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Date Posted: 12:42:27 05/28/04 Fri
Author: Heleno José de O. Campos
Subject: Tarefa 9 - Grupo 2 - Inglês

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Tarefa 9 - Grupo 2 - Inglês

Membros do Grupo:

Fernando Maia Tepedino
Heleno José
Juliana Coelho
Patrícia Rosa
----------------------------------


INTRODUÇÃO

Nas mais diversas situações do dia-a-dia, são inúmeras
as ocasiões em que uma pessoa precisa utilizar suas
habilidades orais em um processo de comunicação. Além
disso, tais situações, em geral, exigem muito mais
domínio do idioma do que as atividades de leitura e
escrita. Muitas vezes, numa atividade diária de
compreensão oral, o ouvinte se vê impossibilitado de
pedir esclarecimento ou solicitar uma repetição do que
foi dito. Isto já significa dizer que, mesmo para um
falante nativo, a compreensão oral é um processo bem
mais complicado. Quando nos referimos a aprendizes de
uma língua estrangeira, ainda temos que levar em
consideração a dificuldade que uma pessoa com pouco
contato com um outro idioma enfrenta para reconhecer
palavras no encadeamento da fala, para reconhecer
palavras ou estruturas sintáticas novas e para
entender o funcionamento da língua em um contexto
social e cultural diferente do seu.

Infelizmente, apesar destas dificuldades inerentes a
uma língua estrangeira, o que se observa na maioria
dos cursos atuais é uma pouca exploração do
desenvolvimento das habilidades orais, seja por falta
de recursos ou, principalmente, por uma postura
inadequada por parte dos professores.

Muitas atividades orais apresentadas em livros e
utilizadas por professores são inadequadas (muito
longas, fitas que praticamente não se assemelham a
diálogos em situações reais, exigência de um nível de
atenção muito maior do que normalmente se requer na
língua materna etc.) e, assim, estas atividades mais
se assemelham a testes em vez de um processo de
ensino. Diante disso, os alunos podem se sentir
frustados ou inaptos para tal habilidade. Ao preparar
as atividades orais os professores precisam, portanto,
levar em consideração o nível do aluno, de preferência
dar a ele uma idéia sobre o que será trabalhado,
possibilitar a ele observar e estudar o material, e
nunca exigir um entendimento completo dos discursos
mas sim, procurar conduzir o aluno a captar a mensagem
principal de cada atividade.

Assim, cada orientador deve sempre ter em mente a
necessidade de oferecer aos alunos o máximo de meios
para interação com a LE, sempre levando-se em conta
que a aquisição de um LE é um processo gradual e que
requer motivação e empenho dos alunos.


1 - FRASES PARA INTERAÇÃO EM SALA DE AULA:

Good morning, afternoon, evening, night
Good bye
Hello
Hi
How are you doing?
I am fine, thanks
Please
Thank you
You're welcome
What's your name?
My name is ---
Who knows?
I don't know
I'm sorry
Excuse me
I beg your pardon?
I don't know, remember
I couldn't understand
Do you have any doubt/question?
Could you say that again, please?
Could you repeat that, please?
Happy birthday!
Open/close the door, the window, please
Turn on/off the lights, please
How much is it?
Do you like beer, chinese food, soccer, playing
tennis?
Would you like to go dancing, to the cinema, to the
shopping mall?
What does it mean?
How can I say --- in English?
How do you say --- in English?
How do you spell that?
How do you pronounce it?
Where is the stress?
Nice to meet you
Are you married?
What time is it?
It's five o'clock p.m.
May/Can I go to the restroom?
Have you finished the exercise?
Have you got a pen, pencil, please?
Here you are!
Where do you live, work, study?
How old are you?
I'm 40 years old
What's your profession?
Write on the blackboard
Can I clean the blackboard?
Turn on/off the TV, the DVD player, the tape recorder
Do the homework
Open your books on page....
Which page is it?
What is the difference between --- and ---?
What is the opposite of ---?
Write an essay, an article, a letter
What are your plans for the future?
How is the wheather today? Hot/Raining/Warm/Cold
Have a good weekend
Same to you


2 - ATIVIDADES PARA DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES
ORAIS EM LIVRO DIDÁTICO:


a) Primeiro livro analisado:

Objective CAE - Felicity O'Dell e Annie Broadhead

O livro (editado pela Cambridge Press) se propõe a
preparar o aluno para o CAE (certificado de nível
avançado em inglês). Neste exame, a parte oral é muito
bem definida, apresentando muito pouca variação de um
ano para outro. Geralmente, esta prova oral é composta
das seguintes partes:
Speaking:
1 - Uma conversação entre dois estudantes e um
professor, onde os alunos devem fazer perguntas e dar
respostas sobre sua vida pessoal, sobre planos para o
futuro, profissão, preferências, etc.
2 - Apresentação de imagens sobre as quais os alunos
deverão fazer alguma descrição.
3 - Discussão mais detalhada sobre algum tópico
solicitado
Listening:
Apresentação de vários textos gravados em CD, para que
os alunos executem tarefas tais como: completar
espaços, preencher informações, responder perguntas de
múltipla escolha, fazer pequenos resumos, etc.

Todas as atividades do livro estão bastante voltadas
para esta preparação, o que seria de se esperar, uma
vez que o livro é editado pela mesma Universidade que
realiza as provas.
Exemplo de uma atividade de conversação:
Discuss with a partner these questions:
a. How do you begin a question when you are not sure
if it is polite to ask it?
b. When you are listening to someone, what sort of
body language, sounds and phrases do you use to show
you are interested and you are listening to them?
Este tipo de atividade é interessante, pois permite
que os alunos falem, ao mesmo tempo em que fazem uma
reflexão sobre assuntos relacionados com a comunicação
oral. Esta atividade se baseia na importância de
dominarmos, além das formas lingüísticas, as regras de
conduta e o modo de interagir da comunidade. A
comunicação flui sustentada por regras que, por
intermédio de mecanismos lingüísticos,
paralingüísticos (entonação por exemplo) e sinais
extralingüísticos (como as expressões faciais), são
negociadas entre os participantes, no decorrer da
interação. Até mesmo como ouvintes, os participantes
de uma conversa atuam na interação ao sinalizarem,
verbalmente ou por intermédio de gestos, que estão
prestando atenção ao que é dito.
O livro também trabalha muito com elementos culturais,
salientando normas internacionais consideradas como
agressivas ou mal-educadas para os ingleses. São
apresentadas atividades onde são simuladas e
analisadas situações de interação específicas, tais
como: com pessoas da mesma idade, de idades
diferentes, amigas, que estamos encontrando pela
primeira vez, em ambientes formais (ex: entrevista
para emprego, com um chefe, professor, diretor da
escola, etc.) e informais. Estas atividades são
importantes para despertar nos alunos a atenção para a
importância das regras de conduta e do modo de
interagir, para que tenhamos sucesso ao nos
comunicarmos com falantes nativos de outros países.
Nota-se que este livro procura propor, explicitamente,
atividades de conversação para serem adotadas pelos
professores em sala de aula.
Exemplo:
a. Work with a partner and discuss......
b. With your partner, discuss how you could
express......
c. Divide the text into three groups. Group A should
read and discuss part 1, group B should read and
discuss part 2 and group C should read and discuss
part 3. After the discussion, regroup and tell the
others about what you have read.
Este tipo de sugestão pode ser bastante útil em
algumas situações, mas, também pode ser bastante
desmotivante, caso o professor insista em sempre
seguir o livro "ao pé da letra". O professor deverá
utilizar as atividades propostas como uma referência e
não como uma receita a ser seguida, escolhendo as
atividades que realmente possam motivar os seus alunos
e que tenham algo a ver com a sua realidade e cultura
(como o livro é feito de uma maneira padrão para todo
o mundo, algumas atividades podem não ser adequadas às
características de determinado grupo). Antes do
professor adotar alguma atividade sugerida pelo livro
didático, ele deverá analisar o seu objetivo e se ela
se encaixa com o perfil das suas aulas e dos seus
alunos.
O livro propõe atividades de conversação ligadas ao
desenvolvimento de outras habilidades (leitura,
compreensão oral, escrita). Após a leitura de um
texto, por exemplo, são apresentados vários pontos
para discussão, baseados no assunto tratado. Este tipo
de atividade é bastante produtiva, uma vez que bom
textos fornecem vocabulário, idéias e motivação para
que as discussões possam ser mais interessantes e
participativas.
As atividades de "listening" do livro foram entendidas
por membros do grupo, como muito ruins. Elas se
propõem muito mais a treinar os alunos especificamente
para responder às questões que aparecem nas provas de
Cambridge (muito behaviorista) do que realmente a
desenvolver a habilidade dos alunos na compreensão
oral. Um falante nativo, sem treinamento, pode não
conseguir responder às questões, ao passo que uma
pessoa com muito menos habilidade de compreensão, mas
que esteja bem treinada neste tipo de atividade poderá
respondê-las sem maiores problemas. As atividades não
se preocupam muito com a construção de significados
para a compreensão geral do texto. É cobrado dos
alunos a capacidade de conseguir anotar endereços,
nomes, datas, telefones, profissões, etc. em pontos
específicos do texto, à medida em que o CD vai sendo
tocado. Há uma preocupação excessiva com os detalhes,
o que faz com que os alunos não tenham tempo e nem
concentração para construir o significado da mensagem
que está sendo transmitida.

Conclusão sobre o livro:

Entendemos que as atividades de desenvolvimento de
habilidades orais poderiam ser bem mais úteis para a
sua utilização pelos alunos em situações reais de
comunicação, caso o livro não ficasse tão preso à
preparação para as provas de Cambridge. As atividades
de conversação acabam ficando muito repetitivas e
distantes das situações normais do nosso dia-a-dia.
Por exemplo, quando é que precisaremos sustentar uma
conversa com dois estranhos (outro aluno e um
professor) durante 15 minutos, mesmo que não tenhamos
o menor interesse naquilo que está sendo discutido?
Acreditamos que, talvez, só precisemos disto para
alguma entrevista para seleção de professores de
inglês para a Cultura Inglesa.
As atividades de "listening" também foram apontadas
como bastante repetitivas e restritas: fitas gravadas,
com pessoas com sotaques os mais diversos para que
possamos anotar alguns dados específicos que nos são
demandados. Dificilmente encontramos atividades um
pouco mais criativas e que demandam uma compreensão
global. Fica a impressão de que a única preocupação
está na compreensão de palavras isoladas. Talvez, o
ideal fosse que os livros didáticos não se
preocupassem muito em propor, explicitamente,
atividades de conversação para a sala de aula. Eles
devem apresentar tópicos e textos interessantes, mas
as atividades deverão ser criadas e conduzidas pelos
próprios professores. Somente os professores saberão
definir quais as atividades que melhor se adeqüem às
suas características e às dos alunos da sua turma.
Mesmo assim, há sempre um grande grau de risco:
atividades que achamos que seriam um sucesso e que
iriam motivar os alunos podem acabar sendo um fracasso
total, enquanto outras que julgávamos muito menos
interessantes podem gerar aulas com muita participação
e motivação.


b) Segundo livro analisado:

American Blue Print (Brian Abbs & Ingrid Freebairn) -
Editora: Longman

Pontos Positivos:

- Os capítulos são curtos (2 páginas apenas) e cada um
trata de um assunto diferente, apresentando atividades
de leitura, escrita, introduzindo novas palavras e,
além disso, todos os capítulos possuem atividade orais
(speaking/listening) relacionadas ao respectivo
assunto;
- A maioria das atividades de "listening" visa o
entendimento da idéia central, não se prendendo a
detalhes;
- Algumas atividades procuram realçar a importância da
entonação no discurso em Inglês;
- As fitas exploram diferentes pronúncias (Inglês
Britânico, Americano etc, diferentes sotaques etc.);
- São simuladas muitas situações cotidianas de um
ouvinte, tais como programas de rádio, aeroporto,
hotéis, bate-papo, atividades de lazer, emprego etc.

Pontos Negativos:

- Muitas atividades de "Listening" são voltadas
principalmente para entendimento de palavras isoladas
ou até mesmo identificação de nomes próprios (nomes de
pessoas, lugares, cidades, shows, etc.).


Conclusão sobre o livro:

De modo geral, pode-se dizer que é um bom livro em
termos de apresentação e sugestão de práticas orais.
As atividades de "speaking" e "listening" são bem
próximas do nosso cotidiano e a gramática é ensinada
de maneira bem sutil, sem forçar demais o aluno. É bom
estar ciente que este livro é voltado para alunos que
estão entre o básico e o intermediário; dessa forma,
as atividades de práticas orais não exigem muito do
aluno. Talvez esta seja a maneira mais adequada de se
ensinar: através de um processo mais natural, mais
próximo da realidade, procurando trabalhar com a idéia
geral de cada situação e sem entrar em muitos
detalhes. As propostas de práticas orais do livro não
exigem um nível de perfeição do aluno, como as que são
cobradas em livros que visam a preparação do aluno
para testes de proficiência. Um ponto pouco explorado
no livro é a questão da eficiência da comunicação, da
importância do "body language" ("eye contact",
"gestures" etc.) Claro que a utilização e
aproveitamento de cada material depende,
consideravelmente, do professor.


Análise comparativa dos livros avaliados:
----------------------------------------

O grupo observou que os livros analisados, embora
estejam voltados para objetivos diferentes, apresentam
muitos pontos em comum. Em todos eles há grande
quantidade de atividades de práticas orais voltadas
para o nosso dia-a-dia (viagens, profissão, lazer,
planos para o futuro, preferências, etc). É consenso
no grupo que cabe aos professores saber selecionar e
tirar proveito destas atividades, em função de seus
alunos, turmas e objetivos a serem atingidos.

Pode-se destacar, como aspecto comum e positivo, o
fato de todos os livros avaliados apresentarem
atividades de conversação ligadas ao desenvolvimento
de outras habilidades (leitura, escrita, gramática,
desenvolvimento de vocabulário, dentre outras).

Por outro lado, observamos que muitas vezes as
atividades de "listening" dos livros se prendem a
detalhes, exigem entendimentos de nomes próprios,
datas, números de telefones, em vez de focar no
entendimento da idéia central.


3) PROPOSTA DE ATIVIDADES ORAIS:

Dentre as opções apresentadas pelos componentes do
grupo, escolhemos esta atividade como a mais
interessante e criativa:

Após um feriado em que geralmente a maioria dos alunos
viaja (carnaval), os alunos deverão contar para os
colegas o que "fizeram" durante este período.
Entretanto, a professora irá preparar vários pedaços
de papel para distribuir entre os alunos com
orientações sobre a história que deverão contar: Em
alguns papéis estará escrito: 1- Fale a verdade sobre
o que você fez no feriado, em outros deverá haver
instruções do tipo: 2 - Fale que você foi para Búzios
e ficou conhecendo uma pessoa famosa e rica e que foi
convidado para fazer um passeio de iate; 3 - Fale que
você estava indo para São Paulo, mas o seu carro
estragou perto de Igarapé, mas que você acabou
passando o carnaval por lá e foi muito divertido; 4 -
Fale que você teve que fazer uma pequena cirurgia e
ficar em casa; etc. Após cada aluno contar a sua
"história", os outros alunos poderão fazer perguntas
para que possam dizer se esta é verdadeira ou se foi
inventada.
Esta atividade é muito divertida e desafiadora, tanto
para o aluno que está contando a história, quanto para
os outros, pois estes deverão, à medida que vão
ouvindo a história, tentar formular perguntas e
adivinhar se esta é verdadeira ou não. Além de
desenvolver a capacidade dos alunos de interagir,
contar e ouvir histórias e fazer previsões , ela
trabalha muito com a criatividade e é ótima para
desinibir alunos que geralmente não gostam muito de
falar em sala de aula.
---------------------

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Replies:

[> Re: Tarefa 9 - Grupo 2 - Inglês -- José Euríalo, 10:59:32 06/02/04 Wed [1]

Fernando, Heleno, Juliana Coelho e Patrícia:

Meus cumprimentos pela qualidade do texto produzido, que demonstra incorporação de impressões pessoais bem articuladas e fundamentadas!

Nele, as frases listadas estão realmente relacionadas à interação possível em sala de aula de Inglês e eu não excluiria nenhuma delas; os pontos positivos e negativos dos livros foram bem explicitados pelo grupo, mas senti falta, no texto, de referências aos textos teóricos de VALÉRIO e LUCAS, cuja leitura fora proposta para a tarefa. Isso foi proposital?

Quanto à atividade proposta pelo grupo, eu a considero realmente interessante, desafiadora e produtiva em termos de potencial de ensino-aprendizagem e desinibição, mas creio que deveria ter sido escrita em Inglês, conforme recomenda (salvo engano!) o enunciado da tarefa 9 disponibilizado pela professora. Faltou, ainda, mencionar o nome do(a) autor(a) dessa atividade, que o grupo diz ter sido escolhida entre as opções apresentadas pelo grupo.

Penitenciando-me por alguma injustiça, ;-)

José Euríalo.


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[> Re: Tarefa 9 - Grupo 2 - Inglês -- Cláudia Rodrigues, 18:26:27 06/02/04 Wed [1]

Fernando, Heleno,Juliana e Patrícia

O trabalho está, de fato, muito bom. O texto é bastante elucidativo e também interessante, pois traz a teoria para a realidade através das impressões do grupo.
A análise dos livros é bem objetiva, oferecendo uma perspectiva bastante clara sobre a proposta de cada livro.
Faço uma pequena ressalva apenas na lista de frases para a comunicação, considerando que deveriam ser afixadas em cartazes. Claro que todas elas são necessárias, mas quando trabalha-se com cartazes para essa finalidade, há que se ter cuidado para o excesso de informação e restringir ao que é mais essencial. Pensem na frase "Write an essay, an article, a letter". É realmente necessário trabalhá-la por meio de cartazes?
Desculpem-me se me permito o comentário, mas o faço a partir de experiências que tive no meio escolar, principalmente nas primeiras séries do ensino fundamental.

Abraços, Cláudia.


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[> [> Re: Tarefa 9 - Grupo 2 - Inglês -- José Euríalo, 06:37:31 06/03/04 Thu [1]

Cláudia:

Não sei o que escreverão os(as) componentes do grupo a propósito de sua observação (pertinente), mas creio que eles(elas), assim como os membros de meu grupo, listaram as frases sem selecionar as melhores ou mais usuais, posto que o enunciado da tarefa não pedia essa seleção.

Eu também fiz uma observação semelhante à sua para um dos textos postados para a tarefa 9, mencionando a questão da poluição visual que um grande número de cartazes implicaria.
Concordo com você (e gostei muito de suas observações) mas entendo o trabalho do grupo. Penso que uma seleção dessas frases deve ser feita de acordo com o curso, seu público-alvo, seus objetivos, o ambiente escolar, etc.

José Euríalo.


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