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Date Posted: 04:04:25 11/15/04 Mon
Author: Mônica Soares de Araújo Guimarães
Subject: Resumo da semana 13

Resumo da semana 13- Autonomy and Complexity by Vera Menezes.

Inicialmente,em seu artigo Menezes faz uma retrospectiva em relação ao ensino de línguas e mostra como eram as aulas, os materiais utilizados e o papel do professor e do aprendiz. O método mais próximo de dar uma certa autonomia ao aprendiz era o que utilizava a abordagem comunicativa.
Em seguida foram apresentadas várias definições de autonomia (segundo Little, Holec, Dickinson, Crabe; Littlewood); foi também comentada a etimologia da palavra autonomia; Candy (apud Menezes) fala da ameaça que a educação formal pode representar para os aprendizes poderem fazer suas próprias escolhas e esta opinião é também de Young e Pennycook; Freire (apud Menezes) não define autonomia mas comenta que é a capacidade do aprendiz e a liberdade para construir e reconstruir o ensino do conhecimento (ele não descarta o papel do professor).
Littlewood (apud Menezes) além de definir autonomia diz que esta pode ser separada em: autonomia como comunicador; autonomia como aprendiz e como pessoa. Menezes acrescenta um outro tipo de autonomia que é autonomia como IT ( Informação tecnológica) usuário.
Benson (apud Menezs) menciona que existem três versões maiores de autonomia do aprendiz para a aprendizagem de língua que seriam: a técnica ( são aqueles aprendizes equipados com habilidades técnicas necessárias que os permite aprender a língua sem restrições de uma instituição formal ou professor); psicológica ( capacidade de ser responsável por sua própria aprendizagem) e política ( focaliza no controle sobre o conteúdo e processo da própria aprendizagem. Estas três versões estariam correlacionadas, segundo Benson, com o positivismo, construtivismo e teoria crítica.
Todos os conceitos de autonomia apresentados no artigo foram sintetizados em : capacidade inata; conjunto de habilidades que podem ser aprendidas; responsabilidade por sua própria aprendizagem; controle sobre o conteúdo e processo; auto-dereção e auto-gerenciamento; direito/liberdade de fazer suas próprias escolhas e construir seu próprio aprendizado. Nenhuma dessas definições preve as dificuldades encontradas para se tornar um aprendiz autonomo.
Kerka (apud Menezes) aponta a influência de fatores externos na autonomia do aprendiz, tais como, questões políticas e organização cultural. Vários outros autores (Benson, Sheerin, Breen e Mann, Nicolaides e Fernandes) apontam as dificuldades e complexidades em se tornar um aprendiz autonomo.
Em seguida, a autora do artigo, Menezes, apresenta sua definição do que seja autonomia, abrangendo e complementando aquelas definições apresentadas por outros autores sobre o assunto.
Menezes aponta a questão da autonomia como um sistema complexo, como também é complexa a educação e a aquisição de uma segunda língua.
Lorensen (apud Menezes) considera que é dificíl prever o que vai acontecer na classe todo dia. É difícil tam´bem saber qual é o melhor curso para uma determinada pessoa ou classe.
Larsen-Freeman (apud Menezes) apontam que existe uma semelhança entre a teoria do caos e a aquisição de uma segunda língua. Finch também utiliza a teoria do caos e acredita que esta está oferecendo uma nova descrição do ambiente de aprendizagem e mais justificativas para a promoção da autonomia na aprendizagem de línguas.
Foram apresentados relatos de aprendizes e como, de certa forma sua aprendizagem podia ser considerada autonoma.
A Autonomia é: dinâmica (pois muda com o tempo e de acordo com o feedback se adapta a novas situações);
não-linear( seu efeito não é necessariamente proporcional à causa);
caótica ( o sistema é aparentemente desordenado, embora exista uma ordem subjacente na aparente desordem);
condições iniciais (podem mudar drasticamente o comportamento de longo prazo do sistema).
Em seguida foi falado sobre o aprendiz e o que pode afetá-lo de forma positiva ou negativa ao tentar se tornar autonomo (personalidade, capacidade, habilidade, estratégias de aprendizagem, dentre vários outros aspectos). Foram feitos vários relatos mostrando atitudes de aprendizes, seu desejo de aprender a língua e o uso de estratégias metacognitivas.
Quanto ao professor, seu papel é considerado importante para promover a autonomia do aprendiz. Segundo Menezes, este deve ser qualificado e não-qualificado, autoritário, dar apoio, pesquisador, dentre outras características que ele deve apresentar. Neste momento também foram apresentados relatos a respeito de professores que ajudaram seus alunos a se tornarem mais independentes ou que impediam seus alunos de se expressarem em suas aulas.
No que se refere à informação várias fontes podem ajudar o aprendiz a desenvolver suas habilidades linguísticas, mas o meio mais comum são os meios de comunicação de massa, além do livro texto. Centros de auto-acesso são difíceis de serem encontrados.
O contexto pode ser dividido em político e institucional e ambos irão influenciar na aprendizagem autonoma. As políticas educacionais também foram consideradas como sendo importantes e principalmente hoje que a educação à distância também começa a ter um incentivo cada vez maior. As tecnologias também contribuem para aumentar a autonomia.
Menezes conclui seu artigo mostrando que a autonomia deve ser distribuída uma vez que todos participam da construção da mesma (aprendizes, professores, tecnologia, sistema político, social e economico).

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