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Date Posted: 04:20:41 10/04/04 Mon
Author: Ana Laura dos Santos Marques
Subject: Resumo 7

Resumo 7

SINCLAIR, B. Learner Autonomy: the cross cultural question. IATEFEL ISSUES. Issue 139, August/September 1997
http://www.eayrs.com/ELT/publications/IATEFL_Issues/Archives/Texts/139Sinclair.html

Françoise Blin, Dublin City University. Call and learner autonomy. OILTE Colloquium, 13 September 2002. University of Limerick http://www.oilte.ie/colloquium/presents/Blin/francoise_files/frame.htm

A aplicabilidade do conceito de autonomia em todos os contextos de aprendizagem e para todos os aprendizes, considerando-o como um conceito ocidental, admitido em vários contextos de ensino e planejamentos como uma meta para a educação em geral, é discutida por Sinclair (1997) em seu artigo Learner Autonomy: the cross cultural question. Questionando se seria válido uma única definição de autonomia para contextos culturais diferentes, sem que esse esteja vinculado, a partir de sua instauração, com implicações éticas em contextos não-ocidentais, o autor assume que o conceito é de fato ligado a ideais de individualismo libertários e democráticos, ao situar o aprendiz no centro do processo educativo, isto é, uma característica ocidental. Essa visão seria uma imposição de valores em culturas que apresentam suas próprias noções de autonomia, inseridas em contextos sociais, políticos e culturais muito distintos do “modelo” ocidental de interpretação e da sua promoção de aprendizagem autônoma.
Com isso, Sinclair (1997) mostra que, para um determinado contexto, existem as práticas que refletem o tipo de autonomia empregado, e que, o que pode ser apropriado para um contexto, não é sempre apropriado para outro. Os diferentes aspectos da autonomia são resumidos e podem ser classificados em sociais, individuais, psicológicos e políticos, para afirmar que se trata de um conceito que abrange diferentes interpretações e que a questão de conscientização do processo de aprendizagem de língua não é mais importante do que a compreensão de fatores sociais, culturais e políticos que afetam o contexto de aprendizagem. Conclui afirmando que uma forma não-prescritiva e não-preconceituosa de percepção da autonomia por parte de professores e especialistas é fundamental para que o conceito seja entendido e aplicado nos diferentes contextos culturais.

Blin (2002) apresenta a relação entre autonomia e CALL em Call and learner autonomy. A autora inicia sua interpretação pelo conceito de autonomia, no sentido mais geral, baseando-se em dicionário e enciclopédia, mostrando um tipo diferente de aprendizagem autônoma, como habilidade que é aprendida através de tomadas de decisões e também a permissão que o indivíduo tem de tomar essas decisões, no âmbito da aprendizagem e da aprendizagem de línguas, e ainda marca, conforme Litlle (1990) que autonomia não significa abdicação da responsabilidade do professor em sala de aula, não é algo que se ensine aos aprendizes, não é comportamento nem estado dos aprendizes. As noções de interdependência, independência, tomar a responsabilidade e controlar também são apresentadas. Considera que há diferenças relativas à aquisição de uma L2 devido às diferenças individuais e abordagens de língua e expõe a relação possível entre CALL e autonomia. A forma como ambos os conceitos se beneficiariam mutuamente abarca níveis de controle do aprendiz sobre sua aprendizagem, recursos tecnológicos e, até mesmo questões de feedback e o papel do professor e do aluno, no planejamento e na utilização das ferramentas disponíveis, realçando as idéias de responsabilidade e interdependência. A ilustração final, a história de Ícaro e Dédalus, compreende bem suas considerações.

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