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Date Posted: 13:35:27 09/06/04 Mon
Author: Andrea Cristina Pereira
Subject: Resumos 3 semana

Austin em seu artigo How to do Things with Words afirma que o que irá discutir é amplamente divulgado e óbvio. Por muito tempo os filósofos achavam que o cerne da "afirmação"seria o de descrever alguns estados de espírito ou de "afirmar alguns fatos". Os gramáticos, por sua vez,afirmaram de nem todas "sentenças" são usadas para se fazer afirmaçõesl além de serem afirmaçòes, também são questões, exclamações e sentenças expressando comandos, dsejos ou concessões. filósofoe e grma'ticos sabem que é fácil distinguir qustões, comandos e outras coisas de afirmações. Mas, como distinguir um do outro?
Muitos enunciados que se assemelham às afirmações ou as são em parte ou nao, não as são no todo. Muitas das palavras que aparentemente, figuram na categoria de afirmações, nào servem para das algumas novas informações sobreo o que está sendo dito, mas para indicar ( e nao relatar) as circunstâncias nas quais a afirmação oé feita ou considerações para as quais a afirmação é importante ou para indicar como que estas afirmações devam ser entendidas, ou algo parecido; isto é o que se chamam de "engano descriptivo". Mas já que nem toda afirmação é completamente verdadeira ou falsa, ao invéz de descritivo, o autor usa a palavra constativo( constatar)
A) os enunciados nao descreve ou relatam ou constatam nada, e nem sao falsos ou verdadeiros e
B) o proferir uma sentença é fazer a ação que está sendo dita e nao somente, o dizer alguma coisa: você tem que participar da ação, é assumir um compromisso expresso pela ação. Estes tipos de enunciados são chamados de performativos ( vai haver uma performance: fazer uma ação). Nao é simplesmente dizer alguma coisa: você vai ter que cumpri, participar da ação. O enunciar, proferir palavras é a peça chava para a execução de um ato e o executar o ato é o objeto da enunciaçào, mas nao é a únia coisa para se concretizar o ato: as circunstâncias para a realizaçào de um ato de fal deve ser apropriado, assim como as pessoas nele envolvida,devem também executar "outras"ações ou até mesmo proferir palavras.
Ao se sprofereri alguns performaltivos que impões respeito, temos que levá-los a sério.
O que acontece quando algumas das circunstâncias para a realização de uma to for ausente? Quando isto aconteci, o enunciado nao poder ser considerado falso, mas a promessa que estav contida no ato está vazia ou foi dada em má-fé. No texto, o exemplo dado foio da promessa ( mas com em muitos outros performativos) seria de bom tom se a pessoa que proferiu / enunciou a promessa ( contida no ato da fala), cumprissecom suas palavras. Quando na ação contida no ato da fala, não foi cumprida, nao podemos considerála como uma mentira ou uma má-afirmaçãop. A pessoa ao proferir a açào que está contida no ato talvez quizesse até cumprir a açào, mas nao cumpriu po putros motivos( sua afirmação nao foi falsa; só que nao cumpriu).
Além do enunciado de palavras performativas, uma outra regra a ser seguida é a de falarmos e de agirmos de um jeito certo, adequqdo para que nossa enunciação alcance seu objetivo. Austin classifica tipos de casos quando alguma coisa nao está muito adequada( certa) e o ato de fala, se compromete ( de algum modo ele falha). O enunciado não é falso, mas ele foi infeliz; doutrina da Infelicidade( coisas/ regras que poderima ter sido, mas nao foram[ felizes]).
O autor esquematizou algumas regras necessárias para que uma to performativo, tenha seus objetivos alcnçados e que se uma destas regras forem violadas, entao o ato se'ra infeliz
a1. existir procedimentos convencionais aceitáveis, tendo um efeito convencional/positivo, nos enunciados que certas palavras proferidas por certas pessoas em certas circunst6ancias e
a2. as pessoas e circunstâncias especiais em um dado momento devem ser apropriadas para que se alcance o procedimento desejado
b1. todos participantes devem proceder de forma correta e
b2. de maneira completa
c1 e c2: quando o procedimento for feito por pessoas com certos pensamentos e sentimentos, que elas realmente tenham estas qualidades e outros participantes tem que se " deixar levar pelo clima"
Se as regras numeradas de A e B forem negligenciadas, se forem enunciadas incorretamente, ( se eu nao puder cumpor-lás), a ação contida no ato da fala, nao é cmprida ( elas nao vão valer). Os atos representadso pelas letras Cs, já foram cumpridos, mas, se foram cumpridos sem sinceridade, houvem um abuso de procedimento.
Nas regras A e Bonde o proprio verto é o próprio ato de fala, e se estas regras lano forem cumpridas, chamaresmo de misfires( tradução minha: má-fé) e quando os atos foram cumpridos, sem sinceridade, de abusos ( regras Cs). Quando o enunciado é proferido de má-fé, o significado de nossas palavras é rejeitado, desaprovado e nossos atos sào vazios,em efeito. Falamos de nossos atos como atos significativos ou tentativas (paras se atingir um determinado ato e nao o ato próprio). Nas regras Cs ( abusos), falamos de nossos atos"infelizes"como atos declarados ou ocos ao invés de vazio e nao implementados e nao consumados( nào teve validade) ao in'vez de vazio e sem efeito.
Mas, apesar do ato ser vazio ou sem efeito, nao significa que ele nao serviu para nada; você se compromete na palavra( no exemplo: como se fosse casado)e nao propriamente no ato."sem efeitos"nao significa sem resultados ( você assumiu compromisso com duas mulheres, no ex. do texto).
Os enunciados performativos ( casar, apostar, batizar...) são os que o autor chamou de performativos explícitos, em contraste com os performativos implicitos( todos eles começam ou incluem uma expressão altamente sifnificativa como prometo, aposto), expressam também o nome do ato, que ao fazer o enunciado,que o falante irá executar. Ao se fazer um enunciado, às vezes, nao fica claro qual é a verdadeira intenção do falante, se o falante está me ordenando ou me avisando de alguma coisa, e as circunstâncias podem nao deixar claro se o enunciado é ou nao performativo.
Há 3 maneiras nas quais uma afirmaçao implica a verdade de outas afirmaçòes.
1) vínculo: quando a 1 condiçào contradiz a segunda- todos homens coram- vincula-se à alguns homens coram
2) implicação: voc^fala no que você acredita: o gato está no tapete ( acredito que ele esteja)
30 pressuposição: todos os filho de Jack sào carecas; Jack tem filhos
O ato de "dizer alguma coisa"é a performance de um ato locucionário. O nosso interesse nesta ato é o de distinguir-lo de outros atos. Para executar um ato locucionário,é executar um ato ilocucionário. Quando dizemos alguma coisa ( ato locucionário0 também estamso executando na nossa fala os seguintes atos ilocucionários( o que estamos querendo que o ouvinte entenda).
perguntas ou respostas, dar informação ou aviso, proncunciar um veredicto ou intençao, indentificar ou descrever e muitos mais.
Para executar um ato locucionário , usamos a fala. Mas, como a usamos e em quais ocasiões? Há muitas maneiras nas quais usamos a fala e ela faz uma grande diferença para nossos atos em alguns sentidos e de quais modos e quais sentidos nós, de acordo com a ocasião, usamos a fala?
Faz uma grande diferença se usamos a fala pra avisar, sugerie, ordenar, se estamos prometendo ou simpoesmente anunciando uma vaga intençao.Como certas palavras ( certas locuções) possuem a força de uma questào, ou se tem que ser entendida como uma estimativa?
O ato ilocucionário é a ralização de um ato em dizer alguma coisa9 sua intenção) como o oposto da execução de um ato de dizer alguma coisa ( ato locucionário)( eu disse X mas quero dizer Y). O ato executado é chamado de ilocução e às doutrinas dos diferentes tipos de função de linguagem, o autor chama de doutrina das forças ilocucionárias.
Há ainda um outro sentido, em que realizar o ato locucionário e também consequentemente o ato ilocucionário, será realizado um ato de outro tipo.O dizer alguma coisa, geralmente, produkzirá certos efeitos nos sentimentos, pensamentos ou nas ações da audiência ou do falante ou de outras pessoas; e isto poder ser feito com a intençao ou objetivo de produzi-las.dizemos que o falante realizou um ato de cuja referencia, ao ato locuciomnário ou ao ilocucionário é feita obliquamente ou sem nenhuma referencia. Quando um ato deste se realiza, o autor o chama da ato perlocucionário e o ato realizado de pelocução.
No caso das ilocuções, é preciso distinguir entre
a) o atode tentar ou pretender atingir a realizaçào de certos atos ilocucionários e
b) a realizaçào bem sucedida de se atingir tal ato ilocucionário
Esta distinçao deveria ser um denominador comum da teoria de nossa linguagem sobre o termo açào em geral. se estes objetivos nao forem a, eles nao vào ser consederados como atos "infelizes", mas fracassaram porque nao conseguiram se expressar com clareza. Uma vez que nossos atos sào ações, devemos sempre lembrar a distinção entre produzir efeitos ou consequencias que sao pretendidas ou nao e 1. quando o falante pretende psroduzir um efeito que nunca se reallizará e 2. quando ele nao pretende produzir um efeito ou pretende nao produzro o efeito que tam'bem nunca se realizará.
Em seu estudo sobre atos de fala, John searle nos afirma que o falar é regido por regras de comportamento.O autor esquematiza algumas "regras" suficientes e necessárias para a realizaçào de certos tipos de atos de falas e a partir destas "regras",fazer ume esquema das regras semânticas para serem usadas na enunciaçào destes certos tipos de atos de fala. O autor começa explickando as diferenças entre os diferentes tipos de atos de fala e discuti as noçòes de proposiçào, regras, significados e fatos.
tipos de atos de fala:
Imagine um falante e um ouvinte em circunstâncias apropriadas, enunciando uma das sentenças:
Sam fuma sempre
Sam fuma sempre?
Sam, fume sempre!
gostaria que Sam fumasse sempre
O falante nao está simplesmente, balbuciando palavras. ele está dizendo alguma coisa. ao realizar estes 4 tipos diferentes de atos, o falante também realiza outros atos presentes nestes 4 exemplos; ao enunciar estas fases, o flalante se revere a um objeto ( Sam) e no informa alguma coisa sobre ele ( ele fuma). Na enunciaçào destes 4 atos de fala, a referencia e o que se fala dela sào as mesmas, embora para cada caso a mesma referencia e o que se fala dea, sao partes de atos de falas diferentes umas das outras ( no exemplo 1, o ato de fala é uma afirmaçào, no 2 pergunta , 3 uma ordem, 4 desejo. As mesmas referencias e o que se fala deas, podem ocorres na realização de diferentes atos de fala.
O falante, ao realizar um enunciado, realiza, pelo nenos 3 tipos de atos de fala
a) a enunciaçào de palavras= realizaçào de atos de enunciaçao.
b) possui um objeto e o que se fala dele= realização de atos proposicionados.
3) afirma, pergunta, ordena,s promete...= realizaçào dos atos ilocucionários.
Ao se realizar um ato ilocucionário, se realiza, simultaneamente, atos proposicionais e atos de enunciaçào e sem que necessariamente, os atos de enunciaçào e os atos proposicionais estejam sempre ligados aos atos ilocucionários.
Os atos proposicionis podem ser os mesmos para diferentes atos ilocucionários ( como vimos nos exemplos dados), e pode haver um ato de enunciaçào sem um ato proposicional ou um ato ilocucionário( pode-se dizer palavras sem significar nada).
Ao se realizar diferentes atos de enunciação( Sr. Samuel é um fumante habitual), as palavras diferem das que foram usadas nos exemplos de 1a4 ), o falante pode realizar os mesmos atos proposicionais( Sr. Samuel[ Sam], smokes habitually[regular smoke]), e os mesmos atos ilocucionários ( afirmação). Isto também nao quer dizer que a realizaçào de um mesmo ato de enunciaçao , feito por 2 falantes diferentes, pu pelo mesmo falante, em ocasiões diferentes, é a realizaçào de um mesmo ato proposicional e ilocucionário; a mesma sentença pode ser usada para se fazer 2 afirmações diferentes. Os atos de enunciação consistem simpoesmente na enunciação de palavras, os atos proposicionais e os ilocucionários consistem na enunciaçào de palavras em sentenças em certos contextos, sobre certas condições e intenções.
Junto com a noção de atos ilocucionários, es'ta a noçào de consequencias ou efeitos que tias atos tem nas açòes, pensamentos ou crenças dos ouvintes: quando pergunto posso persuadir ou convencer alguém, quando aviso posso amedrontar ou alarmar alguém ( persuadir, convencer, alarmar e amedrontar sao atos perlocucionários.
Junto com os atos proposicionais e os atos ilocucionários estao certos tipos de expressões enunciadas em suas realizaçoes:
para os atos proposicionais: a característica gramatical são as partes da sentença e
para os atos ilocucionários: a característica gramatical é a sentença completa
A gramática prediz para o ato de predicaçào( nomes pr'prios, pronomes). os atos proposicionais nao podem vir sozinhos: não se pode fazer feferencia nem dizer nada a respeito sem fazer uma afirmação ou pergunta ou realizar algum outro ato ilocucionário. A parte da linguística diz que são as sentença e nao as palavras, que sào usadas para dizer coisas.
Predição: O autor que fazer uma conexào entre a noção de predição e la noçàop de verdade; expressões nao universais, podem ser verdadeiras ou flasas, em se tratando de objetos. De acordo com a teminologia usada pelo autor, a mesma prediçào ocorre nos exemplos de 1 a 5 ( que a pessoa é um fumante habitual), mkas alguns filósofos acham que pridições só ocorrem em afirmações ( de acordo com eles, nao haveria prediçào nos exemplos 2 à 4)

Referencia como um ato de fala

A característica destas expressões é que seus enunciados servem para identificar um objeto em particular de outrs sobjetos, Qualquer expressào que sirva para identificaf qualquer pocesso, evento ou ação , são expressòes de referência. São pelas suas funções que as expressões de referencia devem ser conhecidas.referência é um ato de fala e que sào realizadas por falantes ao enunciar palavras e nao pelo uso de palavras isoladas, e que servem para se referir a um ato de fala.
Proposições
Quando 2 atos ilocucionários contiverem as mesmas refer6encias, e predição, sendo que a expressào de referência é a mesma, a mesma proposiçào é expressa. Assim nos exemplos de 1a 5, a mesma proposição é expressa ( smoke habitually).A proposiçào tem que ser precisamente distinguida de um declaração ou afirmação, que sào atos, mas as proposiçõed nao os são: uma afirmação é um tipo especial de assegusrar a verdade de uma proposiçào.A expressào de uma proposiçào é um ato proposicional e nao um ato ilocucionário. quando uma propsição e expressa, é sempre através da realização de uma to ilocucionário. O autor distingue entre o ato ilocucionário e o conteúdo proposicional do ato ilocucionário; nem todos os atos ilocucionários possuem um conteúldo proposisional. Partindo do ponto de vista semantico, podemos distinguir 2 elementos na estrutura sintática da sentença, o que o autor chama de indicador proposicional e o indicadro de força ilocucionária. O indicador de força ilocucionária indica qual porposição deve ser tomada ou qual força ilocucionário o enunciado tem que ter, ou qual ato ilocucionário que o falante esta realizando ao enunciar a sentença


Regras
O autor faz uma distinção ehtre 2 tipos de regras: as regulativas e as constitutivas. As regulativas regulam certas formas já existentes de compoetamento e a s consltitutivas nao só regulam como criam ou definem novas formas de compoetamento. As regulativas podem ser parafraseadas com imperativos: "Faça Y "ou "Se fizer Y , façaX" e as constitutivas a fórmula: "X conta como Y no contexto C".O propósito deste artigo é que ao falar uma língua é realizar atos de acordo com regras. A estrutura semantica da língua é um conjunto convencional de uma sére de regras constitutivas e que os atos de fala sào atos realizados pela enunciaçào de expressão de acordo com o conjunto de regras constituvivas
Significado
Quando alguém fala, o falar significa alguma coisa e o que é dito tem um significado. O que é ter um significado pelo que é dito e o que é alguma coisa ter significado? O autor pega emprestado um coneito formulado por Paul Grice : "dizer que um falante S significou alguma coisa por X é dizer que S pretendeu, ao pronunciar X, produzir algusm efeito no ouvinte, fazendo com que ele reconhecesse ( ouvinte) esta distinçào.De acordo com a descriçào de Grice, dizer alguma coisa e significá-la é pretender realizar um ato perlocuciomário e , segundo Searle, é realizar um ato ilocucionário já que muitos tipos de sentenças, utilizadas para realizar um ato ilocucionário, nao possuem um ato perlocucionário em seus significados. O próprio conhecimento interno ajudará o ouvinte a entender o que o enunciado quis significar.
entao como você entende ou acredita no que está sendo dito? Se estou tentando falar alguma coisa a alguém e assimq eu o ouvinte reconhece o que estou tentando dizer , é exatamente o que estou tentando dizer, entao consegui me comunicar. Ainda mais, ao menos que o ouvinte reconheça que estou tentando lhe dizer algo e que tenho a dizer, nao consegui me comunicar bem.Nos atos ilocucionários, nós alcançamos nosso objetivo de comunicaçào, fazendo com que os ouvintes reconheçam o que estamos tentando dizer. mas, o efeito produzido no ouvinte consiste em entender o enunciado do falante. Do lado do flante, dizer alguma coisa e significá-la está muito realcionado com a intençao de produzir certos efeitos no ouvinte e do lado do ouvinte, entender o enunciado do falante está relacionado em reconhecer suas intençoes.
Searle finaliza o artigo com a distinçao entre fatos brutos e os intitucionais. Os fatos intitucionais sào como regras constitutivas; regem coisas que já foram instituídas, regras que tornam mais fáceis nosso entendimento de mundo e os fatos brutos sao os que buscam muita teoria, vivem um comportamento intencional, superficial ao invés de um já constituído e natural.

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