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Date Posted: 11:29:09 11/07/04 Sun
Author: Fabiano Leite
Subject: Semana 12

Dickinson, L.Self-instruction in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Capítulos 6,7 e 8. p. 106 a 154.

No capítulo 6, Dickinson descreve as características principais de um centro de auto-acesso. Ele começa falando de suas funções, como permitir que o aprendiz decida o que fazer e que material usar. É importante, nesse caso, que esses recursos possam ser usados sem ajuda de um professor, apesar de que alguém pode estar disponível para ajuda. Quanto às características de um centro assim, fala-se de seu acesso, da informação disponível, do espaço para trabalho, da disponibilidade do material e do ambiente. O espaço físico deve ser organizado de acordo com os objetivos do centro. A organização do material é muito importante, e o material deve ser devidamente catalogado e organizado de forma a permitir que o aprendiz obtenha uma grande quantidade de informação de forma rápida e fácil. Os aprendizes também devem ter a oportunidade de aprender com alguém como se usa os materiais disponíveis. Para se avaliar o sucesso de um centro como esse, é necessário recolher observações escritas do usuário, para que se saiba suas sugestões e críticas. Enfim, um centro de auto-acesso não é necessário, mas pode ajudar muito no aprendizado e na autonomia do aprendiz.

O capítulo 7 trata da preparação para a auto-instrução. Tanto aluno como professor devem ter um treinamento psicológico e um prático ou metodológico. O treinamento psicológico consiste em fazer com que o aprendiz ou o professor acredite que a auto-instrução possa ser efetiva, através de um descondicionamento de idéias pré-concebidas. A melhor forma de fazer isso, no entanto, é a efetivação com sucesso da auto-instrução. Dessa forma, a preparação psicológica e a metodológica se complementam e não podem ser separadas. A metodológica consiste na preparação prática, em como fazer, o que fazer, o que decidir ou não, etc. É importante salientar que a auto-instrução não necessita de menos professores ou menos trabalho, mas sim de uma mudança de perspectiva em relação às funções do aluno e do professor. As características do professor e do aluno preparado para a auto-instrução são então salientadas, observando-se que esse aluno bem preparado pode servir como modelo na preparação do aprendiz.

No capítulo 8, as características, as razões e a viabilidade da auto-avaliação são consideradas. A avaliação é um importante objetivo educacional por si mesma, e treinar os aprendizes nessa atividade é vantajoso para eles. A auto-avaliação é uma parte necessária da auto-direção. Além disso, num programa auto-instrutivo com vários alunos, o trabalho de avaliação do professor é muito intenso, e pode ser aliviado se os alunos ajudarem nessa tarefa. De qualquer forma, uma vez que o aprendiz se desliga completamente do professor, na autonomia total, será necessário que ele se auto-avalie. Há, no entanto, vários aspectos da avaliação que podem ou não ser decididos ou feitos pelo aprendiz. O aprendiz pode simplesmente aplicar o teste a si mesmo, pode escolher que teste fazer, ou como e quando fazê-lo. Ou então ele pode até mesmo preparar a própria avaliação. Quanto à viabilidade da auto-avaliação, essa é mais apropriada para que o aluno veja o tanto que ele alcançou, e não para testes de proficiência ou outros cujo bom resultado possa trazer alguma vantagem para o aluno. Deve ser considerada a possibilidade de colar deliberadamente, assim como a possibilidade de haver uma tendência, mesmo inconsciente, do aluno de se auto-beneficiar. No entanto, pesquisas mostram que, em geral, há uma concordância entre os resultados de auto-avaliações e avaliações feitas pelo professor.

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