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Date Posted: 11:10:43 10/18/04 Mon
Author: Soraia Aley
Subject: Semana 9

Resumo 9
2ª opção
FINCH, A. Autonomy: Where Are We? Where Are We Going? Featured presentation at the JALT CUE Conference on Autonomy, May 13/14th 2001
Based in part on the author's unpublished Ph.D. thesis
http://www.finchpark.com/arts/autonomy/index.htm

Segundo o autor, autonomia tem sido considerada a palavra mais politicamente correta na prática e literatura do ensino de língua estrangeira. Este artigo dá um parecer moderno a autonomia no ensino de Língua Estrangeira. O autor enfatiza que é de responsabilidade de todo professor promover a autonomia e que o conteúdo a ser ensinado ou a matéria deve ficar para o segundo plano.
O conceito de autonomia individual tem sido desenvolvido desde o século XVIII. O crescimento do interesse na autonomia como um objetivo educacional ocorreu no século XX nas ciências sociais, psicologia, filosofia e ciência política. Pemberton (1996) diz que o reconhecimento que aprender a aprender é, agora , mais importante que o conhecimento e as oportunidades dadas por desenvolvimentos tecnológicos para expandir a provisão educacional ao mesmo tempo que cortar custos.
Na aprendizagem de segunda língua, a tendência humanística produziu uma série de investigações na década de 60 e 70, resultando várias disciplinas sócio-lingüísticas, tais como teoria da ação do discurso, analise do discurso, etnometodologia, etnolingüística e a etnografia da comunicação, linguagem na educação e sociologia da linguagem. A autonomia é freqüentemente caracterizada entre a responsabilidade e a liberdade; entre o individual e o social e entre a visão da aprendizagem da língua como meio para um fim (autonomia para aprendizagem da língua) e como um meio para ela mesma (aprendizagem da língua para autonomia).
O valor da autonomia na educação tem escondido o fato de que há pouco consenso com sua definição. Tais definições seguem 5 categorias: situação, grupo de habilidades, capacidade, responsabilidade do aprendiz e o direito do aprendiz.
Pemberton (1996) e Dickinson (1987) identificou vários diferentes termos na literatura da autonomia. Esch (1996a) explica o que a autonomia não significa.
Um número de justificativas para apoiar a autonomia na aprendizagem da língua tem sido proposto. Dickinson (1987) propõe 5 razões para a promoção da auto-instrução razões práticas, diferenças individuais entre os aprendizes, objetivos educacionais, motivação de aprender a aprender línguas estrangeiras. Cotterall (1995) reclassifica a autonomia sob as razões filosóficas, pedagógicas e práticas.
Benson e Voller (1997) identifica três tendências relacionadas a educação da linguagem com implicações para defender a autonomia da aprendizagem: individualização, centralização no aprendiz, um crescente reconhecimento da natureza política da aprendizagem da língua.
O autor comenta que todos aprendizes precisam aprender a ser independentes da professora, cujo papel é facilitar a aprendizagem. A metodologia do ensino deve facilitar e promover o processo de aprendizagem informal ao invés de tratar do conteúdo da aprendizagem. Nunan (1997) diz que vê a sala de aula como o melhor lugar para encorajar os aprendizes a desenvolver a autonomia e acrescenta que é um processo lento.

Soraia Aley

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