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Date Posted: 11:36:07 11/01/04 Mon
Author: Marisa M Carneiro
Subject: Semana 11

LITTLE, D. et ali (Ed.) Towards greater learner autonomy in the foreign language classroom. Dublin: Authentik, 2002. Capítulo 1. Exploring the practice and theory of learner autonomy. P. 4-23

O texto inicia-se pelo relato de uma pesquisadora/ professora ( Leni Dam) sobre um projeto de ensino da língua Inglesa onde o conceito de autonomia do aprendiz é aplicado. Na sua abordagem de ensino não haviam livros; as atividades eram escolhidas pelos aprendizes. Essa abordagem envolve três princípios interdependentes: os aprendizes são responsáveis pelo seu aprendizado; desenvolvem sua capacidade de reflexão associada às habilidades de planejar, monitorar e avaliar e por último, o desenvolvem a proficiência através do uso da língua alvo.

Para explicar o paradoxo existente na idéia de que a autonomia do aprendiz, que implica na ausência de controle pelo outro é o produto resultante de interdependência, o autor discute o papel da interação no aprendizado, baseando-se na visão socio-interacionista. De fato, na abordagem de Dam, a autonomia do aprendiz é o produto de processos interativos com ênfase na interdependência e não na independência. Dentro dos três princípios presentes na abordagem de ensino de Dam, a interdependência domina. Em relação ao princípio de emancipação do professor, parte do controle é dado ao aprendiz. É ele quem decide quais serão os materiais , objetivos e atividades a serem adotadas. Dessa maneira, a responsabilidade pela aprendizagem passa a ser exercida pelo aprendiz. Já o princípio da reflexão está relacionado ao princípio da emancipação do aprendiz. A reflexão na sala de ensino de língua autônoma se inicia por meio de uma atividade desenvolvida em colaboração com o professor, onde ele e os alunos buscam compreender o processo no qual estão engajados. Isso implica em um processo contínuo que deve fazer parte da sala de aula. Finalmente, o princípio do uso apropriado da língua alvo relaciona o uso da língua para comunicação e o nível de proficiência atingido pelo aprendiz. Isso significa que o aprendiz desenvolve sua proficiência em uma língua através do uso que dela faz.


SINCLAIR, B. Materials design for the promotion of learner autonomy: how explicit is "explicity. In: In: PEMBERTON et al. Taking control: autonomy in language learning. Hong Kong: Hong Kong University Press, 1996.p. 149-165

O presente capítulo discute o papel das atividades presentes em materiais publicados para o desenvolvimento da autonomia do aprendiz. Um aprendiz pode apresentar diferentes gruas de autonomia que variam de acordo com o tipo de tarefa, nível de competência, motivação, dentre outros. A visão de Holec (1981) de que a capacidade e o desejo de ser autônomo não é inata e aprender a aprender torna-se uma necessidade. É necessário que aprenda estratégias para que o seu processo de aprendizagem seja mais efetivo. Nesse aspecto, os materiais que abordam a promoção da autonomia de maneira adequada têm papel importante em auxiliar professor e aprendiz a desenvolver comportamento autônomo.

Os materiais promovem a autonomia através de atividades de treinamento do aprendiz. Até que ponto essas atividades de treinamento devem ser explícitas é um critério de avaliação de tais atividades. Para que a tarefa seja bem sucedida, o aprendiz deve saber que aquela é uma tarefa de treinamento, o seu objetivo e importância, o que a tarefa demanda do aprendiz, como deve ser realizada, se é um novo tipo de tarefa e a língua a ser empregada. O que uma recente pesquisa demonstrou é que raramente os autores incluem os aspectos da tarefa relacionados acima em atividades de treinamento em livros didáticos.

Duffy et al (1986) citado por Wendy (1991) relaciona a explicitação acerca da estratégia e em que contexto deve ser aplicada à uma maior consciência do que está sendo aprendido. Exemplos de tarefas com alto grau de explicitação são discutidas, sugerindo que essas tarefas têm papel importante na promoção da autonomia do aprendiz. As implicações para o centro de auto-acesso também são discutidas. O centro de auto-acesso oferece aos alunos oportunidades para aprendizagem auto-direcionada. Entretanto, é necessário que os aprendizes recebam instrução prévia para que façam melhor uso do centro. Uma das maneiras mais comuns de oferecer treinamento de maneira explícita é através de sessões na sala de aula. Uma outra maneira seria oferecer o treinamento através somente do material em um centro de auto-acesso. O material deveria apresentar as estratégias de forma explícita, já que não haveria um professor para estimular a reflexão.

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