VoyForums
[ Show ]
Support VoyForums
[ Shrink ]
VoyForums Announcement: Programming and providing support for this service has been a labor of love since 1997. We are one of the few services online who values our users' privacy, and have never sold your information. We have even fought hard to defend your privacy in legal cases; however, we've done it with almost no financial support -- paying out of pocket to continue providing the service. Due to the issues imposed on us by advertisers, we also stopped hosting most ads on the forums many years ago. We hope you appreciate our efforts.

Show your support by donating any amount. (Note: We are still technically a for-profit company, so your contribution is not tax-deductible.) PayPal Acct: Feedback:

Donate to VoyForums (PayPal):

Login ] [ Contact Forum Admin ] [ Main index ] [ Post a new message ] [ Search | Check update time | Archives: 12[3]4 ]


[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

Date Posted: 12:58:07 10/25/04 Mon
Author: Regina Moreno
Subject: Resumo 10

Semana 10

Promoting Increased Learner Self-management in Language Learning
Joan Rubin

O papel do LSM, aprendiz auto-gerente (auto-dirigido), tem crescido como um componente na promoção da eficiência e eficácia do ensino aprendizado de língua estrangeira, como também da nova tecnologia do aprendizado a distância na www, porém, algumas questões afloraram diante dessa nova perspectiva.
Para alguns autores como Butler, 1997, o auto gerenciamento, também definido como auto regulação, se refere a habilidade de desdobrar procedimentos e do acesso ao conhecimento e crenças para obter resultados no aprendizado em um ambiente dinamicamente modificante.
A habilidade dos aprendizes auto-reguladores é caracterizada por muitos atributos. Eles devem possuir crenças produtivas apropriadas, processos de aprendizagem, estratégias possíveis de aprendizado, consciência na natureza das tarefas e o suficiente conhecimento do que vem a ser prioritário. Além disso, eles precisam ser capazes de utilizar seus conhecimentos de crenças de forma adequada.
Segundo a autora existem diferentes níveis de auto-gerenciamento e o processo para se tornar um “expert self-managed learner” pode ser demorado e requererer um elenco complicado de habilidades e conhecimentos. Para Brown e Pressley, 1994, nesse processo, é preciso reconhecer e aceitar que o sucesso geralmente vem depois de algumas frustrações.
O termo LSM refere-se a um único processo. Para Little, 1995, autonomia é definida como a capacidade de separação, crítica reflexiva, tomada de decisões e independência nas ações. Autonomia está muito interligada com aprendizado auto-gerenciado, porém não são sinônimos. Ambos os termos referem-se a um bom desempenho na utilização das habilidades e procedimentos como o planejamento, monitoramento e avaliação. Ambos implicam, também, em uma graduação de independência, o aprendiz auto gerente não encontra, necessariamente sozinho a maioria das formas efetivas de atingir seus propósitos (Dam et al., 1990; Pressley, 1995). O aprendiz auto gerente tem a capacidade de aprender tanto em situações de ensinos tradicionais, com o professor e a sala de aula, como totalmente independente. Ambos, autônomos e auto-gerentes, reconhecem a importância de motivações positivas (Ushioda, 1996; Dickinson, 1997; Oxford, 1990) e incorporam alguns procedimentos para ascender.
As concepções de aprendiz auto-gerente e autônomo diferem de maneiras importantes. Enquanto a tomada de decisões é importante para ambos, os auto-gerentes efetivos devem estar baseados em informações adequadas e quando isso não acontece, o aprendiz precisará adquirir técnicas para enriquecer seu conhecimento básico. Posteriormente o aprendiz poderá precisar desenvolver alguns tipos de conhecimento que os capacitará na utilização efetiva dos procedimentos. Alguns aspectos do conhecimento metacognitivo têm sido ensinados pelos professores, como a utilização de estratégias cognitivas e o desenvolvimento de preocupações no domínio do conhecimento, porém, pouco ou nenhuma atenção tem sido dada no desenvolvimento das tarefas e crenças sobre o que priorizar no aprendizado. Mais adiante, autonomia incluirá a seleção de textos e conteúdo como uma parte integrante no processo (Holec, 1980; Dickinson, 1987). Contraditoriamente, essa característica não é requerida no auto-gerenciamento.
Os procedimentos dos LSM incluem cinco estratégias metacognitivas: planejamento; monitoramento; avaliação; resolução de problemas e cumprimento, os quais estão interrelacionados. Os tipos de conhecimentos e crenças identificados como relevantes no auto-gerenciamento que demonstram o potencial nas relações são: auto conhecimento, conhecimento das tarefas, estratégias de conhecimento, conhecimentos anteriormente adquiridos e crenças sobre aprendizado.
Entendendo a natureza da interação com, e entre procedimento e conhecimento provirá a diretriz para as boas instruções de auto gerenciamento, pois é fundamental o desenvolvimento, o foco no relacionamento entre procedimentos, conhecimentos e crenças, como também é essencial o desenvolvimento do monitoramento e distinção de procedimentos e conhecimento nas tarefas específicas, cujas instruções devem primeiro envolver o desenvolvimento nos procedimentos e conhecimento, separadamente, antes de trabalhar com eles conjuntamente, contudo a relação é crítica para o desenvolvimento de um perito em auto gerenciamento no aprendizado.
Uma ampla pesquisa foi desenvolvida pela autora com a participação de vários estudiosos no assunto, estudantes praticantes em instruções estratégicas interessados em auto gerenciamento, professores intitulados como facilitadores de auto gerenciamento. Os dados coletados incluíram ferramentas, lições planejadas, materiais e textos gerados por professores, diários de professores, vídeo de uma lição e e-mails. Complementando, observações de instruções de auto-gerenciamento foram formulados, além de vários questionários específicos, tendo sido utilizado aprendizes de línguas estrangeiras como inglês, espanhol, japonês, italiano, francês e russo.
Foram observados vários aspectos do processo, cujas análises foram efetuadas no conjunto dos procedimentos, como também individualmente, ficando pessoas ou grupo delas, responsáveis pelos diferentes aspectos a serem observados.
Os procedimentos com foco no planejamento pretendiam ajudar os aprendizes na habilidade de analisar a demanda das tarefas, particularmente como dividir essas tarefas. As questões forneciam sugestões do que o aprendiz poderia pensar antes de começar a ler textos da L2 ou até da L1. Os estudantes foram incentivados, periodicamente, a tornarem-se mais específico em seus objetivos.
Focalizando o monitoramento, por exemplo, houve a instrução de usar questionários para encorajar os aprendizes a intensificar o monitoramento das compreensões de leitura, que sugeria que os aprendizes interrompessem suas leituras e se perguntassem sobre o entendimento do que haviam lido, pois questionamentos dessa natureza podem ser um primeiro passo para monitoração.
Focalizando a avaliação, através de uma listagem de conferência, pôde ser observado se os objetivos estavam sendo atingidos, sendo verificados alguns aspectos como apresentações orais, observando detalhes como se o estudante disse seu nome e o do projeto, se falou com clareza e em som adequado, se agradeceu, etc., e escritas, direcionadas a gramática, pontuação, redação correta das palavras, etc., pois essa abordagem ajuda os aprendizes a pensarem sobre o nível de detalhes necessários para escrever seus artigos.
O planejamento e a avaliação, juntos, foram observados, encorajando os estudantes a verificar os problemas, chamando a atenção para a escolha de estratégias corretas. Aspectos como planejamento, monitoramento e avaliação também foram observados, identificando que muitos aprendizes precisavam ser orientados para o seus específicos objetivos, ajudando-os a identificar comportamentos que mostram que eles estão fazendo progressos e encorajando-os a perceberem quais as estratégias que melhor se adaptam na realização de seus objetivos.
No desenvolvimento do conhecimento e das crenças, vários aspectos foram focalizados individualmente, como: Conhecimento das tarefas, o papel do aprendiz, estratégias de conhecimento, etc. e simultaneamente com outros como, procedimento e conhecimento. Existem várias técnicas que promovem, simultaneamente desenvolvimento de procedimentos e conhecimento. O fornecimento de apoio no tempo adequado, visto que cada aprendiz tem o seu próprio leque de conhecimento, crenças e níveis de habilidades, havendo, portanto, necessidade de ter apoio no momento oportuno. Fornecer ao aprendiz alternativas para organizar suas observações sobre procedimentos e desenvolver estratégias de conhecimento, foram também investigadas, pois todo aprendiz tem diferente estilo de aprendizado que o leva a preferir determinadas formas de estruturas em suas observações e no desenvolvimento dos procedimentos das habilidades. A inclusão de um planejamento que incentive a autonomia, relatórios de análises de tarefas, estratégias e conhecimento prévio para proporcionar um melhor planejamento, foram também focalizados pelo grupo.
Algumas práticas inovadoras foram aplicadas, como o desenvolvimento de uma home page que permitia ao facilitador interagir com cada estudante on line. Instruções e cursos em diversas áreas foram desenvolvidos, permitindo aos participantes questionarem via e-mail e telefone.
Algumas questões importantes no auto gerenciamento foram discutidas, sendo a principal delas a vontade do aprendiz em ser seu auto gerente. Os adultos variaram em suas preferências. Embora possam ser bem sucedidos em muitas esferas de suas vidas eles podem não ter tido o mesmo desempenho na aquisição de uma segunda língua. Muitos podem não estar preocupados em como usar seus conhecimentos quando aprendizes de uma língua estrangeira.
Alguns estudos têm identificado um número de explicações para a vontade de um aprendiz em ser autônomo. Dentre essas são: O grau da auto eficiência, atribuições de responsabilidades no aprendizado, percepção do valor da tarefa, grau de positivismo próprio, a tarefa e as crenças sobre aprendizado e aprendizado de linguagem, portanto existem muitas maneiras que podem afetar a habilidade do aprendiz e a vontade em ser auto regulador. Conhecer isso é útil para os professores e facilitadores para medir com veracidade e determinar a rapidez com que um aprendiz, provavelmente, atingirá mais efetivamente o auto gerenciamento.
Outros aspectos importantes foram estudados nessa pesquisa, como a necessidade de uma reavaliação do papel do professor e do facilitador, o tamanho das salas, o tempo necessário para o desenvolvimento da habilidade em se auto gerenciar, o nível da linguagem na compreensão de muitas tarefas, as questões pedagógicas, como a variedade de níveis em uma mesma turma, a intensidade das instruções estratégicas, a eficácia do envolvimento das tarefas, etc.
Concluindo, a pesquisa tornou-se um banco de dados muito rico para qualquer espécie de estudo em termos de auto gerenciamento e autonomia no aprendizado de línguas, pois avaliou diversos aspectos sobre o assunto e essas avaliações e análises foram realizadas por pessoas capacitadas e estudiosas sobre o assunto. Certamente, muito ainda tem para ser feito e adequado no desenvolvimento de estratégias, técnicas, materiais didáticos, etc., nesse campo que está se abrindo que é a aquisição de uma língua estrangeira de forma autônoma e auto gerenciada.

Regina Moreno

[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

[ Contact Forum Admin ]


Forum timezone: GMT-8
VF Version: 3.00b, ConfDB:
Before posting please read our privacy policy.
VoyForums(tm) is a Free Service from Voyager Info-Systems.
Copyright © 1998-2019 Voyager Info-Systems. All Rights Reserved.