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Date Posted: 18:47:02 11/01/04 Mon
Author: Daniela Lucca
Subject: Resumo #11

LITTLE,D. et ali(Ed.). "Towards greater learner autonomy in the foreign classroom". Dublin:Authentik,2002.Capítulo 1. "Exploring the practice and theory of learner autonomy".p.4-23. Little(2002) faz um histórico da abordagem comunicativa na década de 70 na Irlanda. Relata a experiência da professora Leni Dam que queria driblar a falta de interesse dos alunos an aprendizagem de inglês bem como a atitude de desgostae de sala de aula típico nos adolescentes.Ela propôs aos alunos que planejassem as próprias atividades e registrassem em um "logbook" dividindo a responsabilidade pela aprendizagem, de maneira a fazer a língua inglesa parte da identidade de seus alunos (apud Little). ”Learner empowerment" é apresentado como a conscientização e a responsabilidade pela própria aprendizagem, destacando a motivação e o interesse.
É citado o conhecimento de sala de aula versus conhecimento de produção / ação; e a reflexão sobre a aprendizagem ao planejar, gerenciar e avaliar sua aprendizagem com resultados melhores se realizado como uma atividade colaborativa em sala de aula; e o uso da língua-alvo pois não se pode dsesenvolver algo que não se pratica espontâneamente. Para tanto, é necessário que o professor use a língua alvo de maneira que os alunos entendam; que os alunos também usem a língua nas interações bem como para escrever. A comunicação e participação, tida como visão sócio-interativa da aprendizagem também é destacada; e pensamento e linguagem estão conectadas às funções cognitivas do falante (Vygotsky apud Little).
SINCLAIR,B. "Materials design for the promotion of learner autonomy: how explicit is explicity". In: PEMBERTON et al. "Taking control: autonomy in language learning". Hong Kong: Hong Kong University Press, 1996. p.149-165. Sinclair considera materiais publicados e "self-acess" como forma de promover a aprendizagem autônoma,em que o propósito e as estratégias são colocados como uma necessidade explícita a aprendizagem (p.149). Ademais, a formação do professor é crucial para o sucesso e promoção dessa aprendizagem (ibid., p.151).
Sinclair (1996) discute o material didático e para centro de auto-acesso para ensino de língua do ponto de vista da autonomia levantando: a) o potencial do material em promover a autonomia; b) a clareza dos mesmos para o ensino da língua; c) como essa clareza influenciaria no desenho de materias para centros de auto-acesso. A autora (apud Wenden: 1991) destaca a formação do professor em relação ao treinamento do aprendiz para desenvolver autonomia, destacando: (1) tarefas cruciais para o curso; (2) tarefas com propósitos definidos; (3) o que é requerido do aluno; (4) como fazer a tarefa; (5) analisar se a tarefa é nova ou não; e (6) a língua utilizada ao se referir à tarefa. Os aspectos educacionais e culturais nos materiais também s/ão abordados, de maneira a tornar os assuntos relevantes para os aprendizes.
Para que haja um envolvimento da parte dos aprendizes, se faz necessário que os mesmos possam traçar livremente seus próprios percursos rumo à autonomia an aprendizagem. Dois materiais são destacados: aqueles dirigidos, que incluem tarefas de treinamento de aprendizagem, com exercícios práticos de linguagem e habilidades e os não dirigidos, composto de materiais autênticos de textos escritos e gravados. Ao final, Holec (apud Sinclair) é citado an sua posição de que o aprendiz não deveria ser forçado a ser autônomo, desenvolvendo a sua capacidade em ter mais responsabilidade pelo seu processo de aprendizagem.

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