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Date Posted: 16:53:56 11/08/04 Mon
Author: Bianca
Subject: Semana 12

Dickinson, L.Self-instruction in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Capítulos 6,7 2 8. p. 106 a 154.

Objetivando promover o estudo autônomo a autora ressalta a importância de disponibilizar o material apropriado e de fácil acesso para o aprendiz . As fontes de auto acesso dizem o que o aprendiz pode fazer e não o que ele tem que fazer. Basicamente ca be ao aprendiz decidir o que fazer, encontrar o material apropriado para atingir o objetivo e usá-lo sem necessariamente contar com a presença do professor. A opção pelo auto acesso é vista por McCaffert (1982) e Harding-Esch (1982) como única alternativa ou escolha de aprendizagem uma vez que responde a necessidade remedial, de interesse específicos e práticas de habilidades específicas. Diante do material o aluno tem acesso a exercícios desenvolvidos para as habilidades específicas e também conta com um ajudante. O material deve ser o mais user friendly possível no que diz respeito ao acesso, informação, espaço de trabalho, disponibilidade e ambiente. A proposta de um centro requer áreas separadas para que toda a gama de aprendizado seja compreendida. As habilidades orais são desenvolvidas com vídeos, fitas cassetes, exercícios de vocabulário e livros com áudio; as de leitura e escrita com redação, anotações gramática e livros de referência. Todo material deve ser classificado e disponibilizado tendo um sistema de índice para sua localização. As fontes materiais devem ser disponibilizados porem os aprendizes passam por níveis e graus de preparação para que possam tirar o melhor proveito do que está sendo oferecido. É importante manter um registro da avaliação que os próprios aprendizes fazem do material e da facilidade e ou dificuldade de manipula-los.
Dickinson, no capítulo VII cita a distinção feita por Holec e Riley entre preparação psicológica e preparação prática/metodológica. Na preparação psicológica desenvolve-se a auto confiança do aprendiz em sua habilidade de trabalhar independente o que envolve persuadi-lo, facilitar a mudança de atitude e ajudá-lo na construção da auto estima. Os mesmos passos muitas vezes deve ser seguidos na preparação do professor. Na preparação metodológica o aprendiz adquire habilidade e técnicas de forma gradual.
O professor se prepara para assumir o papel de ajudante, confiante na habilidade do aprendiz em aprender e conhecedor da língua mãe, da língua alvo, capaz de analisar necessidades, estabelecer objetivos, fazer análise lingüística, ordenar e preparar material, procedimentos de avaliação, estratégia de aprendizado, assim como gerenciar e administrar o centro e os encontros.
Na preparação de aprendiz adultos a questão do tempo disponível rege o processo no qual existe um mínimo de disponibilidade diante de uma grande demanda. Ao preparar o aprendiz adulto é necessário fazê-lo saber dos seus sentimentos em relação à auto instrução e mostrar-lhe viabilidade do método.
A preparação metodológica ocorre em três níveis. Primeiro abordagem para o aprendizado, segundo planos e terceiro habilidades específicas.
O bom aprendiz lança mão de estratégias básicas nas quais ele tem um planejamento ativo, aprendizado acadêmico explícito, aprendizado social e uma estratégia afetiva. Algumas destas estratégias podem ser ensinadas diretamente, outras são desenvolvidas assim que o aprendiz amplia o conhecimento da língua o se espera é que o aprendiz adquira a o conhecimento da meta linguagem.
No capítulo VIII Dickinson, justifica a opção pela auto avaliação por três razões que são: 1- objetivo educacional; 2 - parte da auto direção; 3 – alívio para a difícil tarefa que o professor tem ao avaliar o aprendizado. Existe uma gama de formas de auto avaliação que são summative and formative (placement, achievement, diagnostic, continuos progress, testing e self-monitoring). A aplicabilidade da auto avaliação comparado com o sistema convencional levanta questões sobre sua acurácia e razoabilidade.

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