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Date Posted: 15:34:13 10/11/04 Mon
Author: José Euríalo
Subject: Resumo 8

Resumo 8

No artigo “Crenças e atitudes que marcam o desenvolvimento de autonomia no aprendizado de língua estrangeira: atitudes and beliefs that mark the development of autonomy in foreign language learning” (2002), NICOLAIDES & FERNANDES, visando mostrar algumas das crenças e atitudes de aprendizes que resistem à autonomia e alguns posicionamentos tomados para tratá-las, apresentam, além de breve revisão bibliográfica sobre o conceito de autonomia e observações sobre o interesse que esse tema vem suscitando nos últimos anos, interessante (apesar de mal escrito) relato de experiência e reflexões de pesquisadoras sobre crenças de um universo de 24 estudantes de língua estrangeira, quais sejam: “necessidade de vinculação entre conteúdo programático e sala de aula; dificuldade em perceber a relevância da freqüência a um centro de aprendizagem autônoma e conseqüente desenvolvimento de sua competência lingüística; consciência da importância de um melhor aproveitamento de tempo e resistência em utilizar recursos tecnológicos” (p.77).

Em suas considerações finais, essas pesquisadoras salientam, entre outras coisas, a importância da autonomia para a educação em geral, a necessidade de se discutir objetivos e metas (respeitadas as peculiaridades culturais das comunidades-alvo do processo que visa à autonomia), a importância de um CAAL para propiciar um aprendizado mais significativo para os(as) aprendizes e a disposição para enfrentar obstáculos de ordens diversas, para que se implementem mais e mais projetos que visem à autonomia na Educação, pois entendem que “quando se reprime ou ignora a autonomia, o que ocorre é apenas a imposição da opinião dominante” (p.94).

Em “Learner Autonomy”, Thanasoulas (2000) revisa o conceito de autonomia para, de modo geral, explicitar um pouco das filosofias que propiciaram seu desenvolvimento, algumas de suas características e pré-requisitos. Segundo ele, contata-se que o termo autonomia é usado de cinco maneiras distintas: como situações de aprendizagem autônoma individual, habilidades (seu ensino e aprendizagem), capacidade inata e cerceamento institucional, responsabilidade do aprendiz no processo, e direito que o aprendiz tem de direcionar a sua aprendizagem. Por isso, recorre a teóricos que propagaram essas idéias e as de caracterização do que seria um aprendiz autônomo e às três filosofias que se vinculam ao desenvolvimento das pesquisas relativas ao termo, a saber: o positivismo, o construtivismo e a teoria crítica.

Ressaltando que o professor tem um papel crucial no desenvolvimento da autonomia na aprendizagem, esse pesquisador autor estabelece algumas das características dos aprendizes que merecem receber um cuidado maior por parte do professor: as estratégias de aprendizagem, as cognitivas e as metacognitivas, as atitudes do aprendiz e a motivação para a aprendizagem e sua auto-estima. Como forma de promover a autonomia no aprendizado, sugere, então, algumas coisas que o aprendiz pode fazer para que alcance seu objetivo: uso de “self-reports”, avaliação e auto-avaliação, diários, comunicação persuasiva como modo de alterar suas crenças e atitudes errôneas a respeito de aprendizagem, etc.

Concluindo seu texto, Thanasoulas reforça os papéis do professor e do aprendiz no desenvolvimento da autonomia e defende que o papel do curriculum também deve ser considerado como importante fator na aprendizagem, tanto quanto as críticas em relação às teorias e à prática de sala de aula.


Bibliografia

NICOLAIDES, C. & FERNANDES, V. Crenças e atitudes que marcam o desenvolvimento de autonomia no aprendizado de língua estrangeira: attitudes and beliefs that mark the development of autonomy in foreign language learning. “The ESPecialist”. São Paulo, v. 23, n.1 p.75-99. 2002.

THANASOULAS, D. Learner autonomy. “ELT Newsletter”. Article 32, Sept. 2000. http://www.eltnewsletter.com/back/September2000/art322000.htm (Accessed on October 11, 2004)

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