algumas sugestões para promover a otimização e complementação do livro analisado.
Uma boa sugestão para a melhoria da qualidade do ensino de um professor que optasse por adotar este livro, seria a transmutação de alguns exercícios escritos ( como os de diálogos, por exemplo ) para exercícios de comunicação oral. Assim, os alunos poderiam trabalhar em pares e, observando os modelos de exercícios escritos, tentariam criar situações conversacionais ( perguntas/respostas; convites/aceites/recusas; dar e seguir instruções, etc.... ), através das quais incorporariam suas próprias verdades.
Segue abaixo um exemplo concreto de tarefa recomendável para o desenvolvimento das habilidades orais. Esta tarefa foi retirada do livro "Ensinando a falar inglês", de Kátia Modesto Valério, e poderia ser incorporada ao livro analisado.
· Tarefa de instruções ( trabalhar em pares ) :
Revisar e ensinar algumas preposições de lugar e direção mais comuns. O aluno A tem uma figura para descrever e o aluno B tem uma folha em branco na qual deve desenhar seguindo as instruções de A . A e B só poderão ver os desenhos um do outro quando julgarem que a tarefa foi concluída. Os papéis podem ser alternados. Uma competição para o desenho que mais se assemelhe ao original também poderá ser promovida.




Larissa e Joaquim.

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Replies:

[> Re: Tarefa 9 -- José Euríalo, 10:43:15 06/02/04 Wed [1]

Larissa e Joaquim:

Antes das críticas, permitam-me dizer que foi realmente instrutivo ler o texto que vocês produziram para a tarefa 9, pois há muito queria conhecer um pouco dos materiais didáticos impressos disponíveis, aqui, para curso de Português para estrangeiros. Muito obrigado!

Quanto ao "feedback" sugerido pela professora, aqui vão minhas observações:

1- As frases elaboradas estão relacionadas à interação em sala de aula. Parabéns! A crítica que faço é quanto ao grande número de frases, mas selecioná-las demandaria tempo. Confesso que nosso grupo (3-Inglês) também produziu um lista longa, sem seleção após a redação final.

2 - O texto, como um todo, apresenta sérias falhas quanto a ortografia, concordância verbal e nominal, regência e edição, merecendo revisão, especialmente considerando que o grupo de vocês trabalha com língua portuguesa (perdoem-me possível "alfinetada", mas é vício do qual ainda não me livrei!).

3- A análise que fizeram conseguiu reunir suas impressões pessoais e aspectos teóricos dos textos de VALÉRIO e LUCAS, mas faltou mencionar, corretamente, as referências bibliográficas. Para nossa turma virtual, isso não se constitui em problema, mas creio que, para outro leitor, as referências bibliográficas e a bibliografia ao final do texto seriam de grande valia.

4- A atividade proposta pelo grupo não demonstra criatividade, posto que copiaram algo proposto no texto de VALÉRIO, conforme vocês mesmo registraram. Isso não tira o mérito da atividade, mas, quanto ao quesito criatividade, cabe essa minha crítica; concordam?

Vocês não mencionaram se houve eleição para escolher a melhor atividade proposta. Vocês chegaram a elaborar outras propostas de atividade e, depois, resolveram que seria melhor copiar a atividade que consta do livro de VALÉRIO?


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