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Date Posted: 11:43:34 11/21/04 Sun
Author: Flávia Azeredo
Subject: Semana 14

Resumo Semana14

Self-access
Sheerin,Susan (1989)


O primeiro capítulo (páginas 12-33) é dedicado a orientação àqueles que desejam implementar as condições de ensino instalando um centro de auto-acesso, mas não têm muitos recursos ou espaço físico específico.

Para o sucesso da implementação do centro de auto-acesso a autora começa a partir do espaço físico, que de acordo com esta pode ser um lugar dentro da biblioteca da escola ou uma outra sala qualquer que não esteja sendo utilizada. O segundo passo é a seleção do material didático. A sugestão da autora é que estes sejam agrupados de acordo com a habilidade (reading, listening, writing e speaking) e acrescenta gramática, vocabulário e “social English”, também é salientada a questão de ter material disponível para a auto-avaliação. O Terceiro passo são os equipamentos, segundo Sheerin um centro de auto-acesso pode ser montado sem nenhum recurso tecnológico, mas caso a escola já os tenha são de grande valia. A autora destaca como relevantes, rádio gravadores, computadores, vídeo-cassette e televisão. O quinto e último passo é dedicado ao arranjo do ambiente. Neste aspecto destaco a questão da distribuição do barulho e a questão ergonômica da circulação de pessoas (p. 16-17). Aspectos que geralmente deixamos por último devido à preocupação com a estética. Com relação a questão organizacional a autora alerta para a necessidades especificas dos aprendizes, por exemplo, a necessidade de materiais preparatório para exames de proficiência, bem como os de área especifica como engenharia, medicina, hotelaria e outros.

Na segunda parte do capítulo, caso não haja mesmo espaço físico disponível, a autora mostra que é possível montar um (mini) centro de auto-acesso na própria sala de aula. A sugestão é montar pequenos centros na sala de aula, dedicados a atividades específicas. Idéia que já tinha tido para meu trabalho final, bem antes de ler o texto de Sheerin. A autora propõe que este mini centro pode ser semipermanente ou móvel (caixa de material de auto-acesso). De forma geral a autora ilustra como produzir e montar o material necessário para ser utilizado na sala de aula. Em síntese deve-se ter cuidado com o nível de dificuldade, a clareza na explicação da tarefa já que estes são utilizados sem a ajuda do professor, um design interessante/atrativo, ter um foco específico e uma foram de feedback.

Atividade

Examinei todas as atividades, mas, vou dar destaque as atividades de “speaking” já que dentre os desejos dos aprendizes é o que eles mais almejam. De forma geral todas as atividades podem ser realizadas em uma escola com poucos recursos já que o único requisito tecnológico sugerido pela autora é o rádio gravador e um headphone.

As duas primeiras atividades (4.17 / 4.18) página 120-122 são muito interessantes por trabalharem a questão articulatória e a distinção dos segmentos. Acho que até utilizaria um espelho nessa atividade, como a autora mesmo sugere. É muito importante desenvolver esse aspecto em aprendizes iniciantes (avançadas tbém precisam). O “lgg group” destacado da atividade 4.18 vale tbém para brasileiros. É de extrema valia esta questão, como destacado no “commnets to the teacher” no. 3, se fosse possível salientar para o aprendiz a questão segmental de acordo com a suposta dificuldade imposta pela L1 estes não perderiam tempo trabalhando sons que supostamente são fáceis para aquele público específico (ficou claro?). E tbém não esquecer de salientar como estes aparecem na L1. Um ponto que deixa a desejar nas atividades de nível segmental e apresentar estes sons tbém em contexto. Seria relevante colocar estes segmentos em frases ou diálogos.

Na página 134-135 (4.23) a autora coloca umas questões como conscientização, a meu ver muito relevantes. Penso que poderiam ser colocadas com uma linguagem mais simples para os iniciantes tbém, acredito que esse público precisa de maior estimulo e conscientização de que podem trabalhar sozinhos.
Saliento que a autora apresentou apenas 2 atividades para nível iniciante. No entanto todas as atividades apresentadas, que trabalham “acentuação” (4.19/4.20/4.21/4.22) podem ser adaptadas para iniciantes. As bolinhas já são conhecidas e funcionam muito bem, achei interessante (ti – TUM – ti) para marcar acentuação.

Flávia

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