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Date Posted: 12:47:40 11/08/04 Mon
Author: Rosalva de Freitas Oliveira
Subject: Resumo semana 12

Dickinson, L.Self-instruction in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Capítulos 6,7 e 8. P. 106 a 154.
No Capítulo 6 Dickinson (1991) trata da questão de como tornar materiais acessíveis aos aprendizes, começando com uma revisão das funções de um centro de auto-acesso a recursos. Para o aprendiz auto-acesso implica: (a) decidir o que fazer; (b) encontrar o material apropriado; (c) usar o material. Tudo isso sem supervisão direta. Para isso McCaffety (apud Dickinson 1991) ressalta a importância da facilidade do aprendiz em ter acesso ao que ele precisa nos centros de auto-acesso a recursos, incluindo: Acesso, informação. Espaço de trabalho, disponibilidade e ambiente. Com relação a organização de um centro de auto-acesso, para que ele possa disponibilizar materiais e facilidades abrangendo toda a gama de atividades de aprendizagem, é necessário contemplar: habilidades orais, de audição, visuais, leitura e escrita, interação comunicativa, consulta com tutores, catálogos, e uma área de trabalho e estoque de materiais restrita aos tutores. Todos estes materiais e facilidades devem estar organizados por um sistema de classificação(posição física) e catalogação(conteúdo) que seja útil e simples de ser acessado pelos aprendizes. A autora ilustra dois sistemas para dar exemplo de classificação de sistemas, o da Bell College em Saffrom Walden e o CRAPEL da University of Nancy na França. Dickinson (1991) lembra que existem três formas de catalogação: (1) catálogo por fichas, (2) índice co-ordenado, (3) micro-computador, sendo que este último, apesar de ser um recurso potente na catalogação, apresenta duas desvantagens: requer do usuário habilidade de realizar operações complicadas e somente uma pessoa pode usar o computador por vez. Outro ponto importante é dar oportunidade e ajudar os aprendizes a usar o sistema de auto-acesso a recursos. Um último ponto abordado é a avaliação do centro no que diz respeito a manutenção, se ele atende as necessidades dos aprendizes, se há material apropriado e em quantidade suficiente, se o acesso é realmente fácil, está avaliação deve ser feita sempre pelos usuários do centro de preferência através de avaliação escrita.
No Capílo 7 Dickinson (1991) discute os possíveis tipos de preparação tanto dos aprendizes como dos professores para se submeterem à auto-instrução. De acordo com Holec e Riley (apud Dickinson 1991) existe a preparação psicológica e a prática ou metodológica. Na preparação psicológica aprendizes passam por um processo de desenvolvimento da autoconfiança na sua habilidade de trabalhar independentemente do professor, desenvolver atitude de autodirecionamento. Isto se dá em três etapas: primeira, os aprendizes são persuadidos a tentar a auto-instrução, segunda uma mudança de atitude com relação à aprendizagem da língua deixando de fora falsos pressupostos e preconceitos. Terceira, os alunos recebem auxilio para desenvolver autoconfiança na sua habilidade de trabalhar independente do professor. A preparação metodológica para o aprendiz é o processo de aquisição das habilidades e técnicas que ele necessita para submeter-se a auto-instrução, conscientizando do processo de aprendizagem e técnicas que os aprendizes operam implicitamente e combinando este conhecimento com certas habilidades geralmente mais esperadas nos professores que nos aprendizes. Tough 1979 (apud Dickinson 1991) Fala do preparo do professor, que no caso dos centros é chamado de auxiliar devido ao seu papel de auxiliar o aluno, o auxiliar ideal e caloroso e amável. Ele aceita e se importa com o aprendiz e com seus problemas, ele deseja passar tempo ajudando, aprovando, apoiando, encorajando sempre com simpatia, considerando o aprendiz como um igual. O auxiliar ideal acredita na habilidade do aprendiz de planejar e desenvolver seu próprio aprendizado. A auto-instrução pode ser promovida nas escolas desde que sejam introduzidas inovações específicas no programa de línguas e nas atividades na sala de aula, a abordagem recomendada é usar as tarefas e atividades geralmente submetidas aos alunos, promovendo assim, através deles, a auto-instrução e autonomia.
No capítulo 8 Dickinson justifica a implementação do auto-avaliação por três razões: a classificação que leva a avaliação é um objetivo educacional importante e o treino dos aprendizes é benéfico à aprendizagem; a auto-avaliação é parte necessária da autodireção; num programa de auto-instrução envolvendo muitos estudantes, a demanda de avaliação feita pelos estudantes é muito pesada e a auto-avaliação é uma forma de aliviar a carga de avaliação sobre o professor. A habilidade de avaliar a efetividade da própria performance em uma língua estrangeira é uma habilidade importante na aprendizagem, e particularmente importante quando a aprendizagem se torna autônoma. A autora apresenta vários exemplos de auto-avaliação, fazendo um levantamento das limitações, características, análises e possíveis soluções. Na comparação feita entre a auto-avaliação e a prova convencional há indicações de pesquisas que os aprendizes conseguem fazer auto-avaliações precisas satisfatórias. A auto-avaliação é conveniente uma vez que ela é essencial para a preparação para a autonomia do aprendiz capacitando-o a fazer algum tipo de julgamento sobre a exatidão e propriedade da sua performance, e também porque a auto-avaliação enfatiza a aprendizagem e o processo em detrimento dos resultados e produto.

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