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Date Posted: 05:50:13 10/18/04 Mon
Author: Mônica Soares de Araújo Guimarães
Subject: Resumo da semana 9

Resumo da semana 9- Chapter 3: Literature Review: Autonomy, Affect, Task-Based Syllabi. by Finch

No seu capítulo três, Finch faz uma revisão sobre as teorias de aprendizagem autonoma. No seu tópico sobre autonomia, o autor mostra que as pesquisas sobre autonomia são recentes e que o foco da aprendizagem agora passa a ser no aprendiz. Fatores afetivos, sociais e psicológicos são considerados importantes na aprendizagem e tais fatores podem promover uma aprendizagem mais eficiente e eficaz. Finch menciona vários autores que pesquisaram o tema aprendizagem autonoma e auto-direcionada. Em seguida, ele cita Dickinson e sua opinião sobre aprendizagem autonoma. No tópico sobre autonomia da aprendizagem, Finch mostra quantos novos campos de estudo foram surgindo à partir da nova tendência humanista da aprendizagem ( análise do discurso, teoria dos atos de fala, dentre outros).Neste momento também começa uma preocupação com a autonomia no ensino de línguas estrangeiras. O autor mostra as tensões que existiam entre " a responsabilidade e liberdade das restrições entre autonomia para a aprendizagem e entre a visão da aprendizagem da linguagem de línguas como um meio e não um fim ( autonomia para a aprendizagem de língua) e como um fim em si própria (aprendizagem de língua para a autonomia).
Finch apresenta vários conceitos de autonomia, dentre eles o de Rogers, Pennycook, rivers, Dickinson, etc. Em seguida, ele apresenta os níveis de autonomia sugeridos por Littlewood (96) e Nunan e Dickinson apontam graus de autonomia, dependendo da personalidade e objetivos do aprendiz, a filosofia da instituição e contexto cultural.
Finch, em seguida, apresenta as justificativas para se utilizar a aprendizagem autonoma na aprendizagem de língua. Dickinson (apud Finch ) cita 5 justificativas para a autonomia na aprendizagem:
- razões práticas; -diferenças individuais entre os aprendizes;- propósitos educacionais; - motivação; - aprender como aprender línguas estrangeiras.
Já Cotteral reclassifica as justificativas acima em três, sendo elas: razões filosóficas, pedagógicas e práticas.
Benson e Voller (apud Finch) identificam três tendências na educação de línguas com implicações para defender a autonomia do aprendiz.
- individualização (cada aprendiz tem seu estilo de aprendizagem, capacidades e necessidades);
- foco no aprendiz;
- reconhecimento crescente da natureza política da aprendizagem de língua (ideologia e poder);
Algumas outras justificativas para se promover a autonomia são apresentadas por Finch.
O autor também faz uma revisão sobre várias definições apresentadas sobre autonomia (holec, young, Dickinson, Hunt, Gow e Barnes, Allwright, dentre outros).
Finch apresenta uma definição de aprendizagem autonoma aprentada por Holec e outros autores e em seguida mostra que Holec apresenta dois processos para promover a autonomia do aprendiz. Para Holec, o primeiro processo consiste em descondicionar o aprendiz ( não há um método ideal; o professor possue tal método; conhecimento da língua materna não tem utilidade na aprendizagem de uma segunda língua; experiência adquirida como aprendiz em qualquer assunto não pode ser transferido; o indivíduo é incapaz de fazer qualquer avaliação do desempenho). O seguindo processo consiste em adquirir o conhecimento e know-how necessário para assumir a responsabilidade pela aprendizagem.
Vários termos foram definidos e todos eles relacionados com a aprendizagem autonoma ( auto-instrução, aprendizagem a distãncia, instrução individualizada, aprendizagem flexivel, dentre outros). O importante é que ao final do capítulo, Finch mostra o que não respresenta a aprendizagem autonoma.
- autonomia não é auto-instrução/ aprendizagem sem professor; não significa que intervenção ou iniciativa por parte do professor é banida; não é algo que os professores fazem para os alunos; não é um único comportamento facilmente observável e não é um estado fixo que o aprendiz irá adquirir.

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