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Date Posted: 16:21:31 09/26/04 Sun
Author: Senhorinha Monica
Subject: Resumo semana 6

CRABBE, D. Fostering autonomy form within the clasroom: the teacher's responsibility. System. Vol. 21, N. 4, p. 443-452, 1993.
Crabbe justifica a aprendizagem de língua autônoma com três argumentos: o ideológico porque o indivíduo tem o direito de ser livre e exercer as suas próprias escolhas; o psicológico porque aprendemos melhor quando somos responsáveis por nossa própria aprendizagem; o econômico porque a sociedade não tem recursos de fornecer o nível de instrução pessoal necessária para todos os seus membros em todas as áreas.
O autor ressalta que existe pouca literatura sobre a aprendizagem autônoma abordada no currículo como um todo e então, discute como professores podem fazer uma ponte para preencher o vazio entre, o que chama de, atividades da sala de aula de domínio público e as atividade de aprendizagem de domínio particular. Ele argumenta que o modo no qual as tarefas são estabelecidas no domínio púbico fornece pouco modelo para o aprendiz para o seu trabalho no domínio privado, e que para a autonomia ser desenvolvida o discurso do professor sobre essas tarefas é crucial. Para atingir o entendimento metacognitivo é importante negociar os aspectos da aprendizagem a ponto de que o conhecimento compartilhado seja estabelecido, assim é provável que haja a transferência de aprendizagem do domínio público para o particular. Algumas tarefas podem modelar a aprendizagem independente que tem as seguintes características: seus objetivos de desempenho são transparentes; são facilmente realizadas por alguém realizando as tarefas sozinho; o aprendiz é capaz de perceber o desenvolvimento de seu desempenho ao realizar a tarefa.
Crabbe conclui que alguns aprendizes já são proficientes na realização de tarefas no domínio particular, outros não são e precisam ser mostrados como ser.Também conclui que o ensino, como todas outras profissões, depende de procedimentos fixos que se validam pelo fato da maioria dos praticantes os seguirem, e que na aprendizagem de línguas tais procedimentos são raramente projetados para promover a autonomia, entretanto deveriam ser reavaliados pelos professores e educadores que deveriam levar em conta essa perspectiva cada vez mais importante no ensino de línguas.
DICKINSON, L. Autonomy and motivation. System. Vol. 23, N. 2. p- 165-174, 1995.
Dickson sugere que há uma importante conexão entre autonomia e algumas teorias educacionais de motivação que podem proporcionar a autonomia. Ela revê pesquisas sobre a educação geral e mostra que existe evidencia que o envolvimento ativo e independente dos aprendizes em sua própria aprendizagem aumenta a motivação para aprender e conseqüentemente aumenta a eficiência da aprendizagem. A autora cita a abordagem sócio-psicológica de Gardner e seus associados (Gardner,1985, Gardner and MacItyre, 1992) que vincula motivação com atitudes em relação à comunidade de falantes da língua alvo e alega que os aprendizes com interesse em interagir com tais falantes – motivação integrativa (intrínseca) – terão provavelmente mais sucesso na aprendizagem da língua alvo que aqueles que aprendem por motivos instrumentais (motivação extrínseca).
Dickson considera conceitos chaves na definição de autonomia: a independência , a responsabilidade e a escolha do aprendiz, e vinculados com estes estão outros conceitos como tomada de decisão, reflexão crítica e desprendimento que são importantes na motivação cognitiva.
A teoria da atribuição tem implicações importantes na promoção da autonomia. Seu princípio é a percepção do aprendiz na causa do seu sucesso ou fracasso e a influencia que isto tem no seu desempenho futuro.
A literatura que foi revisada mostra que há evidencias substanciais que o sucesso na aprendizagem e o aumento da motivação dependem do aprendiz tomar responsabilidade pela sua própria aprendizagem, ser capaz de controlá-la e perceber que seus sucessos e fracassos podem ser atribuídos a seus próprios esforços e estratégias e não a fatores fora do seu controle.

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