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Date Posted: 17:58:29 10/18/04 Mon
Author: Daniela Lucca
Subject: Resumo #9

FINCH, A. Autonomy: Where Are We? Where Are We Going? Featured presentation at the JALT CUE Conference on Autonomy, May 13/14th 2001 Based in part on the author's unpublished Ph.D. thesis. http://www.finchpark.com/arts/autonomy/index.htm
Finch (2001) discorre sobre um breve histórico da autonomia no ensino de línguas seguindo um contexto histórico, fala das estratégias dos aprendizes no aprendizado (Wenden & Rubin; Oxford; Chamot & Kupper apud Finch). Segundo Pemberton (apud Finch), aprender a aprender é mais importante que o aprendizado em si.
O crescimento do interesse pela Autonomia como objetivo educacional ao longo do século XX, passou pelas áreas sociais, de filosofia, política e alguns fatores que contribuíram para isso são (Gremmo apud Finch): (1) Movimento dos direitos das minorias; (2) Reação contra o behaviourismo em diversas áreas; (3) O surgimento da autonomia como ideal educacional an Europa; (4) Desenvolvimento da tecnologia e do serviço de auto-acesso; (5) Aumento das relações internacionais desde a 2ª Guerra Mundial; (6) Programas de aprendizagem diferentes; (7) Comercialização da linguagem e a demanda do consumidor; (8) Aumento da população escolar e universitária.
De acordo com Holec (1980) uma nova tendência de consciência social se instalou com o homem passando a ser um produtor da
sua sociedade ao invés de um produto. Esta nova tendência disseminou uma relação de pesquisas na área de aprendizagem de segunda língua nos anos 60 e 70 direcionando a mesma a uma abordagem comunicativa para o ensino e aprendizagem de língua.
A centralização no aprendiz que vemos hoje se originou do movimento de desescolarização da educação nos anos 70 liderado por Rogers (1969), Illich (1973) e Freire (1976) gerando uma variedade de abordagens centradas no aprendiz nas décadas subseqüentes, enfatizando a autonomia e independência an aprendizagem.
Finch apresenta termos usados como sinônimos na literatura sobre autonomia (Pemberton e Dickinson, apud ibid.): "self-instruction"; "distance learning"; "individualised instruction"; "flexible learning"; "self-acess learning"; e
Não há, ainda um consenso a respeito da definição de ‘autonomia’, mas a ela se atribui: situações, habilidades, capacidade, responsabilidade do aprendiz e direito. Holec apud Finch (1980) descreve dois aquisição da autonomia como habilidade apresentando o descondicionamento: não há um método ideal possuído pelo professor, o uso da língua-mãe não tem utilidade na aprendizagem da segunda língua, experiências obtidas em outras áreas são intransfiríveis e o aprendiz não é capaz de avaliar seu desempenho. O uso de material para desenvolver autonomia está começando a surgir no mercado (Nunan apud Finch). E promover aprendizagem autônoma requer uma mudança de crenças da parte de professor e aprendiz, além de uma conscientização para desenvolver "self-instruction" (Dickinson apud Finch). Para desenvolver essa self instruction o aprendiz deve estar capacitado a realizar escolhas sobre o que aprender e como aprender (Nunan apud Finch) .
Little (1995) e Dickinson (1987) apontam a dificuldade do aprendiz em aceitar a responsabilidade de sua aprendizagem. Para tanto, é papel dos professores prover as oportunidades e ferramentas apropriadas.

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