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Date Posted: 11:32:19 10/04/04 Mon
Author: Antônio Carlos
Subject: Resumo semana 7

LEVINSON, S. Pragmatics. Cambridge: Cambridge University Press, 1983. Capítulo 6. Conversational structure. p. 284-371.

RESENHA DA PRIMEIRA PARTE

6.0. Introduction
O capítulo analisa a organização da conversação, compreendida como a fala familiar que ocorre, geralmente, fora de ambientes instrucionais como o serviço religioso, tribunais, sala de aula etc., almejando a obtenção de insights sobre fenômenos pragmáticos. O autor argumenta que todos os conceitos pragmáticos discutidos nos capítulos anteriores do livro têm íntima relação com a conversação, que é o protótipo de uso da linguagem.

6.1. Discourse analysis versus conversation analysis
Essa seção esclarece as razões da opção pela Análise da Conversação (AC) e, para isso, compara-a com a Análise do Discurso (AD), sendo essas duas consideradas as principais abordagens ao estudo da conversação.
Segundo Levinson, a AD aplica teorias advindas da Lingüística, usa categorias e regras preestabelecidas e faz julgamentos baseados na intuição. De outro lado, a AC evita teorizações prévias, não usa categorias preestabelecidas e evita (ou minimiza) o apelo a julgamentos intuitivos.
De acordo com o autor, os principais modelos de AD compreendem que: i) há atos unitários (speech acts or moves); ii) enunciações são segmentáveis em partes unitárias (unidades enunciativas), cada uma das quais corresponde a (pelo menos) um ato unitário; iii) há uma função especificável e um procedimento esperado que mapeará as enunciações em atos de fala e vice versa; iv) seqüências conversacionais são primariamente reguladas por um grupo de regras de seqüência estabelecidas sobre os tipos de atos de fala (ou moves).
A discussão individual de cada um desses itens leva à conclusão de que todos os modelos que se enquadram nessas propriedades gerais apresentam dificuldades estruturais e metodológicas fundamentais. O autor argumenta, então, que a AC é a abordagem que pode oferecer mais insights sobre a natureza da conversação.

6.2. Conversation analysis
Essa seção descreve a AC (e suas principais descobertas), enfocando o grupo de pesquisadores conhecidos como etnometodológico.
O autor destaca que esses trabalhos são baseados quase inteiramente em dados em inglês, especialmente em conversas telefônicas e falas em grupo, e que não se sabe ainda até que ponto essas descobertas se estendem a outras línguas e culturas. Ele acredita, porém, que os métodos empregados podem ter uma aplicação geral.

6.2.1. Some basic findings
Essa é subdividida em três partes (turn-taking, adjacency pairs e overal organization) e resume as principais descobertas da AC, com especial destaque para os trabalhos dos pesquisadores Harvey Sacks, Emmanuel Schegloff e Gail Jefferson. São discutidas questões como tomada de turno, pares adjacentes, mecanismos de reparo, aberturas e fechamentos conversacionais e outros conceitos subjacentes a essas questões.

6.2.2. Some remarks on methodology
Essa seção retoma as discussões anteriores, com enfoque nos procedimentos metodológicos utilizados. A autora destaca que a metodologia da AC é baseada em três procedimentos básicos: a) coleta de padrões recorrentes nos dados e levantamento de hipóteses sobre as expectativas de seqüências; b) demonstração de que tais expectativas são orientadas pelos participantes e c) demonstração de que, como conseqüência dessas expectativas, enquanto alguns problemas organizacionais são resolvidos, outros são criados, o que requer outras organizações.

6.2.3. Some applications
Nessa seção, o autor procura explicar como as questões discutidas anteriormente são aplicadas para proporcionar insights em exemplos particulares de fala.
São resumidas algumas análises de pequenas seqüências feitas por Schegloff, indicando quanta organização pode ser descoberta em pequenos extratos de fala.

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