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Date Posted: 07:31:25 09/06/04 Mon
Author: Sara
Subject: resumo 3

AUSTIN, J.L.How to do things with words. In: JAWORSKI, A. & COUPLAND, N. (Eds.). The discourse reader. London & New York: Routledge, 1999. p.63-75

SEARLE, J.R. Speech acts. Cambridge: Cambridge University Press, 1969. Cap.22 Expressions, meaning and speech act. p.22-53

O texto de Austin aborda a amplitude do uso do Discurso, e enfoca que uso das elocuções apresenta uma função muito mais abrangente do que apenas descrever ações ou transmitir informações. Ele afirma que o uso inadequado das palavras pode causar “mal entendidos”. O autor considera algumas implicaturas que as elocuções deveriam apresentar para que a fala não seja excessiva ou ultrajante. Austin também sugere que a execução de atos de fala pode ser de três tipos: locucionária, ilocucionária e perlocucionária. A partir desses tipos de atos de fala, ele desenvolve as diferentes formas de executar a linguagem, expõe os efeitos que ela pode produzir, desejáveis ou não, e considera que a forma como se utiliza a elocução faz diferença. No uso dos atos de fala, os atos elocucionários apresentam a força elocucionária do falante, que tende a deixar implícito o que ele deseja com o seu discurso, e isso seria o ato ilocucionário, sendo ele verdadeiro ou falso. Os atos performativos, opostos aos constatativos, se apresentam como a performance dos atos de fala, onde o falante pode realizar atos não-locucionários para causar o efeito desejável no ouvinte. Mas de acordo com o autor, dizer algo é equivalente a afirmar, e é necessário acreditar no que se diz.
Ainda segundo Austin, o que se deve fazer é estudar a emissão da elocução, e não a sentença. Para ele, nas elocuções constatativas deve-se extrair os aspectos ilocucionários dos atos de fala, e concentrar-se nos locucionários, e nas elocuções performativas, deve-se atentar os atos ilocucionários o máximo possível.
O texto de Searle, assim como o de Austin, aborda os atos locucionários, ilocuconários e perlocucionários de fala. No texto, o autor propõe três tipos de atos de fala e suas funções:
1. Execução de atos de fala → elocução de palavras (morfemas, sentenças)
2.Execução de atos proposicionais → apresentação do assunto (sujeito/objeto) e sua predicação
3. Execução de atos ilocucionários → afirmar, questionar, prometer
Para o autor, atos proposicionais e ilocucionários são formas de elocucionar palavras em certos contextos, condições e intenções.(p 24) - O sujeito e o predicado, que aparecem em um ato de fala completo, podem ser os mesmos e ocorrerem em diferentes performances dos atos de fala, assim como a performance pode ser a mesma, no entanto, usada com sujeitos e predicados diferentes. Ou seja, dizer alguma coisa não é apenas amontoar palavras; as palavras só fazem sentido em certos contextos, condições e intenções. O autor também analisa os atos ilocucionários, e descreve alguns símbolos que representam a distinção entre eles.
Ao expor duas espécies de regras, das quais ele chama de regulativa e constitutiva, o autor afirma que os atos de fala possuem regras. De acordo com Searle (1969:39), “a linguagem envolve convenções”, mas nem todas as regras têm que ser normativas. O autor também ressalta algumas contestações à teoria de Grice, como por exemplo, a de que a avaliação dele de dizer alguma coisa e exprimir o seu sentido, é uma questão de intenção de executar um ato perlocucionário, e não de executá-lo. O autor ainda destaca a distinção de fatos brutos e institucionais, e encerra o texto analisando a linguagem dentro desse pressuposto.

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