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Date Posted: 11:56:46 05/28/04 Fri
Author: Daniel Mazzaro
Subject: TAREFA 9

Esta tarefa foi feita apenas por mim, uma vez que minha dupla teve problemas com o e-mail.

PARTE 1:
Liste um conjunto de frases necessárias para a interação em sala de aula e que poderiam constar de um cartaz ou de vários cartazes espalhados pela sala para servir de apoio aos alunos. Ex. "Repita por favor." /"Repeat, please"/"Répète, s'il vous" plaît/"Ripetere, per favore"/"Wiederholen Sie bitte". Discutam em grupo e, após o consenso, postem, no fórum, uma lista com essas frases (NA LÍNGUA ESTRANGEIRA).

Cómo se dice ... en español?
¿Cómo se escribe ...? / ¿Podrías deletrear esta palabra?
Perdona, estoy retrasado / ¿puedo entrar?
¿Qué es ...?
Repita, por favor.

PARTE 2:
Cada componente do grupo deve avaliar as atividades para desenvolvimento das habilidades orais em um livro didático, com base nas leituras feitas, dizer quais são os pontos positivos e negativos. Em seguida, propor pelo menos uma atividade (na sua língua estrangeira) para complementar as possíveis falhas de uma das unidades.

Analisei o livro Conexión uma vez que é o que utilizo no Cenex.

É interessante como esse livro desenvolve a prática oral (tanto audição como fala) desde o começo do livro. O primeiro canal (recordo-os que a divisão do livro é de 5 unidades com 3 canais cada) já começa com a prática auditiva. Lembro uma vez mais que esse livro é direcionado a falantes do português, levando sempre em consideração a "facilidade" de compreensão que temos pouco mais aguçada para compreender oralmente esta língua.

Neste canal, aparecem formas de saudações, despedidas e apresentações básicas. Somente nesse canal os diálogos aparecem por escrito, mas no exercício seguinte, no qual se pede uma reflexão comparativa entre o espanhol e o português. Após a apresentação das formas clássicas de saudar, despedir-se e apresentar-se, outro exercício de audição é proposto e, no final da página, um exercício de prática de fala que é justamente uma "revisão" do já visto: de acordo com as figuras, como você saudaria ou se despediria?. Particularmente, não vejo problema nenhum até aí, porque, como diz Kátia Valério, "não há nada de errado em fornecer um modelo, muito pelo contrário, em níveis iniciais de aprendizagem, isso é imprescindível". O modelo seria o diálogo pronto na página anterior e os quadrinhos que aparecem sempre nos canais, explicitando as formas de, por exemplo, cumprimentar, agradecer e despedir-se.

As gravações, normalmente, no início, não causam dificuldades aos ouvintes por não possuírem barulhos externos ao diálogo muito altos, são poucas pessoas falando e sem sobreposição de diálogos. No entanto, em canais mais adiante, as gravações se aproximam mais de situações reais, nas quais barulhos são adicionados e as pessoas conversam juntas, cortam a fala do outro e etc.

Com relação às diferenças culturais, o livro dos professores, às vezes (não sempre, e aí está um problema do livro) pede ao professor para explicar uma diferença lingüística e cultural dos falantes nativos de espanhol que poderia dar alguma má interpretação ou causar algum estranhamento no aprendiz, como por exemplo o uso contínuo de imperativo, que no português transmite, frequentemente, uma idéia de ordem mesclada a um desprezo ou raiva. No espanhol, no entanto, não acontece isso. Espressões como ¡qué faena!, por exemplo, seria um prato cheio para uma discussão. Essa expressão que significa "quanto trabalho!", gira em torno da palavra FAENA que é o ato da tourada e tudo que o toureiro pratica nele. Questão cultural que aparece no diálogo e não é trabalhada no livro. Esta expressão não é a chave do diálogo, mas é interessante, após o entendimento glogal da gravação, explicar ao aluno.

Como diz Rosana Lucas no texto que foi pedido pela professora, "as atividades de compreensão oral não são tomadas como um fim em si mesmas, ou seja, não são conduzidas para fazer com que o aluno melhore a sua compreensão da linguagem falada [...]. Muito freqüentemente em nossa prática, as atividades de compreensão oral visam apresentar o conteúdo programático do material escrito - ou 'aquilo que interessa mesmo', as estruturas e o vocabulário da LE." Conexión não parte desse propósito sempre (isso acontece na primeira parte do livro). Temos, por exemplo, diálogos ou simplesmente comentários de pessoas, no canal 4, sobre o que se gosta ou não, isso ANTES de mostrar as expressões de preferências e manifestações de acordo ou desacordo. O aluno não é levado a escutar as expressões em si, e sim a compreender o que se quer expressar. A gravação não é repetida para que o aluno a memorize, mas é sugerido um exercício de prática oral no qual ele pode (ou deve) utilizá-las. São exercícios, às vezes (repito que este livro tem suas falhas) de o próprio aluno ter que formular as frases e expressar seus próprios gostos. A falha nesse canal, por exemplo, é que, depois de apresentar a comunicação de preferências, o exercício proposto é de pôr em ordem um diálogo pré-definido. Já está tudo pronto e, mecanicamente, o aluno ordena as frases. Onde está sua produtividade? Só três páginas depois!

Três observações feitas no texto de Rosana muito importantes sobre a prática oral nos materiais didáticos tradicionais:
1) pressuposição de que um ouvinte nativo atinge 100% de compreensão ---> em Conexión um dos personagens inclusive é brasileiro e, tirando sua pronúncia que é até gozada pelos alunos, NUNCA pediu para um de seus interlocutores para repetir uma frase. De repente, ele some das gravações. Seria ótimo utilizá-lo como referência de aprendizagem no próprio livro, colocando-o em algumas gravações para que fosse a "representação" do aprendiz, aquele que questiona falta de compreensão, que pede para repetir quando é necessário, etc.
2) exigência implícita de que o aluno precisa processar toda e qualquer palavra ouvida para decifrar o conteúdo literal completo de um enunciado ---> o livro não pede isso. Pelo contrário, os exercícios de audição apresentam um contexto e pede a informação necessária, como uma mulher que vai às compras e o ouvinte deve anotar ao lado das quantidades o produto pedido. Pessoalmente, não sei o que acontece que uma vez só basta para passar e, automaticamente, os alunos já comentam a forma com que a pessoa na gravação pediu os produtos. Eles observam tudo!
3) induzir os alunos a atentar para pontos importantes e irrelevantes do texto com a mesma intensidade ---> as perguntas formuladas pelo livro são, normalmente, de relacionar pessoa-opinião e selecionar a opção correta. Algo mais global e não focalizada na língua em si.
4) levar o aluno a ignorar diferenças de forma e função entre a linguagem transacional e a linguagem interacional + consideração de como propósito de toda linguagem falada a "transferência de fatos" ---> ainda que raros, há exercícios que enfocam o COMO a pessoa pede, responde, pergunta, enfatizando contextos formais e informais. Nesses exercício o fato transmitido não é trabalhado.
5) exposições longas para responder às questões propostas sobre qualquer parte do texto ---> Conexión trabalha, pelo menos inicialmente, com textos curtos, o que não atrapalha na "memorização" para os exercícios.

Vale lembrar que o contexto nas audições é muito importante. Conexión apresenta o contexto ou fora da gravação (no enunciado escrito) ou na própria gravação, por meio de sons ou da própria fala dos personagens.

Conexión NUNCA exigiu uma compreensão TOTAL das gravações. Onde se pede informações transmitidas, não pede explicitação da forma comunicativa, ou vice-versa. No entanto, não apresenta nenhuma explicação de algumas expressões como o caso de "¡qué faena!", que era de se esperar que surgisse dúvida, pois estava no final da gravação e bem enfatizada pelo falante. O propósito da audição está pedida desde o início nos enunciados (recomenda-se, então, que o aluno os leia antes de ouvir a gravação). É interessante como as gravações reúnem informações antes estudadas a novas informações, fazendo com que o aluno atualize e lance mão de seus conhecimentos lingüísticos.

Os exercícios de prática oral deste livro começa com "siga o modelo", como já explicado e defendido anteriormente. Esses exercícios levam o aluno a utilizar as expressões aprendidas, como por exemplo, depois de apresentadas as expressões de freqüência, sugere-se que um pergunte ao outro com que freqüência faz certas coisas. E não pára por aí: na página seguinte volta a esse assunto de freqüência e adiciona a informação FINALIDADE, tanto na audição como na proposta de fala.


A atividade que proponho é a seguinte:
No canal 4, como expliquei anteriormente, há uma audição em que três pessoas falam do que gostam. Pede-se que o aluno anote essas coisas gostadas e pára por aí. Proponho que o aluno pergunte ao colega se gosta dessas mesmas coisas e, em seguida à resposta deste, manifestar acordo ou desacordo. Por exemplo:

a) ¿A ti tambiém te gusta el fideo?
b) No, no me gusta mucho.
a) Pues a mí sí.

a) ¿Te gusta el brécol también?
b) Sí, me encanta.
a) Pues a mí no.

a) ¿Te gusta comer galletas por la mañana como la persona en la grabación?
b) Sí, muchísimo.
a) A mí también.

a) ¿Te gusta el chorizo?
b) No, no me gusta.
a) A mí tampoco.

Depois, perguntar outras coisas sobre gosto que não aparecem na gravação. Com isso, treina-se a audição (o que o colega fala), os conteúdos comunicativos e a fala.

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Replies:

[> Re: TAREFA 9 -- IRANY, 16:26:52 05/31/04 Mon [1]

Ola Daniel, bastante completo seu trabalho, também trabalho com o Conexión, concordo com suas observações, que é um livro que trabalha bem aparte oral. Minha única resalva é quanto ao fornecimento de "material mesmo", o livro propõe as atividades, sugere o que deve ser aprendido en cada canal, mas não traz o conteúdo em si.
Quanto as suas frases eu acrescentaria: Buenos días, buenas tardes, cómo se pronuncia?
Gostei da atividade que tu acrescentaste, creio que assim fica mais completa.E sugeriria também que fossem levadas frases escritas para que os slunos pudessem expressar suas opiniões: ex; Me encanta caminar bajo la lluvia, a mi también , a mi no. etc.
Abraços. irany



Esta tarefa foi feita apenas por mim, uma vez que
>minha dupla teve problemas com o e-mail.
>
>PARTE 1:
>Liste um conjunto de frases necessárias para a
>interação em sala de aula e que poderiam constar de um
>cartaz ou de vários cartazes espalhados pela sala para
>servir de apoio aos alunos. Ex. "Repita por favor."
>/"Repeat, please"/"Répète, s'il vous" plaît/"Ripetere,
>per favore"/"Wiederholen Sie bitte". Discutam em grupo
>e, após o consenso, postem, no fórum, uma lista com
>essas frases (NA LÍNGUA ESTRANGEIRA).
>
>Cómo se dice ... en español?
>¿Cómo se escribe ...? / ¿Podrías deletrear esta
>palabra?
>Perdona, estoy retrasado / ¿puedo entrar?
>¿Qué es ...?
>Repita, por favor.
>
>PARTE 2:
>Cada componente do grupo deve avaliar as atividades
>para desenvolvimento das habilidades orais em um livro
>didático, com base nas leituras feitas, dizer quais
>são os pontos positivos e negativos. Em seguida,
>propor pelo menos uma atividade (na sua língua
>estrangeira) para complementar as possíveis falhas de
>uma das unidades.
>
>Analisei o livro Conexión uma vez que é o que utilizo
>no Cenex.
>
>É interessante como esse livro desenvolve a prática
>oral (tanto audição como fala) desde o começo do
>livro. O primeiro canal (recordo-os que a divisão do
>livro é de 5 unidades com 3 canais cada) já começa com
>a prática auditiva. Lembro uma vez mais que esse livro
>é direcionado a falantes do português, levando sempre
>em consideração a "facilidade" de compreensão que
>temos pouco mais aguçada para compreender oralmente
>esta língua.
>
>Neste canal, aparecem formas de saudações, despedidas
>e apresentações básicas. Somente nesse canal os
>diálogos aparecem por escrito, mas no exercício
>seguinte, no qual se pede uma reflexão comparativa
>entre o espanhol e o português. Após a apresentação
>das formas clássicas de saudar, despedir-se e
>apresentar-se, outro exercício de audição é proposto
>e, no final da página, um exercício de prática de fala
>que é justamente uma "revisão" do já visto: de acordo
>com as figuras, como você saudaria ou se despediria?.
>Particularmente, não vejo problema nenhum até aí,
>porque, como diz Kátia Valério, "não há nada de errado
>em fornecer um modelo, muito pelo contrário, em níveis
>iniciais de aprendizagem, isso é imprescindível". O
>modelo seria o diálogo pronto na página anterior e os
>quadrinhos que aparecem sempre nos canais,
>explicitando as formas de, por exemplo, cumprimentar,
>agradecer e despedir-se.
>
>As gravações, normalmente, no início, não causam
>dificuldades aos ouvintes por não possuírem barulhos
>externos ao diálogo muito altos, são poucas pessoas
>falando e sem sobreposição de diálogos. No entanto, em
>canais mais adiante, as gravações se aproximam mais de
>situações reais, nas quais barulhos são adicionados e
>as pessoas conversam juntas, cortam a fala do outro e
>etc.
>
>Com relação às diferenças culturais, o livro dos
>professores, às vezes (não sempre, e aí está um
>problema do livro) pede ao professor para explicar uma
>diferença lingüística e cultural dos falantes nativos
>de espanhol que poderia dar alguma má interpretação ou
>causar algum estranhamento no aprendiz, como por
>exemplo o uso contínuo de imperativo, que no português
>transmite, frequentemente, uma idéia de ordem mesclada
>a um desprezo ou raiva. No espanhol, no entanto, não
>acontece isso. Espressões como ¡qué faena!, por
>exemplo, seria um prato cheio para uma discussão. Essa
>expressão que significa "quanto trabalho!", gira em
>torno da palavra FAENA que é o ato da tourada e tudo
>que o toureiro pratica nele. Questão cultural que
>aparece no diálogo e não é trabalhada no livro. Esta
>expressão não é a chave do diálogo, mas é
>interessante, após o entendimento glogal da gravação,
>explicar ao aluno.
>
>Como diz Rosana Lucas no texto que foi pedido pela
>professora, "as atividades de compreensão oral não são
>tomadas como um fim em si mesmas, ou seja, não são
>conduzidas para fazer com que o aluno melhore a sua
>compreensão da linguagem falada [...]. Muito
>freqüentemente em nossa prática, as atividades de
>compreensão oral visam apresentar o conteúdo
>programático do material escrito - ou 'aquilo que
>interessa mesmo', as estruturas e o vocabulário da
>LE." Conexión não parte desse propósito sempre (isso
>acontece na primeira parte do livro). Temos, por
>exemplo, diálogos ou simplesmente comentários de
>pessoas, no canal 4, sobre o que se gosta ou não, isso
>ANTES de mostrar as expressões de preferências e
>manifestações de acordo ou desacordo. O aluno não é
>levado a escutar as expressões em si, e sim a
>compreender o que se quer expressar. A gravação não é
>repetida para que o aluno a memorize, mas é sugerido
>um exercício de prática oral no qual ele pode (ou
>deve) utilizá-las. São exercícios, às vezes (repito
>que este livro tem suas falhas) de o próprio aluno ter
>que formular as frases e expressar seus próprios
>gostos. A falha nesse canal, por exemplo, é que,
>depois de apresentar a comunicação de preferências, o
>exercício proposto é de pôr em ordem um diálogo
>pré-definido. Já está tudo pronto e, mecanicamente, o
>aluno ordena as frases. Onde está sua produtividade?
>Só três páginas depois!
>
>Três observações feitas no texto de Rosana muito
>importantes sobre a prática oral nos materiais
>didáticos tradicionais:
>1) pressuposição de que um ouvinte nativo atinge 100%
>de compreensão ---> em Conexión um dos personagens
>inclusive é brasileiro e, tirando sua pronúncia que é
>até gozada pelos alunos, NUNCA pediu para um de seus
>interlocutores para repetir uma frase. De repente, ele
>some das gravações. Seria ótimo utilizá-lo como
>referência de aprendizagem no próprio livro,
>colocando-o em algumas gravações para que fosse a
>"representação" do aprendiz, aquele que questiona
>falta de compreensão, que pede para repetir quando é
>necessário, etc.
>2) exigência implícita de que o aluno precisa
>processar toda e qualquer palavra ouvida para decifrar
>o conteúdo literal completo de um enunciado ---> o
>livro não pede isso. Pelo contrário, os exercícios de
>audição apresentam um contexto e pede a informação
>necessária, como uma mulher que vai às compras e o
>ouvinte deve anotar ao lado das quantidades o produto
>pedido. Pessoalmente, não sei o que acontece que uma
>vez só basta para passar e, automaticamente, os alunos
>já comentam a forma com que a pessoa na gravação pediu
>os produtos. Eles observam tudo!
>3) induzir os alunos a atentar para pontos importantes
>e irrelevantes do texto com a mesma intensidade --->
>as perguntas formuladas pelo livro são, normalmente,
>de relacionar pessoa-opinião e selecionar a opção
>correta. Algo mais global e não focalizada na língua
>em si.
>4) levar o aluno a ignorar diferenças de forma e
>função entre a linguagem transacional e a linguagem
>interacional + consideração de como propósito de toda
>linguagem falada a "transferência de fatos" ---> ainda
>que raros, há exercícios que enfocam o COMO a pessoa
>pede, responde, pergunta, enfatizando contextos
>formais e informais. Nesses exercício o fato
>transmitido não é trabalhado.
>5) exposições longas para responder às questões
>propostas sobre qualquer parte do texto ---> Conexión
>trabalha, pelo menos inicialmente, com textos curtos,
>o que não atrapalha na "memorização" para os
>exercícios.
>
>Vale lembrar que o contexto nas audições é muito
>importante. Conexión apresenta o contexto ou fora da
>gravação (no enunciado escrito) ou na própria
>gravação, por meio de sons ou da própria fala dos
>personagens.
>
>Conexión NUNCA exigiu uma compreensão TOTAL das
>gravações. Onde se pede informações transmitidas, não
>pede explicitação da forma comunicativa, ou
>vice-versa. No entanto, não apresenta nenhuma
>explicação de algumas expressões como o caso de "¡qué
>faena!", que era de se esperar que surgisse dúvida,
>pois estava no final da gravação e bem enfatizada pelo
>falante. O propósito da audição está pedida desde o
>início nos enunciados (recomenda-se, então, que o
>aluno os leia antes de ouvir a gravação). É
>interessante como as gravações reúnem informações
>antes estudadas a novas informações, fazendo com que o
>aluno atualize e lance mão de seus conhecimentos
>lingüísticos.
>
>Os exercícios de prática oral deste livro começa com
>"siga o modelo", como já explicado e defendido
>anteriormente. Esses exercícios levam o aluno a
>utilizar as expressões aprendidas, como por exemplo,
>depois de apresentadas as expressões de freqüência,
>sugere-se que um pergunte ao outro com que freqüência
>faz certas coisas. E não pára por aí: na página
>seguinte volta a esse assunto de freqüência e adiciona
>a informação FINALIDADE, tanto na audição como na
>proposta de fala.
>
>
>A atividade que proponho é a seguinte:
>No canal 4, como expliquei anteriormente, há uma
>audição em que três pessoas falam do que gostam.
>Pede-se que o aluno anote essas coisas gostadas e pára
>por aí. Proponho que o aluno pergunte ao colega se
>gosta dessas mesmas coisas e, em seguida à resposta
>deste, manifestar acordo ou desacordo. Por exemplo:
>
>a) ¿A ti tambiém te gusta el fideo?
>b) No, no me gusta mucho.
>a) Pues a mí sí.
>
>a) ¿Te gusta el brécol también?
>b) Sí, me encanta.
>a) Pues a mí no.
>
>a) ¿Te gusta comer galletas por la mañana como la
>persona en la grabación?
>b) Sí, muchísimo.
>a) A mí también.
>
>a) ¿Te gusta el chorizo?
>b) No, no me gusta.
>a) A mí tampoco.
>
>Depois, perguntar outras coisas sobre gosto que não
>aparecem na gravação. Com isso, treina-se a audição (o
>que o colega fala), os conteúdos comunicativos e a
>fala.


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[> Re: TAREFA 9 -- Larissa, 11:11:43 06/02/04 Wed [1]

Daniel,

ficou muito bom seu texto, na verdade,
melhor ainda ficou a "pesquisa" toda que vc fez
em torno do livro analisado. E o seu texto
demonstra bem isso, que vc analisou a obra a fundo
e criticamente. Interessante a parte em
que vc sugere que o livro aborde questões culturais
no trato do próprio vocabulário da língua-alvo.
Não havia parado para pensar nisso, isso pode mesmo
ser subsídio para uma boa discussão e tb
para fomentar o interesse dos alunos em
tópicos como esse da lingua.
Até porque, a meu ver, o aprendizado de lingua
precisa despertar mais do o simples interesse
social e intelectual de aprender uma lingua, senão,
não funciona direito, não é mesmo?
Um abraço,
Larissa


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[> Re: TAREFA 9 -- José Euríalo, 11:32:54 06/02/04 Wed [1]

Daniel:

Seu texto demonstra segurança, é crítico e bem articulado (você faz bom uso de conectivos para iniciar parágrafos e escreve bem), mas devo criticar alguns de seus aspectos, à luz do enunciado da tarefa.

Sua lista de frases é bem pequena, enxuta. Talvez isso se deva ao fato de você haver trabalhado sozinho ou ao fato de considerar que não se deve poluir, visualmente, uma sala de aula com muitos cartazes, etc.; foi isso? Eu acrescentaria outras frases à sua lista. A Irany sugeriu algumas, em resposta à sua tarefa. Boas sugestões; você não acha?

Outra observação que faço é quanto ao uso dos textos teóricos. Não os considero muito interessantes (um deles merece sérias críticas!), mas, para a tarefa 9, foi sugerido um diálogo com eles. Você mencionou (e com referência bibliográfica incompleta) o texto de Rosana LUCAS (1996) apenas uma vez. Talvez o de VALÉRIO merecesse alguma menção...

Uma última observação é quanto à atividade que você propõe. Indubitavelmente, o acréscimo que você sugere melhoraria a atividade do livro didático analisado, mas poderia ser ainda mais produtiva, em termos de oralidade, se, além de solicitar que os alunos manifestassem acordo ou desacordo, pedisse que explicitassem seus motivos. O que você acha disso? Manifestar concordância ou discordância com frases quase prontas (dificilmente os alunos recorrem a variações sobre temas simples) não me parece muito produtivo.

Ah, essas críticas não tiram o mérito de seu texto, especialmente se considerarmos suas prováveis condições de produção. Nosso texto (o do meu grupo - 3 - Inglês) também apresenta sérias falhas. Penitencio-me... (!Qué verguenza!")

José Euríalo.


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[> [> Re: TAREFA 9 -- Daniel, 16:51:12 06/02/04 Wed [1]

É verdade, José Euríalo. Não citei nenhuma vez o texto da Kátia... Na reelaboração da tarefa vou adicionar algum comentário em que apareça uma citação dela.

Obrigado!

Daniel


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[> [> [> Re: TAREFA 9 -- José Euríalo, 06:29:56 06/03/04 Thu [1]

!Hola, Daniel!

?Qué tal?

Yo estaba seguro de que tú pedirías cuentas a mí... Yo he pensado que tal vez te tenía clavado, apretado las clavijas, por no escribir mucho en cristiano (de forma comprensible). A mí me gustó mucho leer tu contestación.
!Gracias!

José.


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[> [> [> [> Re: TAREFA 9 -- José Euríalo, 06:41:47 06/03/04 Thu [1]

!Qué verguenza el "tenía clavado"!... ?Dónde he sacado ese "tenía"? El correcto es "había"; ?no es verdad? "El tiempo pasa, nos vamos poniendo viejos..." ;-)

José Euríalo.


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