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Date Posted: 19:43:54 11/08/04 Mon
Author: Marcelo G. Barreiro
Subject: Resumo 12

Dickinson, L.Self-instruction in language learning. Cambridge: Cambridge University Press, 1991. Capítulos 6,7 2 8. p. 106 a 154.

O texto desta semana está dividido em três partes, que são elas: Self-access resources, preparing for self- instruction e self- assessment.

No capítulo seis – Self access resources a autora Leslie Dickinson explica as funções de um centro de auto acesso, sendo que neste o aluno ou aprendiz deveria ter a possibilidade de estudar sozinho sem a ajuda de um tutor ou de seu professor, pois é para isso que os recursos servem, para que o aluno com autonomia possa desenvolver seu conhecimento e seu aprendizado sozinho. Assim como estes centros ou são usados pelos alunos pois não tem outra opção (Harding-Esch), ou pois eles gostam (McCafferty) e também pois as escolas os oferecem como uma alternativa para escapar da rotina de uma sala de aula. Segundo Ray Mackay o aluno muitas vezes simplesmente procura por algum tipo de material, simplesmente olha, ou as vezes vai para o Self Access para bater papo, procurar uma ajuda específica ou seja o aluno vai para procurar por material, para procurar atividades ou por algum tipo de ajuda. Em seguida a autora explica e cita diversos exemplos muito interessantes de como organizar, catalogar e classificar os matérias em uma escola ou intituição para que seu uso seja eficaz e ajude o aprendiz ao invés de complicar sua vida o que muitas vezes ocorre sendo um transtorno. Enfatiza também a importância de ensinar os alunos a usarem tais sistemas de organização de um self-access centre. Enfatiza também que um dos fatores mais importantes é o de ter uma pessoa que realmente entenda o funcionamento de sistema e que tal deve ser o mais simples e eficaz possível e se possível que o ajudante seja o próprio professor, ou que pelo menos o primeiro contato seja o próprio para que os alunos se sintam mais a vontade e percebam o potencial que o self-access tem no seu auto aprendizado.

No capítulo sete – a autora ressalta que ambos os professores como os alunos necessitam de uma preparação psicológica e prática ou metodológica para que a auto instrução funcione.
A preparação psicológica pode ser vista como um processo de desenvolvimento e auto estima dos alunos no desenvolvimento sem a presença do professor e no desenvolvimento de atitudes diferentes quanto ao aprendizado de um idioma essencialmente o auto direcionamento. Tal preparação se preocupa com dois aspectos, primeiro o de persuadir o aluno a tentar a auto instrução e segundo a facilitar, ajudar na mudança de atitude a respeito do aprendizado do idioma sem nenhum tipo de preconceito e terceiro ajudar os aluno a criarem a auto estima na sua abilidade de trabalhar independentemente do professor. Tais componentes psicológicos servem também para o professor especialmente se a auto instrução foi adotada sem todos os professores terem concordado. Já o professor deve apresentar característica de uma ajudante - Helper (Tough 1979:181). O professor deve ser carinhoso e amável, tem respeito e se preocupa com o aluno e seus problemas e está sempre disposto a ajudar o aluno. O professor agindo assim se sente seguro e não se fica com medo de fazer perguntas e questionar o professor. O segundo grupo de características são relacionadas com o fato do professor perceber a capacidade do aluno planejar e se submeter ao seu próprio aprendizado. Já na preparação do aluno adulto o mais importante a se levar em consideração é o tempo, e além deste problema pode e vai existir o fator da ansiedade mas que pode ser evitado ou amenizado se no momento no qual estamos ensinando o aluno a se auto instruir usarmos o segundo idioma como meio de comunicação sendo assim um meio de diminuir sua ansiedade. A auto instrução pode também ser usada em sala de aula usando de atividades diversas como trabalhos em duplas, em grupos, assim como fazer com que os alunos saibam realmente o que esperar e o que atingir no final de cada aula, como se cada aluno fosse seu próprio vigia, a meu ver.

No capítulo oito a autora vai mais a fundo no aspecto de auto avaliação que é considerada como parte do aprendizado. Três razões são citadas para justificar a auto-avaliação: é um importante objetivo educacional, auto avaliação é uma parte necessária do auto direcionamento e por último a auto avaliação é uma maneira de aliviar a carga do professor.
Em seguida são dados vários exemplos de auto avaliação. A auto avaliação é desejável a partir do momento que é essencial para o aluno desenvolver sua autonomia em algum tipo de julgamento a respeito de sua precisão e adequação de sua performance e também porque a auto avaliação enfatiza o aprendizado, o processo, e não o resultado, o produto.

Marcelo G. Barreiro

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