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Date Posted: 14:22:20 11/07/04 Sun
Author: Senhorinha Monica
Subject: Resumo 12

Dickinson, L.Self-instruction in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Capítulos 6,7 e 8. p. 106 a 154.

No capítulo seis, Leslie Dickson trata da questão dos recursos de auto-acesso, de como os materiais devem estar acessíveis ao aprendiz , revê as funções das dependências e examina aspectos da organização física dos recursos. Ela cita três funções que o aprendiz pode realizar num ambiente de auto-acesso: decidir o que fazer, encontrar o material apropriado para trabalhar os objetivos definidos, e o uso de material. Tudo isso pode ser feito sem, necessariamente, a ajuda de um tutor. Uma detalhada descrição de como os materiais devem ser organizados, classificados e catalogados é dada. Ela ressalta a importância de dar oportunidade e ajudar os aprendizes a aprender a usar os sistemas de recursos de auto-acesso. Ressalta que os sistemas de auto-acesso devem ser simples de usar tanto para os aprendizes quanto para os tutores e que o sucesso de um centro de recursos de auto-acesso muito dependerá de como ele atende as necessidades dos usuários, o quanto ‘user friendly’ ele é, se tem materiais apropriados em quantidades suficientes, dentre outras coisas.

No capítulo sete, Dickson discute os tipos possíveis de preparação para a auto-instrução e sugere algumas técnicas que podem ser usadas para prove-la. Ela cita uma distinção, feita por Holec e Riley, entre preparação psicológica e preparação prática ou metodológica. Segundo Holec (1980:27) a preparação psicológica é um processo gradual de descondicionamento através do qual o aprendiz pode se libertar de muitas suposições e preconceitos sobre aprendizagem de língua. A preparação psicológica está preocupada primeiro em persuadir os aprendizes a tentarem a auto-instrução, segundo em facilitar uma mudança de atitudes sobre a aprendizagem de línguas, e terceiro em ajudar os aprendizes a construir a autoconfiança na habilidade de trabalhar independentemente. Estes três componentes podem ser usados para os professores também.A preparação metodológica para o aprendiz é o processo de adquirir habilidades e técnicas que ele precisa para realizar a auto-instrução. Para o professor, ela envolve o reconhecimento das mudanças necessárias no seu papel para trabalhar num módulo auto-instrucional. Dickson cita Tough (1979:181) que denomina o professor como ‘ajudante’ e lista as características do professor (ajudante) ideal. A autora menciona como fator importante a considerar na discussão da preparação para a auto-instrução a quantidade de tempo disponível. A duração do treinamento deve ser limitada para adequar à disponibilidade de tempo e atender às exigências de grupos e indivíduos. Dickson cita as estratégias básicas do bom aprendiz segundo Stern: a- estratégias de planejamento ativas relacionadas com a questão da seleção de objetivos e a identificação dos estágios de aprendizagem; b- estratégia de aprendizagem acadêmica,que envolve aprendizagem de língua: análise, prática, memorização e monitoramento.; c- estratégia de aprendizagem social, preocupada com as tentativas do aprendiz de encontrar oportunidades para a prática autentica da língua; d- estratégia efetiva, preocupada com os problemas emocionais e motivacionais na aprendizagem de língua.

No capítulo oito Dickson analisa a questão da auto-avaliacao na auto-instrução. Ela dá três razoes porque usar a auto-avaliacao: a- é um importante objetivo educacional e é benéfico para a aprendizagem treinar os aprendizes para a auto-avaliacao; b- é parte necessária para a auto-instrução; c- é uma maneira de aliviar a carga do professor. São dados vários exemplos de auto-avaliacao mostrando o que a auto-avaliacao inclui,os limites e possibilidades na auto-avaliacao. A autora argumenta que a auto-avaliacao usada para o propósito formativo é possível e desejável, pois é essencial para o preparo do aprendiz para a autonomia para que ele seja capaz de fazer algum tipo de julgamento sobre a precisão e adequação de seu desempenho e porque a auto-avaliacao enfatiza o processo e não o resultado ou produto.

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