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Date Posted: 19:57:46 11/07/04 Sun
Author: Flávia Azeredo
Subject: Semana 12

Resumo Semana 12

Self-instruction in Language Learning
Dickinson, L. (1991)

Os capítulos 6, 7 e 8 de Dickinson (1991) versam, de uma forma geral, os aspectos necessários para a implementação e o sucesso de um centro de auto-acesso. O autor discute as necessidades físicas (espaço físico), técnicas, profissionais e administrativas.

O capítulo 6 “Self-access resources” mais especificamente discute a questões relativas ao espaço físico (um centro de auto-acesso deve ter uma área específica para cada atividade/recurso), material didático ( este deve conter instruções para que o aprendiz consigo utiliza-lo independentemente (work card)), sistema de computador (para que o aprendiz consigo localizar um dado material, fazer empréstimo, etc.), preparação profissional (profissionais precisam ser treinados para saberem como se portar num SAC, esperar que o aprendiz os procure, fornecer a informação na medida certa). Dickinson (1991) afirma que o ponto central dos recursos disponíveis em um SAC é que o aprendiz possa trabalhar numa variedade de tarefas sem a supervisão direta. Para dar exemplo de organização, administração e espaço físico o autor apresenta dois centro que estão funcionando com sucesso o de Nancy (CRAPEL) e o de Saffron Walden (Bell College).

Dando-se seqüência, o capítulo 7 “Preparing for Sel-instruction” é dedicado a preparação dos indivíduos (professores e alunos) para a utilização de um centro de auto-instrução. Dickinson afirma que é necessária uma preparação pedagógica, teórica e psicológica dos professores e alunos para o sucesso de um SAC. O autor argumenta que o professor pode se mostrar favorável a auto-instrução, mas não sabe ao certo como desempenhar seu papel neste ambiente. Em contra partida pode-se ter professores totalmente céticos quanto a eficácia da auto-instrução ficando a cargo do treinamento convence-los disto. Com relação ao aprendiz, o autor fala sobre o “deconditioning process” onde o aprendiz vai se libertando de suas pressuposições e pré-conceitos quanto ao aprendizado de línguas para entrar em um novo processo. Assim o autor afirma que primeiramente, existe a necessidade de conscientizar o aprendiz quanto ao processo de aprendizagem e quanto a sua responsabilidade para o sucesso no novo empreendimento e também, segundo Dickinson, precisa ser trabalhada a autoconfiança nos mesmos. Um ponto relevante destacado pelo autor no que envolve a preparação metodológica, é a distinção que este faz entre aprendizes com “muito tempo” e “pouco tempo” disponível para o aprendizado da L2. Dickinson afirma que cada um destes precisa de um tratamento diferenciado tanto metodológico, quanto psicológico. Neste capítulo também é salientado exemplos e características do “aprendiz de sucesso” para que estas possam ser desenvolvidas nos aprendizes.

Finalmente o capítulo 8 “Self-assessment” o autor discute a questão da auto-avaliação a partir de três questões (8.1). O autor afirma que é muito relevante ser desenvolvida a habilidade de auto-avaliação principalmente para um aprendiz autônomo. Nesta mesma seção o autor afirma que os cursos de línguas conseguem lidar com uma fração do ensino do L2 que estes deveriam igualmente ensinar os aprendizes a serem independentes. É levantada a hipótese do aprendiz ser leviano na sua auto-avaliação já que este está no comando do processo. Dickinson apresenta e avalia vários exemplos a este respeito e conclui que o auto-avaliação é essencial para a preparação do aprendiz autônomo, para que este possa fazer um julgamento pertinente quanto a seu desenvolvimento apontando seus méritos e deficiências.

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