VoyForums
[ Show ]
Support VoyForums
[ Shrink ]
VoyForums Announcement: Programming and providing support for this service has been a labor of love since 1997. We are one of the few services online who values our users' privacy, and have never sold your information. We have even fought hard to defend your privacy in legal cases; however, we've done it with almost no financial support -- paying out of pocket to continue providing the service. Due to the issues imposed on us by advertisers, we also stopped hosting most ads on the forums many years ago. We hope you appreciate our efforts.

Show your support by donating any amount. (Note: We are still technically a for-profit company, so your contribution is not tax-deductible.) PayPal Acct: Feedback:

Donate to VoyForums (PayPal):

Login ] [ Contact Forum Admin ] [ Main index ] [ Post a new message ] [ Search | Check update time | Archives: 1[2]34 ]


[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

Date Posted: 09:24:29 11/07/04 Sun
Author: Ana Laura dos Santos Marques
Subject: Resumo 12

Resumo 12

Dickinson, L. Self-instruction in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Capítulos 6,7, 8. p. 106 a 154.

Os capítulos Self-access resouce(6), Preparing for self-instruction (7) e Self-assessment (8) de Self-instruction in language learning (Dickinson, 1991) reforçam alguns dos pré-requisitos para o desenvolvimento de cursos baseados na auto-instrução.

O capítulo 6, Self-access resouce, faz referência à prática de implementação de centros de recursos de auto-acesso, os materiais necessários e a importância de sua organização física. Dickinson (1991) aponta algumas funções que um centro possui para os estudantes (sempre com a visão de que são coisas que os estudantes podem fazer ao utilizarem, e não coisas que eles teriam a obrigação de fazer): a decisão do que fazer, encontrar o material adequado ao trabalho e aos objetivos propostos e o uso do material. É importante, ainda, o processo de conscientização sobre a utilização de recursos de auto-acesso, bem como seu funcionamento (pessoal, horários, recursos disponíveis, tais como gravadores, materiais didáticos, facilidade de cópias, consultas e interação com outros aprendizes). Além disso, é necessário que haja uma avaliação do uso que é feito dos recursos, o que pode ser conseguido por meio de questionários ou entrevistas com os usuários.

Em Preparing for self-instruction, capítulo 7, Dinckinson complementa as idéias do capítulo anterior, destacando a importância da preparação, tanto para o uso dos recursos disponíveis, quanto para o desenvolvimento da auto-instrução. Conforme o autor, há dois tipos de preparação: a psicológica e a prática ou metodológica, ambas necessárias aos professores e aos estudantes. Na parte reservada aos professores, há uma lista de características referentes ao papel dos bons “ajudantes” (professores) e referências à preparação metodológica ou prática. Na parte reservada aos estudantes, as técnicas de preparação psicológica incluem a identificação dos objetivos pessoais de aprendizagem de língua e o rompimento de crenças sobre a aprendizagem. Na preparação metodológica, há três níveis destacados que reúnem um conjunto de habilidades a serem desenvolvidas: abordagem à aprendizagem, planos de aprendizagem, habilidades de aprendizagem. Há algumas estratégias que podem ser ensinadas e algumas atitudes podem ser desenvolvidas ao longo do processo. Existem, então, dois movimentos no ensino de línguas para tentar preparar os estudantes: treinamento da consciência lingüística (metalinguagem) e o treinamento do estudante, válidos para todos os processos de aprendizagem de línguas, envolvendo treinamentos para vocabulário, escrita, audição, leitura e fala. Para Dinckinson, seria possível a auto-instrução promovida nos contextos escolares, introduzindo modificações nos programas e nas atividades, sem o comprometimento do tempo e das exigências a serem cumpridas.

No capítulo 8, Self-assessment, a auto-avaliação é problematizada. A tentação dos estudantes de agirem desonestamente e a crença de que são despreparados para se auto-avaliarem é quebrada ao longo da exposição e dos exemplos apresentados. As principais diferenças da auto-avaliação com relação aos outros tipos de testes dizem respeito à formalidade, à finalidade da avaliação e a quem requer a informação sobre o desempenho do estudante. As justificativas para a auto-avaliação estão nos objetivos educacionais e no treinamento dos aprendizes, sendo benéfica a ambos, é uma parte necessária à auto-instrução e pode aliviar a dificuldade de avaliar dos professores em turmas grandes. A auto-avaliação quando comparada aos testes convencionais passa por questionamentos quanto a sua validade, pois não se sabe o quanto há de sinceridade nas respostas dos estudantes. Porém, enquanto o sistema educacional se basear em notas, corre-se esse risco.

[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

[ Contact Forum Admin ]


Forum timezone: GMT-8
VF Version: 3.00b, ConfDB:
Before posting please read our privacy policy.
VoyForums(tm) is a Free Service from Voyager Info-Systems.
Copyright © 1998-2019 Voyager Info-Systems. All Rights Reserved.