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Date Posted: 06:08:04 11/07/04 Sun
Author: Regina Gama
Subject: Resumo semana 12

Dickinson, L. "Self instruction in language learning". Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Cap. 6, 7, 8. p. 106 a 154.

No cap. 6, Dickinson propõe uma forma onde os materiais necessários para um estudo autônomo estejam accessíveis para os aprendizes através de um centro de recursos, observando todo o aparato necessário, e incluindo o aprendiz nesse processo.
O autor começa explicando as funções de um centro de recursos, onde o aprendiz pode trabalhar sem precisar de um professor, ou mesmo como apoio de estudos usado em momentos específicos: como ajuda, interesses específicos ou a prática de uma habilidade em particular; ou mesmo como um lugar para se ter acesso a materiais, atividade ou procurar ajuda.
É importante que esses centros sejam de fácil utilização. Para isso, o autor lista os equipamentos necessários para se montar alguns tipos de centros de acordo com o objetivo. Podem ser centros multimeios onde quaisquer habilidades podem ser trabalhadas, ou centros bem específicos para algumas ou mesmo apenas uma habilidade.
Em seguida o autor chama a atenção para a importância da organização espacial, pois isso pode facilitar ou não o acesso do aprendiz. Então ele entra em detalhes dando exemplos de centros já em funcionamento.
Dickinson fala sobre a participação dos aprendizes e cita Cousin (1985) que diz que é muito importante para o sucesso de um centro como esse que os alunos tenham conhecimento prévio sobre esse tipo de lugar, autodisciplina e hábitos de estudo. Esse perfil é de aluno que já teve algum tipo de educação formal, e ainda assim ele deve ser informado sobre como o centro funciona.
O autor dá detalhes de como o centro deve ser mantido e como fazer os alunos conhecerem o local e participarem das atividades, podendo aproveitar assim o máximo. Ele também dá sugestões de como operar o centro assim como uma forma de avaliar se todo o sistema está funcionado de forma satisfatória.
No cap. 7, o autor propõe formas de preparar tanto alunos quanto professores para esse tipo de trabalho. Ele pontua que existe a preparação psicológica, a qual pode ser resumida como um processo de descondicionamento de idéias e preconceitos que alunos e professores tem consigo, fazendo que eles construam depois uma autoconfiança para o trabalho, e a preparação prática ou metodológica, que consiste em mostrar para os alunos e professores que o trabalho é viável.
O autor coloca a importância do professor como alguém que ajuda o aluno (helper) e lista características desse tipo de professor chamando a atenção para o fato de que talvez não se encontrem todas essas características em todos os professores mas é desejável que tenham todas na equipe e o máximo em cada professor podendo-se também prepará-los.
Essa preparação para a autoaprendizagem também se faz necessária com os alunos, principalmente os adultos com pouco tempo para o aprendizado. O autor fala sobre técnicas para a preparação psicológica e metodológica que é dividida em 3 níveis e dá detalhes. No texto, Dickinson mostra vários exercícios para trabalhar vocabulário, por exemplo. Ele diz que bons alunos criam oportunidades para praticar a língua.
No cap. 8, Dickinson discute a validade da auto avaliação. É muito interessante observar que existe uma avaliação que o aprendiz sempre faz consigo mesmo, mas isso não descarta a validade e utilidade de uma avaliação reconhecida feita por uma entidade de ensino.
Para a autoavaliação, o autor dá 3 razões e discute cada uma, assim como esclarece sobre a dimensão dessa avaliação, citando vários exemplos. Ele também apresenta formas de avaliação, feita pelo próprio aprendiz ou utilizando alguma já pronta. Sobre a credibilidade, o autor diz que o aprendiz é capaz de ser honesto consigo mesmo já que é de sua vontade esse trabalho.
Dickinson conclui que o trabalho deve ser gradual, quando possível, e muitas questões foram respondidas mas muitas outras ainda vão ser respondidas com o tempo.

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