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Date Posted: 18:15:02 10/24/04 Sun
Author: Mônica Soares de Araújo Guimarães
Subject: Resumo: semana 10

Resumo semana 10- Promoting Increased Learner Self-Management in Language Learning by Joan Rubin.

Rubin em seu texto inicia propondo algumas questões sobre o auto-gerenciamento do aprendiz ( Quais são as características de uma boa instrução aut-gerenciada?; Quando os daultos podem lucrar com a instrução na aprendizagem auto-gerenciada?; Quais as medidas de sucesso podem ser usadas na instrução auto-gerenciada?; Quais obstáculos ou restrições os instrutores enfrentam ao incorporar a instrução auto-gerenciada do aprendiz no seu currículo de línguas?) Questões como essas, dentre outras vão sendo discutidas durante todo o texto.
Inicialmente, Rubin dá definções do que seja um aprendiz auto-gerenciado e também apresenta características de aprendizes habilidosos, diferentes graus de auto-gerenciamento do aprendiz. Em seguida, ela compara autonomia com auto-gerenciamento, apresentando semelhanças entre elas ( ambas apresentam um grau de independência do aprendiz em relação ao controle de outros e a tomada de decisões por parte do aprendiz também é importante) e também suas diferenças, dentre elas, na autonomia, o aprendiz seleciona textos e conteúdos comom parte integrante do processo e esta atitude não ocorre no auto-gerenciamento.
Rubin também apresenta e discute o modelo de auto-gerenciamento do aprendiz que inclue: planejamento, monitoramento, avaliação, solução de problemas e implementação. Em seguida, ela aprenseta características detalhadas de cada parte do modelo, explicando em que consiste cada um e sugerindo perguntas que devem ser feitas para ajudar o aprendiz a ficar atento no que consiste cada etapa de seu auto-gerenciamento.
Num outro momento do texto, Rubin apresenta os conhecimentos e crenças que são relevantes à aprendizagem auto-monitorada: auto-conhecimento, conhecimento da tarefa, conhecimento estratégico (incluindo as estratégias metacognitivas,cognitivas e sócio-afetivas) , conhecimento prévio(conhecimento cultural, linguístico, contextual, textual e de mundo) e crenças sobre a aprendizagem ( dentre as mais comuns, temos - Todo mundo aprende da mesma forma; Aprender uma língua num ambiente natural é a melhor forma, dentre outras).
Rubin apresenta um modelo de interação do aprendiz auto-gerenciado, baseado no proposto por Butler (97), que a natureza dos processos e conhecimentos e crenças agem de forma interativa.
Num outro momento do texto, Rubin apresenta as melhores pesquisas sobre auto-gerenciamento (como foram desenvolvidas e com que as pesquisas foram desenvolvidas)e quais foram as melhores práticas (que focalizavam no desenvolvimento de procedimentos; no desenvolvimento de conhecimento e práticas que desenvolviam a integração de ambos procedimentos e conhecimentos). Cada uma dessas práticas foram descritas e associadas aos focos que eram dados( no planejamento, monitoramento, avaliação e etc).
Para finalizar Rubin apresenta questões que vão promover o auto-gerenciamento, tais como o desejo de se auto-gerenciar ( crenças, vontade e outras variáveis), o conceito de mercado ( relevãncia de se auto-gerenciar), tempo necessário na tarefa ( leva tempo), nível da linguagem ( dependendo do tipo de estratégia vai funcionar melhor em determinados níveis que em outros, ou seja melhor nos aprendizes com níveis mais avançados que os de nível mais básico), mudança de papel dos professores para facilitadores,tamanho das classes (o auto-gerenciamento se torna mais difícil em turmas grandes), pedagogia).
´Para Rubin, muitas práticas inovadoras estão surgindo no que se refere a aprendizagem auto-gerenciada.

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