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Date Posted: 11:12:36 11/02/04 Tue
Author: Micheline Marra de Lima
Subject: Resumo 12

Resumo 12

Dickinson, L.Self-instruction in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Capítulos 6,7 2 8. p. 106 a 154.

No capítulo seis, a autora Leslie Dickinson ressalta a importância dos recursos de auto-acesso, ou seja, os materiais devem estar disponíveis para o aprendiz de forma fácil e prática.Primeiramente, a autora aponta as funções dos recursos de auto-acesso que os alunos podem estar desenvolvendo: decidir o que vai ser feito, encontrar o material apropriado para atingir seus objetivos e usar o material. Brown (1980) cita, porém as necessidades que os alunos que trabalham individualmente apresentam em sua instituição: remedial, interesses específicos e prática em certas habilidades. Já McCafferty (ND:24) sintetiza estas funções em: acesso a materiais – atividades de listening, áudio, cópia, etc disponíveis em minutos; acesso a atividades – promover encontros entre os aprendizes e finalmente, acesso a ajudantes – contatar outros por telefone, marcar encontros. Resumindo, o centro de auto-acesso deve ser um ‘user friendly’, isto é, o aprendiz tem a pode ter acesso, informação, espaço para trabalho, disponibilidade e ambiente. Posteriormente, a autora descreve a organização física e o layout do centro de auto-acesso. Alguns os materiais requeridos são: vídeo, impressora, som, jogos, fitas cassetes, televisões, monitor, fones de ouvido, etc. Recursos descritos: atividades de role plays e discussão, consultas aos professores, área reservada aos professores, laboratórios, etc. Depois de apontar todos os materiais e recursos necessários para o funcionamento de um centro de auto-acesso, a autora ensina como classificá-los no espaço físico e como catalogá-los de forma organizada através de um indexo. São colocados exemplos práticos, fichas, rótulos e dicas para a disposição dos materiais. Toda a informação deve ser implementada no computador também, o que traz inúmeras vantagens e facilidade para o acesso rápido. Entretanto, a autora aponta duas desvantagens da informação informatizada: o aprendiz tem que aprender algumas operações de informática um pouco mais complicadas. Além disso, somente uma pessoa pode usar o computador de cada vez. Para resolver esta problemática, a listagem é impressa. Assim, as vantagens passam a se sobressair em relação às duas desvantagens. Outro ponto importante do auto-acesso é verificar se todos realmente sabem operar um computador, sabem procurar por algo em uma biblioteca, se tem iniciativa para decidir o que deve ser feito para conseguir seu objetivo. Para facilitar, é necessário haver uma padronização geral na biblioteca e no centro, em geral. A autora cita, então, procedimentos práticos bem flexíveis e convenientes que devem ser adotados para o bom funcionamento e operação do sistema. Porém, o sucesso do centro de recursos de auto-acesso depende também da conservação dos materiais por parte dos usuários, se há materiais em quantidade suficiente e coletar feedback dos usuários.
No capítulo sete, a autora focaliza na preparação do centro de auto-instrução, que deve ser feita tanto pelos professores, quanto pelos aprendizes. Holec e Riley fazem a distinção entre preparação psicológica – um processo gradual de descondicionamento do qual o aprendiz pode se libertar de muitos preconceitos e deduções sobre a aprendizagem de línguas, e preparação metodológica e prática. Esta preparação psicológica concerne primeiramente, em persuadir os aprendizes a experimentar a auto-instrução, posteriormente, facilitar uma mudança de atitude sobre aprendizagem de idiomas longe de falsas crenças, e finalmente, ajudar os aprendizes a construir sua auto-confiança em suas habilidades de trabalhar independentemente do professor. Porém a preparação psicológica deve ser simultânea em relação à preparação metodológica. Para o aprendiz, é o processo onde ele vai adquirir os procedimentos, técnicas e processos para combinar suas habilidades com conhecimento. Tough (1979) ressalta as características principais de um ‘helper’: amável, importa-se com o aprendiz, aceita seus problemas, leva-o a sério, encorajador, dá apoio, amigo, e vê o aprendiz no mesmo nível que o seu. Um segundo grupo de características enfocam a percepção que o ‘helper’ tem da capacidade do aprendiz de planejar e desenvolver sua própria aprendizagem. As habilidades e conhecimento apontados como essenciais para um aprendiz, segundo Carver (1982), McCafferty (ND:22) e Tough (1979) são: a língua mãe dos aprendizes, a língua alvo, análise linguística e das necessidades e, objetivos, materiais, preparação de materiais, procedimentos de avaliação, estratégias de aprendizagem, administração e habilidade para biblioteca. Disponibilidade de tempo é algo importante para os aprendizes de auto-instrução, porém isto não determina o sucesso ou insucesso da aprendizagem. A preparação metodológica deve incluir: estratégia de planejamento, estratégia de aprendizagem acadêmica explícita, estratégia de aprendizagem social e estratégia efetiva, de forma emocional e motivacional. Auto-instrução poderia ser adotada nas escolas, se fossem adicionadas algumas inovações ao programa, apesar de que haveria bastante rejeição, inicialmente.
No capítulo oito, a autora faz uma relação entre o nível de um aprendiz para conseguir um certificado ou exame e a auto-avaliação, a partir de uma pergunta feita por um participante em um seminário. A formalidade tem sua importância para o descobrimento do erro, mas o aprendiz tem uma noção muito boa a respeito do nível de suas habilidades comunicativas. A habilidade de avaliar a efetividade da performance de um aprendiz na aprendizagem de uma língua estrangeira é uma habilidade importante, principalmente quando o aprendiz se torna autônomo. A autora demonstra quatorze exemplos distintos de situações de auto-avaliação, apontando suas limitações, características, análises e possibilidades. Ter os testes construídos pelos próprios aprendizes é uma técnica que surte muito efeito, pois há o auto-monitoramento, mas tem suas limitações quando concerne exames, certificações, etc. A autora conclui seu texto admitindo a complexidade do tópico ‘self-instruction’,as discussões que são geradas e perguntas que ainda devem ser discutidas pelos professores e aprendizes.

Micheline

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