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Date Posted: 20:34:30 11/05/04 Fri
Author: Marcus Araújo
Subject: Semana 12

DICKINSON,L. "Self-instruction in language learning". Cambridge: Cambridge University Press,1991. Capítulos 6,7 e 8. p.106-154.

O texto da semana é composto de três partes:"self-access resources", "preparing for self-instruction" e "self-assessment".
Na primeira parte, Dickinson (1991) enfoca para os materiais que podem ser acessíveis aos aprendizes (p.106) como ponto principal.
Ele aponta três aspectos que o aprendiz pode realizar sem ajuda de um orientador (p.106):(a) decidir o que fazer; (b) achar o material apropriado para alcançar os objetivos; e (c) usar o material. Alguns estudiosos enfatizam a importância dos centros de auto-acesso serem "user friendly" (p.107). E apontam alguns itens relevantes para tornarem a aprendizagem fácil para que os aprendizes façam tudo que precisem (p.107): (a) acesso; (b) informação; (c) espaço de trabalho; (d) disponibilidade; e (e) ambiente.
Dickinson salienta para a organização física do centro de recurso que concentra atividades de aprendizagem de língua em diversas áreas (p.108), como, por exemplo, habilidades orais, "listening", leitura, interação comunicativa, etc. Além de mencionar maneiras que materiais estão organizados no centro (p.110) - através da posição física (prateleiras, gavetas) ou catalogados. Dickinson também apresenta as vantagens e desvantagens em catalogar os itens do centro usando o computador (p.114-115).
Há uma advertência em fornecer oportunidade e ajudar os aprendizes a aprender a usar o sistema de recurso de auto-acesso (p.115), além de apontar a sofisticação dos aprendizes para o sucesso de aprendizagem nesses centros (ibid.) e uma preparação adequada (p.120).
A segunda parte inicia com a distinção entre preparação psicológica e preparação prática ou metodológica (Holec e Riley apud Dickinson,1991:121).
Tough (apud Dickinson,1991:1220 apresenta o termo "ajudante" em preferência a professor, além de mencionar o "ajudante" ideal que requer conhecimento e habilidades (ver. p.123-124).
Dickinson (1991:125) distingue os aprendizes que têm um tempo mínimo e aqueles que tem uma preparação ampliada (p.125). E todo aprendiz de língua precisa sentir que sua aprendizagem é significativa para obter sucesso (ibid.). É necessário salientar que o conteúdo pode variar as necessidades e interesses do indivíduo (Dickinson,p.126).
Nisbet e Shucksmith (apud Dickinson,126-127) apresentam três níveis para uma preparação metodológica: (a) abordagem a aprendizagem - interessado com educação geral e aprendizagem; (b) planos de aprendizagem - relacionados a aprendizagem de língua; e (c) habilidades de aprendizagem - relacionados com técnicas de aprendizagem atual que precisam ser aprendidas por aqueles que entram em um modo de aprendizagem "self-instructional".
Dickinson reforça que falantes de sucesso estão dispostos a falar e a cometerem erros na aprendizagem de LE (p.129); a desenvolverem técnicas de sucesso para prática e memorização, além de gerenciar suas próprias atuações (ibid, p.131).
A auto-intrução pode ser promovida em escolas ao apontar inovações específicas nos programas de língua e nas atividades de sala de aula (Dickinson,1991:132).
A terceira parte relata experiências de aprendizes que definiram objetivos para suas aprendizagems e desenvolveram autonomia para alcançar tal propósito (Dickinson:137-149).
Dickinson (p.136) reforça que um dos objetivos dos cursos de língua seria ensinar os aprendizes a continuar a aprendizagem independetemente. E isto inclui responsabilidade em está envolvido e tomar decisões; além de necessitar da habilidade de auto-avaliação (ibid.).
O autor finaliza essa parte confirmando que auto-avaliação é desejável porque é essencial ao aprendiz para autonomia, além de fazer algum tipo de julgamento sobre acuidade e apropriacidade de sua atuação (p.151).
Auto-avaliação enfatiza a aprendizagem e o processo, em vez dos resultados - o produto (ibid.)

Marcus Araújo

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