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Date Posted: 17:17:12 09/06/04 Mon
Author: Nair Cristina Carlos de Medeiros
Subject: Resumo(1) 3ª Semana

AUSTIN, J.L.How to do things with words. In: JAWORSKI, A. & COUPLAND, N. (Eds.). The discourse reader. London & New York: Routledge, 1999. p.63-75

SEARLE, J.R. Speech acts. Cambridge: Cambridge University Press, 1969. Cap.22 Expressions, meaning and speech act. p.22-53

Em How to do Things with Words, Austin estabelece distinções entre as sentenças performativas das sentenças constatativas. Performativas são sentenças que, ao serem proferidas, realizam uma ação: declarar, nomear, batizar etc. Já as sentenças constatativas (constatações), de acordo com o autor, são aquelas que apenas constituem afirmações. Em seguida, Austin propõe uma distinção entre os atos de fala que, segundo ele, é composto de três atos: um ato locucionário, que é o ato de emitir as palavras que pertençam a um sistema gramatical; um ato ilocucionário, que é o ato de realização de uma ação através de um enunciado (por exemplo, o ato de declarar, que pode ser realizado por um enunciado que se inicie por eu declaro...); por último, um ato perlocucionário, que é o ato que produz efeito sobre o interlocutor. Estes atos podem ser nulos ou sem efeito, caso as circunstâncias não sejam apropriadas para a sua realização. É o que Austin irá denominar doutrina da Infelicidade.

Searle, ao retomar a teoria de Austin, considera que o ato ilocutório pode ser realizado com ou sem o uso de um performativo. Assim, em qualquer ato de fala seria possível depreender um performativo. Diante do enunciado “Vou encontrá-lo” há um performativo omitido: Eu afirmo que vou encontrá-lo. Para Searle, um ato de fala é um ato completo, constituído simultaneamente por um elemento proposicional (o próprio ato de dizer), um elemento ilocutório, (o que se faz ao falar: promessa, ordem...), um elemento perlocutorio, (o que se produz pelo fato de falar: intimidar, incentivar...).
Searle propõe ainda uma discussão sobre as noções de proposição, regras, significado e fatos e uma distinção entre regras regulativas – aquelas que tratam de formas já estabelecidas de comportamentos e as regras constitutivas que tratam não apenas das formas já estabelecidas mas definem também novas formas de comportamentos.

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