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Date Posted: 10:34:13 10/18/04 Mon
Author: Marisa M Carneiro
Subject: Semana 9

Opção 2
FINCH, A. Autonomy: Where Are We? Where Are We Going? Featured presentation at the JALT CUE Conference on Autonomy, May 13/14th 2001
Based in part on the author's unpublished Ph.D. thesis

O texto inicia a discussão sobre autonomia através de uma retrospectiva histórica. São salientadas as mudanças políticas, psicológicas, sociológicas e tecnológicas que ocorreram no transcorrer do século passado e sua correlação com o aprendizado autônomo. O autor aponta para ausência de consenso em relação à definição de autonomia e citas as 5 categorias nas quais o conceito se encaixa. Alguns autores fazem a distinção entre a aquisição da habilidade de ser autônomo e a sua aplicação no aprendizado. Dois processos podem ser descritos para o desenvolvimento da autonomia – o primeiro, se refere ao abandono de crenças e o segundo, que se refere à aquisição gradual de conhecimento para que o aprendiz assuma responsabilidade pelo seu aprendizado.
Várias definições de autonomia e os termos associados à ela, normalmente utilizados na teoria são descritos, tais como auto-instrução, centros de auto-acesso, auto- direção ,entre outros. Além disso, o que não pode ser relacionado à autonomia também é descrito.
O autor discute também as justificativas para a necessidade de se promover a autonomia na aprendizagem. Três tendências no ensino de línguas apresentam implicações para a autonomia do aprendiz: individualização ( associado à estilos de aprendizagem, capacidade e objetivos), aprendizagem centrada no aprendiz e natureza política do aprendizado de línguas.
Em relação à sala de aula, a metodologia aplicada deve focar na facilitação e promoção do processo de ensino autônomo e não no conteúdo. Ao professor cabe o papel de auxiliar e oferecer ao aprendiz ferramentas e oportunidades para que o aprendiz aceite responsabilidade pelo seu processo de aprendizagem.
Os livros textos de ensino de línguas, tendo como exemplo a língua Inglesa, não trazem atividades cujo objetivo seja a promoção da autonomia. Recentemente, pode ser percebido uma tendência dos livros em incorporar atividades que auxiliem o aprendiz a desenvolver autonomia.
O aprendiz necessita refletir e mudar suas crenças em relação à língua e ao seu próprio papel enquanto aprendiz para que consiga aprender de maneira mais independente. O autor ressalta ainda as questões culturais e suas implicações para a autonomia.
Na última parte do artigo, o autor relaciona a teoria da complexidade e a autonomia. A sala de aula é um ambiente complexo, com inúmeros fatores que afetam o aprendizado.

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