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Date Posted: 17:31:12 10/25/04 Mon
Author: Luciana Laender
Subject: Resumo semana 10

Rubin apresenta o papel do aprendiz no auto gerenciamento da aprendizagem da língua mostrando questões chaves que estabelecem diretrizes para esse fim. Para a autora o auto gerenciamento do aprendiz está relacionado com a habilidade para organizar procedimentos e acessar conhecimento e crenças para realizar metas de aprendizagem num ambiente variável dinâmico (Butler, 1997). As características desse aprendiz são várias entre elas, eles devem possuir auto confiança; devem ter estratégias de aprendizagem no processo da aprendizagem; ter conhecimentos prévios; ter conhecimento de tipos de tarefas. Rubin afirma que há graus diferentes de auto gerenciamento que parte do aprendiz novato ao perito. Os peritos devem identificar e organizar as próprias estratégias do aprendizado, podem fazer atribuições próprias para o sucesso e fracasso e aceitar a responsabilidade do próprio aprendiz (Strage, 1998) entres outros atributos.
Segundo a autora, autonomia partilha muito com o auto gerenciamento, mas não são sinônimos. Ambos os termos referem a um bom desenvolvimento de habilidades usando procedimentos tais como: planejamento, monitoramento e avaliação; ambos também reconhecem a importância de motivação positiva (Ushioda, 1996; Dickinson, 1997; Oxford, 1990) e incorporam alguns procedimentos para promove-los.
Rubin fala do “learner-centered curriculum (LCC)” e diz que ele tem um relacionamento próximo com o “learner self-management (LSM)”. O LSM é definido como aquele que decide o que, como e quando será ensinado e como será avaliado e feito em referencia ao aprendiz (Nunan, 1996). Como na comparação anterior (autonomia e auto gerenciamento) alguns atributos são partilhados entre “LCC” e “LSM”, mas não todos. Ambos focam nos procedimentos de planejamento, monitoramento e avaliação. O auto gerenciamento enfatiza o desenvolvimento dessas estratégias em primeiro lugar e ambos consideram os aspectos do conhecimento metacognitivo.
O modelo de “LSM” requer acesso e uso de procedimentos e conhecimentos, são eles: planejamento, monitoramento, avaliação, solução de problemas e execução; e cada um deles tem suas subdivisões. Em relação ao conhecimento e crença dos “LSM”, a autora apresenta e identifica os tipos relevantes da relação potencial que existe entre eles: auto conhecimento, conhecimento da tarefa, conhecimento estratégico, conhecimento do ambiente e crenças sobre a aprendizagem. No conhecimento do ambiente a autora salienta que há vários tipos em relação à própria língua e a língua alvo: conhecimentos culturais, lingüísticos, contextuais, textuais e mundiais. O conhecimento de ambiente é importante em qualquer aprendizagem, visto que permitir aprendizes associar novas informações às que já sabem.
Há dois tipos principais de crenças do aprendiz que afetam o processo metacognitivo:
1 - Crenças sobre aprendizagem em geral que divide em: resultado do sucesso da aprendizagem é a reprodução exata do que foi ensinado; todos aprendem da mesma maneira; a habilidade de aprender é nata e não adquirida.
2 – Sobre aprendizagem da língua: aprender de modo natural é a melhor maneira; aprender língua é igual a aprender outra matéria qualquer; falar inglês com pessoas que falam minha língua não melhora meu inglês.
A autora afirma que a interação é importante para o “LSM”, há diretrizes a serem seguidas para se ter uma interação dentro e entre os procedimentos. É importante desenvolver e focar procedimento, conhecimento e crenças; é importante desenvolver explicitamente monitoramento, é importante relacionar procedimento e conhecimento com tarefas específicas; instruções devem primeiro envolver o desenvolvimento dos procedimentos e conhecimento separadamente antes de trabalhar com os dois juntos, mas o relacionamento é importante para o desenvolvimento do “LSM” perito.
Rubin busca melhores práticas de pesquisas para promover auto gerenciamento efetivo. Ela inclui participantes que treinam em instruções estratégicas, professores que se identificam como auto gerenciadores e facilitadores, e que fizeram apresentações públicas ou escreveram sobre o assunto. Nessa pesquisa incluí-se ferramentas, planos de aula, materiais e textos feitos pelos próprios professores, diários, vídeo, etc.
Após o levantamento de todo esse material identificou-se técnicas para desenvolver o auto gerenciamento e as melhores práticas estão aqui expostas: prática que foca o desenvolvimento de procedimento; a que foca no desenvolvimento do conhecimento; a que desenvolve integração de ambos conhecimento e procedimento; e excepcionalmente práticas inovadoras.
Questões que promovem o auto gerenciamento tem como preocupação principal à disposição do aprendiz para o auto gerenciamento. Rubin acha que os adultos variam nas suas preferências na auto direção e Keika (19914) mota que isso depende de um número de fatores: estilo de aprendizagem; expectativa de aprendizagem e instrução; motivação; período de tempo fora da escola formal; contexto social e político (p.3).
Rubin resume dizendo que há muitas variáveis que afetam a habilidade e disposição para o auto ajuste. É interessante, professores e facilitadores medir a franqueza do aprendiz para determinar a rapidez que ele alcança o auto gerenciamento. De acordo com a autora, professores não acreditam que os aprendizes estão certos de que esse processo - auto gerenciamento – vai ajuda-los, ou que é relevante ou que é o tipo de instrução que eles deveriam receber. Rost (1997) nota que a solução deveria ser uma que tenha a possibilidade de encontrar o que os aprendizes procuram. Tais soluções deveriam produzir efeitos em interação, compreensão, influência ou aprendizagem.
Há pessoas que afirmam que facilitar o auto gerenciamento é um processo de tempo, outros afirmam que a falta de partilha da língua dificulta a instrução.
Uma situação importante é encontrar salas de aula cheias o que torna difícil dar aos aprendizes o suporte individual e aconselha-los naquilo que necessitam. Em relação a questões pedagógicas alguém questiona como evitar aprendizes tediosos, independentes; quando levar em conta estratégia de instrução (lariosa). Isso lembra que há classes com estudantes de diferentes níveis de conhecimento e habilidades de auto gerenciamento.
Concluindo a autora fala que ela apresentou as melhores práticas definidas de auto gerenciamento e que reportou algumas pesquisas feitas com aprendizes em diversos países. A boa prática consiste me entender os componentes da aprendizagem auto gerenciada, medidas de sucesso, consciência de obstáculos em potencial e técnicas para discutir tudo isso. Dependerá do aluno, segundo a autora, se interar com as técnicas para adaptar-se e acha-las de maneira mais efetiva de aprendizagem.

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